“Dusseldorf passa por um momento crítico. Assassinatos em série assustam os moradores da cidade. Meninas são abordadas, seviciadas e mortas por um homem que desafia a polícia. À busca de pistas, qualquer pessoa pode ser o procurado e, por vezes, inocentes são acusados. A polícia vasculha a cidade enquanto os mafiosos montam uma ‘tropa’ composta por mendigos e trapaceiros. O propósito é encontrar o assassino, antes da polícia. Assim, estariam livres para promover seus ‘negócios’. Um cego, vendedor de balões, tem contato com o assassino. Ele o reconhece através da melodia que o homem assobia. Alertado, um dos componentes da ‘tropa’ escreve com giz um M (Mörder= assassino) na palma da mão, marcando o facínora nas costas. Após uma grande perseguição, os mafiosos capturam o ‘vampiro’ e o submetem a julgamento. O assassino diz ser vítima de seus instintos. E quer que o entreguem à polícia. ‘São mais condescendentes’. A polícia invade o recinto e o salva da morte.” (Fonte.)
GENIAL!!!
Aqui Fritz Lang nos brinda com um dos raros exemplares de cinema que beira à perfeição!!!
Carregado de figuras sombrias, com uma fotografia que contrasta os sentimentos e intenções dos personagens, fala dos homens que chegam a monstros implacáveis, vivendo em ‘harmonia’ numa sociedade hipócrita e suja, onde, caso paremos para pensar, veremos que o que diferencia o bom do mal é o tipo de poder de que ele dispõe (lembram de ‘Os Infiltrados‘?)…
A cena dele caminhando pelas ruas escuras e assobiando é magistral, uma das mais belas que já vi.
Difícil falar desse filme, difícil mesmo. Por isso vou ser sucinto: Obra-prima!!!
Por: Luiz Carlos Freitas.
M – O Vampiro de Dusseldorf (M). 1931. Alemanha. Direção e Roteiro: Fritz Lang. Elenco: Peter Lorre, mais Cast. Gênero: Crime, Film-Noir, Policial, Suspense. Duração: 117 minutos.
Amo esse tipo de filme.