Por vezes, traduzem todo o título. Pelo menos nesse optaram por um termo em inglês. Para quem não sabe, o sentido de armário é o guardar, esconder a homossexualidade.
Entrando na história…
O personagem principal (Danieul Auteuil) é visto como um cara chato. Por fazer tudo sempre igual; por ser metódico demais. Mas no fundo é introvertido. E para piorar: a mulher o abandonou; o filho o rejeita e ele descobre que será demitido.
Quando numa de tentar suicidar-se, acaba conhecendo um dos vizinhos. Após contar seu drama, recebe dele a sugestão de se passar por homossexual para ser mantido no emprego. Pois seu Chefe, dono de uma fábrica de preservativos, não iria querer bater de frente com a comunidade gay. Então ele decide levar o plano adiante enviando para seu chefe uma foto-montagem em que aparece com outros homens. Com ele isso sai de um armário que nunca entrou.
E vai dai que a foto e a notícia se espalha. Ele, à princípio, continua agindo igual. O que antes era tido como previsível, com a notícia acaba dando margem a outras interpretações. As pessoas viajam. É muito engraçado! Para ele, a então desejada atenção vinda do filho, o faz continuar levando adiante a história. E acaba se descobrindo.
Ah! Gérard Depardieu, também nos diverte com o seu personagem tentando deixar de ser preconceituoso.
Um filme gostoso até de rever!
Nota: 10.
Por: Valéria Miguez (LELLA).
O Closet (Le Placard). 2001. França. Direção e Roteiro: Francis Veber. Com: Daniel Auteuil, Gérard Depardieu, Jean Rocheford, Michel Aumont, Thierry Lhermitte, Michèle Laroque. Gênero: Comédia. Duração: 85 minutos.

Eu já vi esse filme umas 3 vezes! Um dos meus preferidos!