A receita é velha mas eficiente: Um tom de documentário para dar realismo, atores completamente desconhecidos e nenhum crédito ou trilha sonora.
A fórmula que arrebatou plateias do mundo com “Bruxa de Blair” é repetida aqui no filme de Oren Peli – Atividade Paranormal -, com um tema um pouco diferente: Uma assombração que perturba um casal até que eles resolvam chamar um especialista para afastar a terrível presença.
O filme até que assusta eventualmente, criando uma tensão crescente que leva ao clímax não muito surpreendente, embora lance mão de elementos manjadíssimos no gênero, como talco para desvendar pegadas, portas que batem e o velho tabuleiro de Ouija. No entanto, acho que como seu precursor, “A Bruxa”, funciona melhor no vídeo caseiro.
Mas há outro mistério desconcertante que percorre todo o filme: Que tanta beleza é esta que o ator vê o tempo inteiro em sua parceira? Descontando o tal do amor, só pode ser um “encosto” de mau gosto.
Carlos Henry.






Vou essa semana ver esse filme.
Tenho boas expectativas.
Se for na mesma linha do REC (versão espanhol) já saio feliz do cinema.
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biro biro
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