Os Simpsons – O Filme (The Simpsons Movie)

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Eu até admiro quem cultua o desenho dos Simpsons! Como também com tantos talentos no Brasil, bem que poderíamos ter um desenho desse tipo. Claro que retratando um pouco da típica família brasileira. Embora, nela teríamos que encontrar pontos em comum, diante da dimensão territorial, pois não temos um típico brasileiro como acontece com o Homer – ele retrata o americano loser.

Confesso que assisti muito pouco do desenho. E os que vi, foi mais pelo prazer da companhia de um sobrinho. Ele é fã do desenho. Logo, conheço bem pouquinho do universo dos personagens. Mas o bastante para definir um perfil dos principais personagens.

Entrando no filme… Se há filmes onde diríamos que um personagem o levou nas costas… Nesse, foi o Homer. Ele nos leva a rir com o seu jeito parvo. Ou diante as suas indagações como essa, logo no início: “Não acredito que pagamos para ver uma coisa que é grátis na televisão.” Por conta da sua bronca de ter que ir na igreja… Apesar de tudo, ele tem uma família que o ama.

O Bart, esse é um senhor pestinha! Mas que gostaria de receber do seu pai mais atenção e carinho. Ao longo do filme, faz de tudo para chamar atenção do pai. Até aceita o desafio de andar de skate nu.

As personagens femininas, as poucas que apareceram, ficaram a desejar… Salvando-se a bebêzinha, a Maggie. Agora, o que ela falou nos créditos finais do filme teria sido mesmo por gostar dessa família… Ou umrecado para novos patrocínios… hehe.

A esposa do Homer, fez o que era habitual.

A Lisa, lhe deram algo como um “o primeiro amor”. Mas… Naquela família, ou melhor, na sua família, tudo gira em redor do Homer.

Saindo do núcleo da Família… Há cenas, que nos leva a pensar em outras (de outros filmes)… Que nos diverte! Como a do “apagar da luz no bar”; os tiras diante dos mafiosos; o empregado do dono da Usina… E destacando também a do robô.

Enfim, um do tipo sessão-da-tarde. Nota: 7,5.

Por: Valéria Miguez (LELLA).

Os Simpsons – O Filme (The Simpsons Movie). 2007. EUA. Direção: David Silverman. Roteiro: Matt Groening. Gênero: Animação, Comédia. Duração: 90 minutos. Trilha Sonora: Hans Zimmer.

A Viagem de Chihiro (2001)

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Eu curto Filmes de Animação! Ou melhor, eu ainda curto esse gênero de Filmes. O mais recente foi “A Viagem de Chihiro”. E amei!

Confesso que antes, fiquei meio reticente; chegaram a compará-lo a um filme de terror. Como também pela longa duração, que sai do usual, achei que seria cansativo. Bem, todas essas premissas foram se esvaindo ao longo do filme.

O filme mostra o quanto pesamos certos temores. O quanto, por vezes, o medo pode não apenas nos paralisar, como também em não enxergamos o quanto de força temos dentro de nós. Mais até, que nosso caráter é a nossa verdadeira ferramenta.

Chihiro, se viu sozinha num mundo inóspito. Tendo que passar por duras penas para sair dali, mas junto com seus pais e sem o encantamento que eles receberam. Retirar esses encantamentos. Ou seria roupagens? Máscaras?… Como também em recuperar sua identidade, foram alguns desses desafios.

Um pouco da história… Ela segue junto com os pais para a nova residência; e nada feliz com essa mudança até de região. O pai, achando que por um certo atalho chegariam mais rápido, termina por entrar numa rua sem saída para seguirem adiante no carro, mas que continha uma espécie de túnel para seguirem a pé. Como os pais resolvem entrar, ainda muito contrariada, Chihiro os acompanha.

Se vêem num lugar estranho, mesmo tendo várias refeições ainda quentinhas, dando idéia de terem sido feitas naquele momento, não se via ninguém ali. Como os pais resolveram se fartar naquele banquete, não querendo irem embora já… Chihiro resolve dar um passeio… E começa a ver coisas estranhas… Um menino diz para la sair dali antes de anoitecer… Mas o aviso chegara tarde, não apenas a noite chegou, como seus pais se transformaram em porcos. O jeito era ficar e tentar descobrir como e quem traria seus pais a normalidade. Se tudo aquilo era real ou pesadelo, o certo é que levou um tempo. A cada prova alcançada, uma mais difícil lhe era imposta. Por seus pais, ela aceitava…

Com isso, fora descobrindo quais os verdadeiros valores que a levaria ir adiante. Crescendo como pessoa. Um amadurecimento, nem cedo, nem tarde demais, mas no tempo certo. E libertando-se… Chihiro consegue também com que outros saiam de suas prisões… Olhando com outros olhos o mundo a sua volta.

A fotografia é um primor!

Nota: 10.

Por: Valéria Miguez (LELLA).

A Viagem de Chihiro (Spirited Away / Sen to Chihiro no Kamikakushi). Japão. 2001. Animação. Direção e Roteiro: Hayao Myazaki. Duração: 125 minutos. Gênero: Animação / Aventura. (Oscar e Urso de Ouro)