O filme nos mostra uma disputa por uma marca entre duas nações cuja rixa já vem de séculos. E qual seria essa marca? Como tudo começou?
A tal marca é o nome de uma pequena aldeia: Águas Altas. Fica à beira de um lago, todo cercado por morros. Menos de 100 habitantes. De progresso, um ponto de internet no Café local. De novidade, um jovem engenheiro, Pedro, que por lá montou um escritório para conseguir que o governo autorizasse seus projetos. De pelo menos um deles: a pavimentação da estrada existente, para um acesso melhor e maior aquele paraíso perdido. Para complementar, ou até uma divulgação melhor, ele criou um site com o nome da cidade.
Com o passar do tempo, além do governo não ter soltado verbas, uma bomba cai sobre si. Eu explico. É que uma firma espanhola tem esse mesmo nome, Águas Altas, para uma água mineral. E ao querer um lançamento maior, se depara com o site. Por terem o registro da marca, exige que o site seja deletado. Do contrário, terá que pagar uma multa de 500 000 EUROS.
Mas… alertado pelo seu advogado, Pedro teria que ter permissão dos moradores para destruir o site. Ele então, na surdina, esconde a convocação no mural da praça. Acontece que um dos moradores viu. E no dia da votação, lá estavam todos. E aí…
Decidiram que o site ficaria no ar. Agora, além de comprarem uma briga externa, também gerou uma divisão entre eles, com uma parte querendo uma compensação financeira. A questão toma uma proporção maior, por conta do estagiário do Pedro divulgar para jornais na capital. Dai para tv. O que faz ganharem apoio até na Espanha.
Como também um palanque para o atual governo que busca se reeleger. O mesmo que vetou a estrada. E assim vai até a decisão final dos moradores.
O filme é gostoso de ver. Teve momentos que me fizeram lembrar dos filmes do Mazzaropi. As querelas entre comadres, por ai. Eu fui muitas vezes ao cinema ver filmes dele, logo isso foi um elogio. O lugar é lindo! Mas não entrou para a lista de querer rever.
Por: Valéria Miguez.
Dot.com (Dot.com). 2007. Portugal. Direção: Luís Galvão Teles. Elenco: João Tempera, Maria Adanéz, Marco Delgado, Isabel Abreu, Margarida Carpinteiro, Tony Correia. Gênero: Comédia. Duração: 104 minutos.

oi Val!
ontem vi um filme delicioso (adoro comédia romantica, rs) – O Amor e outros Desastres – uma delícia.
Sempre que vejo filmes lembro de vc.
Gosto das suas dicas … este ainda não vi.
Como vc está?
bjs
Oi Sarah!
No início da semana foi um sufoco para postar aqui. Deu um problema com a página lá dentro: ficou travada na em html. Só consegui postar um texto, porque pedi a Sam para usar a do Nossa Via. Eu tenho uma Coluna lá, às 6ª feiras. Mas mesmo assim pedi autorização. Com o texto pronto, copiei pela aba html e colei no meu.
No meio da semana, descobriram que o problema era com a interface em português br. E parece que sanaram, pois até agora, está tudo normal.
Estou feliz por mais um espaço. É uma Coluna, às 6ª feiras, na Revista Nossa Via. Hoje, foi a terceira vez. Ei-los:
http://www.nossavia.com.br/entretenimento/cinema-paris
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http://www.nossavia.com.br/entretenimento/cinema-entretenimento/amor-que-seja-infinito-enquanto-dure
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http://www.nossavia.com.br/entretenimento/pais-e-filhos-nao-deveria-ser-uma-via-de-mao-unica
Valeu também pela dica! Vou procurar. Ah! Ainda não vi “A Pele”. Menina, minha lista cresce cada vez mais
fazer o que, eu amo filmes!
Beijo grande,
Adorei conhecer seu BLOG, sou absolutamente viciado em filmes e cinema e virei sempre aqui.
Abraço!
Oi Sergio,
grata! E eu também adorei conhecer seu Blog. As fotos são lindas! Se não ver nada contra, linkarei seu Blog aqui. Olhar aquelas fotografias, é um colírio!
Volte sim, és Bem-vindo!
Abraço,