
No jobs. No money. No underwear.
Voltando para meu genero preferido de filmes, este filme tem comédia, a arte ser pai (desempregado), sentimentos do mundo egoista e sem tempo para nada, e o apice: o mais sexy e empolgante strip tease masculino ja visto no cinema!
Numa pequena cidade da Inglaterra, o problema principal que assombra pais de familia é o desemprego, principalmente ex – operários de obras, ou seja sem uma qualificação que permita tentar uma colocação melhor no mercado. A partida para o andamento do filme começa em Gaz (Robert Carlyle), que quer desesperadamente ficar com o filho, mas sem emprego nada consegue. Mas eles são unidos, são amigos. O filho estará ao lado do pai, nao importa os micos pelos quais terá que passar.
Gaz, entre um cigarro e outro e mais conversas jogadas fora com outros amigos – tambem desempregados tem uma ideia “brilhante”: porque nao formar um grupo de strippers?
Quer dizer: fazer stripp para as mulheres, mas com modelos diferentes do que elas estão acostumados a ver, os tais saradões. Stripp feito por homens comuns, que mal sao reaparados na rua. Ninguem – dos amigos de Gaz coloca uma fe na ideia. Mas no desespero, resolvem topar a parada, mas precisam de mais “modelos” para compor o grupo de stripper.
Esses tais modelos são “conseguidos” na fila para receber o seguro desemprego. A pre – seleção de candidatos, hilária, precisam ficar de cuecas ou samba canção, fazer uma perfomance musical para avaliação.
. Esse ai, qdo termina de fazer a apresentação de arrasar ainda diz que nao fez melhor porque esta com reumatismo. Demais
Cenas inusitadas, principalmente porque o filho de Gaz esta dando uma força para o pai. Interessante no filme é que finalmente o grupo é formado por todos os tipos de homens de cor, idade, fisico e classe social diferente, mas em comum desempregados e sem perspectivas de melhoras.
Enfim, depois de muita luta, vencido as vergonhas e preconceitos, ensaios exaustivos ao som da era Disco ´70 e apoiadíssimos por suas esposas (os casados) eles marcam o dia da apresentação. Para divulgar o show, as mulheres que vestiram a “causa” de seus maridos dão uma força e todo mundo sai pregando e divulgando os panfletos deste show.
Apesar das duvidas, a casa de espetáculos lota, e eles dançam, tiram a roupa e arrasam entre a mulherada.
O filme é uma séria reflexão sobre nós e essa tal globalização.

Soundtrack (são 2 cds, porem deixo essa dica)
1. Zodiac, The – David Lindup
2. You Sexy Thing – Hot Chocolate
3. You Can Leave Your Hat On – Tom Jones
4. Moving on Up – M People
5. Make Me Smile – Steve Harley & Cockney Rebel
6. Full Monty, The – Anne Dudley
7. Lunchbox Has Landed, The – Anne Dudley
8. Land of 1000 Dances – Wilson Pickett
9. Rock and Roll Part 2 – Gary Glitter
10. Hot Stuff – Donna Summer
11. We Are Family – Sister Sledge
12. Flashdance…What a Feeling ’95 – Irene Cara
13. Stripper, The – Joe Loss & His Orchestra
Direção: Peter Cattaneo
Elenco: Robert Carlyle, Mark Addy, William Snape, Steve Huison, Tom Wilkinson, Paul Barber, Hugo Speer, Lesley Sharp, outros
Gênero: Comédia, 91 min, colorido, Reino Unido
Recomento o DVD e os 2 cds da trilha sonora.
por Cris Barros