Séries: Becker & Dr. House – Dois Médicos Bem Rabugentos!

series_becker_houseApesar de encerradas, as séries são reprisadas. Becker ficou no ar de 1998 a 2004. Dr. House ficou no ar de 2004 a 2012.

Em principio fanática pelo seriado Dr. House (Hugh Laurie), aos poucos parei de assisti-lo por vários motivos preferindo vê–lo quando o foco eram alguns dos personagens e não o abecedário de probabilidades de doença. Por acaso numa madrugada com a Dª Sonia (insônia para os íntimos) a fazer companhia, descobri o seriado BECKER no canal TBS com carismático ator Ted Danson que interpreta Dr. Becker. Para os fãs de Dr. House é uma heresia compara-lo a qualquer outra coisa. Eu particularmente senti que existem semelhança entre Dr. House e Becker apesar de cenários bem diferentes.

becker-e-margaret_house-e-cuddyOs Médicos, Cuddy e MargaretDr. House atende em um hospital em New Jersey e com a quase ajuda da diretora Cuddy (Lisa Edelstein) e sua equipe médica consegue diagnosticar e tratar os pacientes que o procuram. Becker é medico que apesar de formado em Harvard, tem clínica no bairro do Bronx em NY, dirigida com mão de ferro pela enfermeira Margaret (Hattie Winston).

A diferença entre a Cuddy e Margaret é que a primeira apesar de tentar ser enérgica com as atitudes de House como médico, muitas vezes precisa concordar com o que ele decide além do envolvimento entre ambos que varia entre carnal, emocional e platônico. Margaret tem um casamento de longo tempo sem grandes emoções. Ela é enérgica na administração da clínica, mas também ela é quase uma mãe para Becker quando o repreende pelas atitudes azedas, diárias, em relação ao dia a dia fora da clínica.

Em ambientes distintos House e Becker são extremamente competentes no diagnóstico da doença e tratamento. House manipula a equipe e o paciente atrás das respostas. Em Becker a solução dos problemas de saúde de seus pacientes deriva de seu eterno mau humor e nas confusões que se mete por isso.

Deus: Ambos são ateus, logo não adianta apelar para esse lado. Numa das frases de House quando o paciente louva a deus: “_Você acredita em deus, mas olha nos 2 lados da rua antes de atravessá-la.” Quando paciente diz que vai embora com deus, Becker responde: “_Não se preocupe com deus porque nem ele vem aqui no Bronx.”.

becker_houseModo de ser: Ambos são rabugentos, egoístas, questionam de modo a incomodar as pessoas e não gostam quando há uma inversão de situação na qual eles ficam encurralados.

Aparentemente House não é apegado a bens visto que parcialmente adotou a casa do Wilson (Robert Sean Leonard) como lar e não faz cerimônia em usar o que tiver na hora incomodando ou não Wilson que no fundo parece gostar como se fosse uma relação de irmãos sendo ele o mais velho e “ajuizado”. Becker vive com as mesmas coisas antiquadas de sempre. Quando seus amigos reclamam das roupas fora de moda ou de uma televisão movida a transistor que precisa ser trocada ele responde que não é um muquirana. Apenas eliminou as coisas supérfluas da vida. Só que quando a televisão “não pega” numa noite de insônia ou quando há jogos, ele não tem vergonha de ligar para qualquer um de seus amigos para assistir o que quer. Os amigos próximos reclamam do jeito de ser, mas gostam e se preocupam com eles.

Fisicamente: Ambos são pouco mais altos que a média das pessoas com os quais convivem. Uma analogia de que deus está acima e pode tudo? House e Becker não são deus e podem quase tudo como médicos.

os-viciosMau exemplo: House consome remédios aos montes e aleatoriamente por conta da perna e talvez pelos conflitos internos que tenta esconder. Becker fuma principalmente em ambiente fechados, na mesma proporção que reclama de tudo e todos a sua volta: e não se importa e nem aceita o quanto a fumaça do cigarro incomoda. O consumo de remédio sem prescrição médica assim como fumar são um perigo à saúde . Somente as pessoas próximas aos dois sabem que eles sabem desse vicio. Em Dr. House há uma tentativa de tratá-lo desse vício quando as coisas saem do controle. Foi um período quase sombrio desse seriado. Becker só se preocupa em tentar parar de fumar quando o preço do cigarro sofre reajuste, mesmo importa se for reajustado em centavos. Nesse aspecto a situação torna se cômica.

O começo dos episódios de cada seriado é distinto: em House com a entrada de paciente e Becker reclamando de qualquer coisa que o aborreceu no caminho entre a casa e a clínica. Por exemplo: Becker reclamando montes de uma ambulância estacionada em fila dupla perto de onde ele trabalha. Margaret então diz que a ambulância está ali para socorrer uma pessoa, mas que não deu tempo porque a pessoa faleceu. Becker responde: “_Oras, não é porque ele teve um péssimo dia que precisa estragar o meu.”.

Apesar dos absurdos que Becker costuma dizer, de alguma forma consegue ser mais real e próximo às pessoas a sua volta e em seus problemas diários do que House. Além dos casos serem mais engraçados. Os seriados têm um enredo chave em comum, mas que formaram públicos distintos. Como ambas séries já tiveram seus episódios finais, resta saber qual será a próxima novidade.

Por Criz de Barros.

Todos os Homens do Presidente (All the President’s Men. 1976)

O que a imagem na abertura desta resenha e o filme tem em comum é o grande ator Dustin Hoffman, pela sua magistral performance em “Todos os Homens do Presidente“. Um filme de Alan J. Pakula, de 1976, ganhador de 4 Oscar. Hoffman interpreta o jornalista Carl Berstein, que juntamente com seu parceiro de trabalho Bob Woodward, interpretado por Robert Redford, investigam a fundo o que ficou conhecido como o Caso Watergate. Que levou a renuncia um presidente dos Estados Unidos, em 1974: Richard Nixon.

GARGANTA PROFUNDA (nome dado pelo editor de Bob e Carl, inspirado no título de um dos mais famosos filmes pornográficos dos EUA, o “Garganta Profunda”, que muito chocou a sociedade americana na época de seu lançamento, 1972, por conter cenas de sexo oral explícito) – Era o principal informante. Com livre acesso a todos os trâmites e as pessoas que fizeram parte da administração do governo Nixon. Os jornalistas que fizeram a matéria, e o Jornal Washington Post para o qual trabalharam, jamais revelaram quem era essa pessoa.

Passados 30 anos e muitas especulações depois, em 2005, William Mark Felt, vice-diretor do FBI, assumiu ser o informante Garganta Profunda. Ele tinha uma mágoa com o presidente desde 1972, quando o então diretor do FBI, J. Edgar Hoover, morreu. Felt era seu substituto direto, mas Nixon preferiu nomear um antigo aliado. Então Felt continuou como vice-diretor do FBI e começou a delatar as descobertas do FBI sobre o caso Watergate.

WATERGATE – Os EUA estavam em campanha política, Richard Nixon concorria para o 2º mandato e durante essas campanhas 5 pessoas foram detidas acusadas de invadirem o escritório do Partido Democrata localizado no Prédio Watergate. Estavam grampeando o local.

Temos um assessor da Casa Branca ligado ao grampo. Não é mais assunto de polícia. É de política.”

Durante o filme é dito explicitamente que pouquíssimos americanos se interessaram pelo caso Watergate. Ele seria apenas mais um escândalo corriqueiro entre os partidos democratas e republicanos pelo poder, se o jornalista Bob Woodward não tivesse começado uma investigação que aos poucos foi revelando as artimanhas possíveis e impossíveis de todos os homens envolvidos diretamente com Richard Nixon preocupados entre outras coisas a denegrir seu principal concorrente, o partido democrata e manterem-se na política, ou melhor, manterem-se no poder. Apesar de Nixon dizer que não era trapaceiro, ele consentiu a invasão do escritório em Watergate. Nixon sem querer, ao autorizar as gravações, terminou dando um tiro no pé. Renunciou ao cargo, mas não foi processado porque foi anistiado por Gerald Ford.

Os atores se completam como personagens: um é bom no desenvolvimento da idéia no papel (Carl Berstein), enquanto o outro é excelente na busca dos fatos (Bob Woodward). No conjunto, todos os personagens do filme tiveram sintonia entre si.

O filme não tem super cenários, mulheres lindas ou sexo. Os cenários principais são: as saudosas redações de jornal (no caso o Washington Post), o toque dos telefones de disco e o tec-tec das máquinas de escrever (vide merchan: Olympia) e jogo de cores combinadas nos moveis. O outro cenário é o sombrio, escuro, deserto prédio de estacionamento onde acontece os encontros entre Bob Woodward e o Garganta Profunda.

Seguindo a regra atual dos politicamente correto, por uma vida mais saudável, etc etc etc, é interessante observar a roda da bicicleta do personagem Carl Berstein apoiada na mesa de trabalho enquanto ele fuma alucinadamente ao mesmo tempo que datilografava as laudas.

Para quem quer entender um pouco da política americana, ardilosa como uma cobra, como talvez entender um pouco o cenário que o Obama tenta melhorar sem muito sucesso, como também para quem pretende exercer a atividade de jornalista, é uma excelente indicação.

A linguagem é rápida, simples, sem expressões técnicas, mas é preciso atenção à trama. Sem trilha sonora.

Recomendo com pipoca e guaraná, e para se ter na dvdteca de casa.

Por Criz de Barros.

Todos os Homens do Presidente/All the President’s Men
De Alan J. Pakula, EUA, 1976
Com Dustin Hoffman (Carl Bernstein), Robert Redford (Bob Woodward), Jack Warden (Harry Rosenfeld), Martin Balsam (Howard Simons), Hal Holbrook (Garganta Profunda), Jason Robards (Ben Bradlee), Jane Alexander, Meredith Baxter (Debbie Sloan), Ned Beatty (Dardis)
Roteiro William Goldman
Baseado no livro de Carl Bernstein e Bob Woodward
Fotografia Gordon Willis
Música David Shire
Produção Warner Bros
Cor, 138 min.

Blade runner – o caçador de andróides

Passadas mais de 2 décadas, o filme é um cult-classico-fantástico que beira a ingenuidade ao discutir a tal humanidade e para quem realmente gosta de Ridley Scott .
Ouvir Vangelis enquanto assiste o futuro do mundo e alta tecnologia é uma coisa que dificilmente haverá outra geração de produtores no cinema porque apesar de tudo o resultado final parece um trabalho artesanal feito com o maior cuidado.
Tampouco nao saberia avaliar qual seria a reação do pessoal que assiste o mais recente sucesso de bilheteria em 3 D. Provavelmente achariam um quase tédio.

O filme é uma mistura de várias épocas para descrever o que seria o mundo no ano de 2019 quando provavelmente estaríamos vivendo também em outros planetas. Rick Deckard (Harrison Ford) é um elegante, duro e dedicado policial, saído do genero noir que missão de proteger a sociedade de andróides ou replicantes.

Os andróides são máquinas hibridas desenvolvidas em laboratórios, cabendo a eles o trabalho pesado para preparar o ambiente espacial – planetas para os homens habitarem. O problema é que envolve colonização: a útil servidão de qualquer um ate que ela se torne um problema social fora de controle que precisa ser eliminado.
Tyrell Corporation domina a industria dos andróides. Na ânsia de querer mais, cria os modelos Nexus 6, fisicamente idênticos aos humanos, porem são mais fortes e ágeis e pior alguns deles tem sentimento. São conhecidos por replicantes, já que um dia um grupo deles fez rebelião e foram expulsos da terra, sendo obrigados a morar em outro planeta.
São máquinas instáveis, com capacidade alta de agressividade que vive no máximo 4 anos e precisam ser combatidas por uma equipe especial de policiais: os blade runner.

Os replicantes são na verdade uma analogia ao “monstro” criado por Frankenstein (de Mary Shelly) – medonho, deformado, mas com incrível capacidade de amar, sentir, sofrer e que precisa de seu criador e pai para existir.

Um grupo de replicantes faz nova rebelião, retornam a terra em busca de seu criador para tentar aumentar seu período de vida e fugir da morte próxima.
A Tyrell Cop. convoca Rick Deckard – aposentado – para essa missão.
Cada andróide é caçado, mas parece que quanto mais passa o tempo nessa caça, mais humano e inteligente eles se tornam enquanto o homem se transforma num ser irracional. Inversão de valores inadmissíveis, mas possíveis.
Rola amor: Rick se apaixona pela sobrinha do big boss da Tyrell Corporatios – surpresa para ambos: ela é uma andróide, e como andróide tem curta duração de vida. Rick decide viver intensamente com ela enquanto ela durar (durar por que é uma maquina).

Sentimento e compreensão entre os andróides Roy Batty (Rutger Hauer) e Pris (Daryl Hanna) enquanto eles durarem.

Dos androides, Roy Battey inverte a situação torna se o caçador, enquanto Rick vira a caça e corre para qualquer lugar para tentar se manter vivo. Na fuga, Rick escorrega e fica suspenso no abismo se segurando em qualquer coisa, quando Roy aparece para ver a agonia:
– Quite an expirience living in fear isn´t? That is to be a slave ….

No final quando está para despencar no abismo, Rick é salvo por Roy – que continua o monólogo:
– i´ve seen things U people wouldn´t belive … attack ships on fire … .. all those moments will be lost in time like tears in rain …

Pode se pensar tudo o que talvez Rick tenha pensado e sentido nos poucos minutos que passa ao lado de Roy ate concluir que ele nao venceu a batalha por que Roy morre e leva com ele os poucos sentimentos que Rick descobre depois.


…time to die

O filme, rodado com cenário futurista, cores escuras num som mirabolante do Vangelis comove, dependendo da ocasião rola uma lagrima porque fala de sentimentos que não temos mais, de gestos que esquecemos de praticar. Esquecemos de nós.

Genero: ficção
Direção: Ridley Scott
Origem: EUA , colorido, 117 min
Elenco: Harrison Ford (Dick) , Rutger Hauer (Roy Batty), Sean Young (1 – Rachael)
Daryl Hanna (Pris)
Warner Home Video

Soundtrack:

1. Love Theme
2. Main Title
3. One More Kiss Dear
4. Memories Of Green
5. End Title
6. Blade Runner Blues
7. Farewell
8. End Title Reprise

Recomendadissimo. Se assistir uma vez, pode apenas ligar o cd com as musicas e viajar nas próximas.

Criz Barros

O Sombra (The Shadow)

Enfim, navegando pela net, encontrei o DVD a venda num ótimo preço.
Não entedi porque esse filme é dificil de ser encontrado para alugar ou comprar.
Ele mal passou pelo cinema, nao empolgou , pouco se comenta dele pelas locadoras ou mesmo entre as pessoas. No entanto acho uma das estórias em quadrinhos onde as ilustrações e enredo foram das mais felizes em adaptações para o cinema.

Alec Baldwin personificou o perfeito gentleman (Lamont Cranston) da virada do século 20 rico, bonito, influente,com um passado nebuloso e ainda com a mocinha apaixonada.
Lamont Craston, no passado foi um homem vil, ganancioso entorpecido de todas as formas: pelo vicio em droga, pelo poder, pela crueldade, que alem de tudo controlava a produção e trafico do ópio. Após mais um assassinato ele é arrancado de seu “castelo”, levado a um reino místico e lá é obrigado a se redimir perante o mundo senão teria castigo eterno por tudo de ruim que fez no passado.

O Sombra é negro como foi o passado. Mas é atraves dele que Lamont deverá defender a sociedade dos bandidos. O filme todo tem a iluminação entre o azul profunda até o negro, quebrados pelas cores etéreas da heróina interpretada por Penélope Ann Miller. Alias a presença dela é de matar a maioria das mulheres hoje de vergonha pela falta de elegancia e um algo a mais.

A mais dificil das missoes será combater o último descendente do grande Genghis Khan, que volta a terra e quer destruir tudo com a bomba atómica.

Para quem gosta de ver os DC comics na tela, recomedo

Diretor: Russell Mulcahy
Elenco: Alec Baldwin, John Lone, Penelope ann Miller
Produção: EUA, ação. 107 min. colorido
Universal

Alta Ansiedade (High Anxiety)

Em homenagem a Alfred Hichtcock, o filme de Mel Broks é uma comédia escrita e desenvolvida a partir de algumas cenas como Vertigo, Os pássaros, Janela Indiscreta.

Alías a janela é a abertura para que as crises de acrofobia, alta ansiedade , ataquem o médico psiquiatra, Dr. Richard H. Thorndyke (Mel Brooks) cada vez que ele precisa passar por alturas quer por voos, elevadores, janelas de prédios altos.

Como psiquiatra, ele é convidado a passar uns tempos numa clinica de reabilitação para ” investigar” algumas situações estranhas que acontecem por lá. Para o azar do médico, os crápulas que estão sabotando a clinica liderados pela sexy Nurse Diesel descobrem a fobia do médico por altura.

O filme vai acontecendo em cenas adaptadas dos suspenses hitchcoquianos muito boas. Dá espaço ate para os romances sado-maso da enfermeira Nurse Diesel e o proprio médico com uma clássica loira fatal extraida de algum fime noir.

É uma comédia de muitos risos as vezes gargalhadas, porque Mel Brooks é otimo durante os surtos.

Desconfio que a Madonna se inspirou na sexy Diesel para sua fantasia.

Que acham?

Enfim é comédia obrigatoria para ter em casa. Se tiver oportunidade para alugar aproveite e se passar na tv não percam.

Direção : Mel Brooks

Elenco: Mel Brooks, Madeline Kahn, Cloris Leachman, Harvey Korman, Ron Carey, Howard Morris, Dick Van Patten, Jack Riley, Charlie Callas, Ron Clark,

Genero: comédia, duração 94 minutos, colorido, EUA

Fox Entertainment, 1977

Os Irmãos Cara de Pau (The Blues Brothers. 1980)

Comédia cult, que não foi aquelas coisas no cinema. É o primeiro de duas produções.

Elwood (Dan Aykroyd) vai buscar seu irmão Jake (John Belushi) depois que este tem “alta” da cadeia subcondicional. Ambos são mal humorados, mas sempre tem resposta para tudo e raramente tiram seus óculos escuros.

The Blues Brothers_Dan Aykroyd and John BelushiPrecisam recomeçar a vida. Vão procurar o orfanato onde foram criados.
Conseguem reencontrar o orfanato, mas tomam um choque ao descobrir que o local será fechado por causa de uma dívida de US$ 5 mil com a prefeitura, que o orfanato não consegue pagar.

Tentam bolar um golpe com a melhor das intenções de não ter seu lar de ser fechado. Só que não podem. O dinheiro ilícito é pecado, principalmente para quem dirige o orfanato, a freira (Kathleen Freeman).

Jake e Elwood decidem retomar a The Blues Brothers Band, na intenção de realizar um grande show e arrecadar a quantia necessária para pagar a dívida do orfanato. O problema é para remontar a banda eles terão muitos problemas, porque aprontaram todas com tudo e todos no passado – e por isso serão alvo de vingança dos inimigos.

Os Irmãos Cara de Pau (The Blues Brothers). 1980. EUA.
Direção: John Landis
Elenco: Alem dos atores ja citados, tem Ray Charles, Aretha Franklin, Cab Calloway, James Brown, John Lee Hooker, Chaka Khan…. (precisa mais?)
Gênero: Comédia, Musical. 134 minutos.