Winter, O Golfinho (Dolphin Tale, 2011)

Quando pensamos que estamos perdidos no deserto de uma vida crucial, encontramos no caminho uma flor chamada ESPERANÇA.

O filme Winter, o Golfinho é uma narrativa apresentada por Charles Martin Smith, que conta a história de superação baseada em fatos reais de um golfinho fêmea, que teve sua cauda danificada de modo irreversível.

Como um animal desses não sobrevive sem a cauda, todos perdem as esperanças de salvá-lo no Hospital Marinho de Clearwater, na Flórida, para onde o mesmo foi levado. Todos, menos Sawyer (Nathan Gamble), um garoto disposto a tudo para salvar seu mais novo amigo.

O menino conta com o apoio de um biólogo marinho e com o talento de um brilhante médico de próteses, interpretado por Morgan Freeman, na tentativa de criar uma prótese que ajude o golfinho a voltar a nadar.

Iniciando uma história de amor entre um animal e um garoto. O filme em seu contexto pode ser considerado um poema que invade a alma humana; além de apresentar na sua essência aquilo que nos mantém vivos, a esperança e a fé em dias melhores.

Honestamente a produção cinematográfica trabalha está verdade em seus personagens, descrevendo com propriedade a arte de amar o próximo, algo que deveria ser um dom que habitasse o coração de toda, uma essência puramente humano.

O autor da trama trabalha com propriedade a junção entre poesia, códigos racionais e vida cotidiana dos seres humanos. O filme é uma lição complexa que pode ser visto de diferentes ângulos, mas a sua conclusão nos leva a seguinte afirmação: os sonhos impossíveis podem se tornar realidades quando acreditam na realização dos mesmos.

Simplesmente estou fascinado com a belíssima história de Winter, é impossível ver o filme sem chorar ou sentir vontade de chorar. Como telespectador me sentir dentro da trama, dando força positiva para Winter e Sawyer os protagonista de um poema concretamente belo e real.

Afinal, de forma expressiva o filme promove a revolução dos humildes, nos passando uma mensagem profunda: “se cada um fizesse sua parte, o mundo seria melhor”; uma simples afirmação, em prática mudaria o mundo.

Não poderia fecha está análise sem dizer muito obrigado Sawyer, por semear de forma expressiva a esperança no amanhã e a arte de amar o outro como ele é, sem julgar, o aceitando, o amando e acreditando no ser amor. Winter, O Golfinho é sem dúvida um instrumento do universo que objetivava buscar a essência humana que vem durante anos se perdendo. Charles Smith é o senhor que deu vida a esta belíssima história diante dos olhos de milhões de telespectadores. (Obrigado!)

Winter, O Golfinho (Dolphin Tale, 2011). Diretor: Charles Martin Smith. Elenco: Morgan Freeman, Ashley Judd, Kris Kristofferson, Harry Connick Jr., Nathan Gamble. Gênero: Drama, Família. Duração: 113 minutos. Baseado numa estória real.

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2 comentários em “Winter, O Golfinho (Dolphin Tale, 2011)

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