As Virgens Suicidas (The Virgin Suicides)

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Uma próspera família passa a ter problemas internos de relacionamento quando uma das filhas comete suicídio. E

O filme tem um tipo de código ou simbologia que o explica e que só vendo com atenção e retomando o começo é que vem o entendimento. Trata-se de uma contaminação da psique tal qual as árvores que precisavam ser removidas porque estavam com uma doença que as matava; caso não fossem removidas, a doença mataria a todas as outras.

Esta contaminação, contaminou as meninas, árvores em flor, vida por vir. Elas defendiam o já morto e precisavam tornar-se como aquelas árvores que ninguém podia defender. Estavam condenadas como as árvores, não adiantando que o poder materno as sufocasse em vida.

Tentar defender o já morto é representar o papel de mãe, que as ‘defendia’ da vida, matando-as como às árvores

É um filme simbólico sobre o velho e sobre o vir a ser que não foi…

Por: Eli@ne L@nger.

As Virgens Suicidas (The Virgin Suicides).1999. EUA. Direção e Roteiro: Sofia Coppola. Elenco: James Woods, Kathleen Turner, Kirsten Dunst, Danny DeVito, A.J. Cook, Hanna R. Hall, Leslie Hayman, Chelse Swain, Anthony DeSimone, Lee Kagan, Robert Schwartzman. Gênero: Drama, Suspense. Duração: 97 minutos. Baseado em livro de Jeffrey Eugenides.

Trainspotting – Sem Limites

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Pelo que estou lembrado do ano… achei a melhor produção de 96 sem sombras de dúvida. Assisti mais pela curiosidade pois havia assistido o primeiro filme de Danny Boyle (COVA RASA) e achei interessantemente diferente. Enquanto o primeiro apareceu meio tímido na telona, esse teve direito até a Outdoors com a data do lançamento.

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A visão é fantástica!  Pois as produções de até então mostravam o viciado como uma vítima de tudo que gira em torno de seu vício (como no caso de Diário de um Adolescente de 95). Já o filme de Danny Boyle não! Se afundam no vício sujo sem serem vítimas… são protagonistas! As fusões de realidade e surrealismos das viagens incomodam e Ewan MacGregor desponta como o astro que se tornou. Eu ja havia gostado de seu papel em O LIVRO DE CABECEIRA (96) e inclusive por isso assisti COVA RASA (95). E inevitavelmente parti para a dobradinha Boyle/MacGregor. O resultado não podia ter sido melhor!

O filme é uma pancada na cabeça, psicodélico, diferente, diverte… fora a trilha sonora fodástica com muito som Made in UK. Destaque especial para “Born Sleep” do Underworld que despontou com a trilha e 12 anos depois continua firme e forte.

Uma realidade dura e suja sendo utilizada para a realização de um filme ousado e marcante.

Por: Korben Dallas.

Trainspotting – Sem Limites (Trainspotting). 1996. Reino Unido. Direção: Danny Boyle. Elenco: Ewan McGregor, Ewen Bremner, Jonny Lee Miller, Kevin McKidd, Robert Carlyle, Kelly Macdonald. Gênero: Drama. Duração: 96 minutos. Baseado em livro de Irene Welsh.