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O Amor, que seja Infinito enquanto dure!
Aproveitando o embalo do Dia dos Namorados… trouxe várias histórias de amor. Ou melhor, várias histórias de um relacionamento a dois. Algumas, com um terceiro na jogada, mas que não é bem-vindo. Afinal, uma poligamia não faz parte da nossa cultura. Embora há quem adote mais de um parceiro(a). Enfim, vamos ver em que caminhos os filmes nos levarão nesse final de semana. Vem comigo!
Começo pelo o da foto: “Amor à Flor da Pele” (In The Mood For Love). E por conta de que começar logo com um onde os protagonistas descobrem que estão sendo traídos? Porque para mim o personagem faz um Ode ao Amor a sua amada. É de arrepiar! Tem mais detalhes, aqui.
Àqueles que curtem um filme longo, como também um romance que incendeia, assistam “Betty Blue” (37°2 Le Matin). No dvd, o filme está sem os cortes quando foi para a Telona, daí ficou bem longo. Agora, com o casal do filme… não irão ver o tempo passar. Conto mais, aqui. Um registro, não é um filme para menores de idade.
Como toda a relação, não há o “e foram felizes para sempre”. Porque é construído a cada dia. Ninguém pega um “pacote fechado”. E um filme que mostra muito bem isso é “Closer – Perto Demais” (Closer). Um filme que vale a pena ver e rever. Um close a mais aqui.
O amor não tem idade, não é mesmo? Então apresento-lhes “Elsa e Fred – Um Amor de Paixão” (Elsa y Fred). É um namoro entre duas pessoas com quase 80 anos. Que nos leva a torcer por eles. É belíssimo! Tem mais aqui.
Por vezes, até que desejamos um Conto de Fadas em nossas vidas. Vai daí… no filme “E Se Fosse Verdade “(Just Like Heaven), eu diria que é uma versão da “A Bela Adormecida”. Não sei se no dia não entrei em sintonia… O lance é que não gostei, mas o mesmo pode não acontecer com vocês. Conto mais aqui.
A timidez por vezes atrapalha chegar perto de quem se ama. Nessas horas, pedir uma ajuda até que não é má idéia. Ainda mais se ela vem em forma de uma poesia inspirada nesse ser amado. E foi isso que um carteiro fez, pedindo a Pablo Neruda a ajuda. É, estou falando do belíssimo filme “O Carteiro e o Poeta” (Il Postino). Tem mais, aqui.
“Eu vejo que você é uma mulher protagonista, mas por algum motivo está agindo como a melhor amiga. Você deve ser a protagonista da sua própria vida!“
A frase acima no mostra que a relação não pode, e nem deve ser uma via de mão única. Ambos, têm que está lado a lado. Ela é do filme “O Amor não tira férias” (The Holiday). Pois uma das personagens estava levando um relacionamento onde somente o outro lado, digamos que somente um é que levava vantagem. Ah! Aproveito, por também assinar a Direção e Roteiro, a Nancy Meyers, o filme “Alguém tem que ceder” (Something’s Gotta Give). Esse por si só, o título já traduz tudo. Até por ser também um dos quesitos principais na arte de uma boa convivência. O primeiro, tem mais aqui. Quanto ao segundo, quero rever para então escrever.
“Eu vim aqui hoje porque quando você se toca que quer passar o resto de sua vida com alguém, você quer que o resto de sua vida comece o quanto antes.“
Uau! Que bela declaração de amor! É do filme “Harry e Sally – Feitos um para o outro” (When Harry met Sally…). Outra também tão bela …e acreditem, um simples “Ok!”… é no filme “Brilho eterno de uma mente sem lembranças” (Eternal sunshine of the spotless mind).
A máxima já diz que: quem casa, quer casa. Agora, o bom é quando a vizinhança entra em sintonia com os pombinhos. O que não é o caso daqui, do filme “Duplex“. Eu não gostei!
São tantos os filmes que daria um outro texto… Ficam para uma próxima vez. Até para um outro contexto. E termino esse com um conselho de um pai para uma filha adolescente; a “Juno“. Que não deixa de ser uma declaração de amor, quando o casal têm essa atitude. Ei-la:
Cuide bem do seu Amor! See you!“O melhor a fazer é achar alguém que a ame pelo que você é. De bom ou mau humor. Feia ou bonita. O que for… Esse é o tipo de pessoa com a qual vale a pena ficar”.
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Não provoque, é cor de rosa choque!
Quem diz que nós mulheres somos o sexo frágil, por certo não aguentaria a tripla jornada de trabalho que não apenas executamos bem, como também ainda com um sorriso face a face. Pois é, nosso giro cinematográfico será com personagens femininas. De dondocas às que pegam no pesado. Doidivanas ou centradas. Amadas ou não. As que romperam seus próprios limites. Mas acima de tudo com orgulho em ser mulher. Enfim, um pouco de cada uma delas. Vem comigo!
Entre tantos filmes para iniciar, acabei optando por um que apesar da crítica ter crucificado, eu gostei. É o “Minha Mãe quer que eu case” (Because I said so). E por que? Não apenas por eu ser fã da Diane Keaton. Mas até por uma passagem do filme (Durante a cena da foto.) onde ela confidencia algo para a sua filha. Algo que era raro de acontecer em gerações passadas. Que não deu para segurar as lágrimas. Conto mais aqui.
Mas a escolha também foi por ter visto o “Sex and the City – O Filme“. Que eu resumiria nisso: ‘as-patricinhas-de-beverly-hills-agora-são-quarentonas‘. Tem mais aqui. E se é para procurar por um marido, prefiro muito, mas muito mais o com a Diana Keaton por já escrachar de vez. Ah! O ‘quarentona’ não tem um sentido pejorativo. Ok? É apenas um registro da mudança de idade.
Ainda em cima de casamentos… O “Vestida para Casar” (27 Dresses). Tem algo como o que disseram no “O Amor não tira Férias” (The Holiday):
“Eu vejo que você é uma mulher protagonista, mas por algum motivo está agindo como a melhor amiga. Você deve ser a protagonista da sua própria vida!“
A personagem em questão, estava vivendo o ser uma ‘dama-de-honra-oficial’. Esquecendo até de si. Aceitando apenas o fantasiar em sua vida. Até curtia um amor platônico pelo chefe. Enfim, como uma das duas personagens do “The Holiday”, ela não estava protagonizando a própria vida. Sobre o primeiro, tem mais aqui; do segundo, aqui.
Essa personagem, faz do enlace um meio de vida. Ela e um tal ‘clubinho’ por lá. Se nome de Diretor pesa, o de “O Amor Custa Caro” (Intolerably Cruelty) é Joel Cohen. Eu confesso que o que me motivou a assistir esse filme, foi o ‘colírio’ George Clooney. Quer saber mais do filme? Conto aqui.
Agora, e para aquelas que após anos de casada, se vê sozinha, e tendo que arcar não apenas com as despesas, mas também com dívidas? A Grace encontrou um jeito bem peculiar. E ajudada pelo ex-jardineiro. Precisam ver o “O Barato de Grace” (Saving Grace). Esse é de ver e rever. Aqui tem mais sobre ele.
Acreditariam que um cara abandonou a mulher por ela ser uma pessoa boa demais? Onde até o Padre a induz que cometa um pecado. Mas para alguém que nunca pecou, fica difícil sentir que está pecando. O filme é “Sexo por Compaixão” (Sexo por Compasión). Vale muito a pena vê-lo. E o grande barato é que ela faz o que faz para recuperar o marido. Saibam mais aqui.
Entre ficar, talvez rezando por um milagre, essa senhorinha resolveu agir. Para conseguir custear o que seria a última chance de salvar seu netinho, ela arregaçou as mangas e pôs a mão na massa. Ela é “Irina Palm“. Que encarou o único emprego que lhe daria um retorno rápido em dinheiro. O filme é ótimo! Leiam mais aqui.
Como se encara uma traição? Dar um tempo indo para longe vendo se esqueceria mais rápido? Foi meio por ai que a personagem de “Um Beijo Roubado” (My Blueberry Nights) pôs o pé na estrada. No percurso conheceu outras desilusões. Outras formas de tentar reter um amor que já se foi. Ou, de sufocar a queixa de amor que não era o que esperavam. Um filme lindo! E do mesmo Diretor de “Amor à Flor da Pele“. Conto mais aqui.
Ou, como faria se soubesse que o marido a está traindo com sua irmã caçula. Iria querer saber? Iria preferir fingir que não estava sabendo? Essa opção é meio complicada em aceitar nos dias de hoje. Mas para gerações passadas, era até comum. De uma, ouvi isso uma vez: “Prefiro as mentiras de meu marido, a ouvir as verdades dos outros.” Quem disse isso, já na velhice, passou seus últimos dez anos inerte numa cama, e teve do marido, tantas vezes infiel, o mais carinhoso, o mais paciente companheiro. Que não demorou muito a falecer depois dela. É algo a se pensar…
Voltando ao que o marido a trai com a irmã caçula… A história é no filme “Hannah e suas Irmãs“. De toda a família, ela é a mais centrada. O que irrita um pouco alguns. Mas mesmo que inconscientemente todos a têm como um porto seguro. Ela é uma atriz de sucesso. E que nos deixa em suspense se a sua melhor atuação fora em fingir que de nada sabia. Vale muito a pena ver esse filme de Woody Allen.
Mas tem também quem traia o marido. Por querer sentir o que não sente em seu casamento. Um Clássico com esse tipo de história é “A Bela da Tarde“. Onde a bela Catherine Deneuve consegue envolver não apenas a platéia masculina, como a feminina também. Detalhes, aqui.
Falando em Clássicos… Uma personagem feminina marcante, às vésperas dos 80 anos de idade, nos mostra que se pode escolher sair de cena com dignidade. O filme é “Ensina-me a Viver” (Harold and Maude). Maude é eletrizante. E que nos leva a refletir também em cima desse lance: a eutanásia. Saiba mais, aqui.
Como bem diz a canção “mais que chega a roda viva e carrega o destino pra lá…” há um tentar sair de cena com dignidade quando não mais terá noções de seus atos. Por conta de uma doença. Essa além disso também preferiu não dizer que sabia das escapulidas do marido. É no “Longe Dela” (Away from her). Ela é especial até por isso. Aqui.
Com certeza voltarei a esse tema. Até porque em minhas críticas costumo salientar que há muito mais filmes que mostram com muita sensibilidade o universo masculino. Onde costumam esteriotipar o universo feminino. Sendo assim, farei questão de trazer mais e mais personagens femininas. Por hora, fico por aqui.
“A vida se contrai e se expande proporcionalmente à coragem do indivíduo.” Anaïs Nin.
See You!
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O Universo Masculino pelos Filmes
É, em minhas críticas costumo ressaltar que há muito mais Filmes, e belos por sinal, mostrando o universo masculino; e pelo foco deles. E esteriotipando ou não, os personagens na maioria das vezes são apaixonantes. Dai, um convite a um mergulho na mente desses moços. Vem comigo!
Quando criança, eu reclamava que havia muito mais ‘brincadeiras de meninos’: bola de gude, pião, pipa, futebol nos campinhos, bafo-bafo, rolimã… achando que era meio injusto para nós meninas. Mas como havia um quê de Luluzinha em mim, me atrevia sempre a entrar nos Clubinhos do Bolinha. Talvez também por não ter tido irmãs, e sim dois irmãos. E os filmes onde mostram a infância masculina, também em sua maioria trazem não apenas a diversidade das brincadeiras, mas principalmente a liberdade em usufruir de todas.
Ziraldo presenteou a molecada brasileira com o “O Menino Maluquinho“. Pena que no Brasil não tenham feito o mesmo que a Disney faz. Pois poderiam levar para a Telona o Pedrinho e os outros personagens masculinos do Sítio do Picapau Amarelo. Com a relevância, o respeito, que o Cinema Brasileiro vem conquistando mundo a fora, fica uma esperança de que ainda homenageiem as obras de Monteiro Lobato. Além do que eu acho que as crianças de hoje deveriam conhecer todo esse universo que encantou diversas gerações. Pois Monteiro Lobato nos levava a raciocinar em suas histórias. Ele foi um grande Mentor. Assim como Merlim o fora para o Arthur em “A Espada era Lei“. Ou a Pantera Baguera, num contraponto com o Urso Balu, em “Mogli“.
Mas nem tudo são flores ainda dentro dessa fase: infância. Se bem que deveria. Aqui no Nossa Via, em outros textos, já deixei sugestões de filmes, onde também pesa um lance ruim, ou até trágico a esses pequeninos. Eu até trarei um texto calcado na infância, aí englobando crianças como um todo. É que estou esperando ver primeiro o “Tartarugas Podem Voar“. Até lá, deixo nesse, um filme que ficou na minha memória afetiva. O “Meu Pé de Laranja Lima“. O Zezé apesar de todas as adversidades, tinha nele algo especial. Algo que o amigo Portuga identificou. Ele foi mais que um amigo, foi um Mentor que com certeza aflorou o norte do menino. Esse é um outro filme que as crianças de hoje deveriam conhecer.
Saindo da infância… Ainda em dar valor aos amigos, há um filme belíssimo. É o “Conta Comigo” (Stand By Me). Esse traz até algo cruel. Numa de em vez de tentar tirar um jovem do desvio, um adulto imputa nele um crime seu. E que vem de uma professora.
Com a adolescência vem a descoberta da sexualidade… “Ah! Esses moços, pobres moços. Oh! Se soubessem o que sei. Não amavam, não passavam, aquilo que já passei…” Será? Ou, porque tirar deles todas as dores, os prazeres… Mais, porque os privar dessa fase. Que uns adultos esquecendo que já passaram por elas, denominam-os de aborrecentes. Os hormônios, as espinhas nos rostos, as revistas de nus, a masturbação… Um universo novo, que dependendo da mente de uns adultos, o que seria natural, vira algo pecador.
Sobre a iniciação na vida sexual, não dá para não esquecer de “A Primeira Noite de Um Homem” (The Graduate). Agora, esse para uma outra geração. Porque para a turma de agora, terminam recebendo os do tipo “American Pie“. Eu confesso que preciso me inteirar nos que estão abordando isso atualmente. Agora, mostrando o falarem apenas de sexo, das transas na adolescência, indico “O Balconista” (Clerks) e “O Balconista 2” (Clerks 2). Kevin Smith tem um jeito ótimo de contar essas histórias.
Ainda com um das antigas, mostrando um envolvimento por uma mulher bem mais velha, há o “Ensina-me a Viver” (Harold and Maude). Aqui, até para contrariar a mãe. Mas a relação o fez partir para novos horizontes; o fez crescer. Agora, quando essa primeira transa vem muito mais tarde, fica a sugestão de um bom sessão, o “O Virgem de 40 Anos” (The 40-Year-Old Virgin). A cena com a camisinha é divertidíssima! Por falar nisso, um filme que até elogiei por mostrar a paradinha onde ele coloca o preservativo, é o “Na Cama” (En La Cama). Uma cena que deveria ser rotina em filmes onde há transas.
Agora, citando um que aborda a descoberta da homossexualidade com maturidade e sensibilidade é o “Café da Manhã em Plutão“. É mais um a tentar diminuir com o preconceito que ainda existe no mundo fora das telas. Nesse, o filme aborda desde a infância. Um outro que já conta numa outra fase, já saindo até da adolescência, mas também com sensibilidade é o “As Canções de Amor“. Nesse, uma frase mostra um receio ante a um novo amor, por não querer sofrer outra vez. Eis: ‘Ama-me menos, mas me ame por muito tempo.‘. Em relação a preconceitos, mas não em relação a sexualidade, embora ela pese por conta do talento vocacional, e que eu até gostaria de rever é “Billy Elliot“. Um menino que queria ser bailarino. Algo que ainda hoje não seria visto com bons olhos, nem aceito em algumas famílias.
Eis que chega a hora de cortar o ‘cordão umbilical’ por já estarem crescidos. Por querer se emancipar. Até naqueles que ainda terá um obstáculo maior por conta de uma deficiência, há esse desejo. Nesse tocante há um filme que eu gostaria muito de rever, é o “Liberdade para as Borboletas” (Butterflies Are Free). O personagem principal é deficiente visual, que decide ir morar sozinho. Saindo da superproteção da mãe. Fico na torcida para que o coloque em Dvd. O filme é de 1972.
Por hora, fico por aqui. Voltarei a focar esse tema, o universo masculino, outras vezes. Para finalizar, o da foto que inicia esse texto, o “Clube da Luta“, um filme que aborda também o se sentir humilhado por não ter conquistado o que desejou. Se sentir o peso de uma sociedade que valoriza, e muito, o vencedor.
See You!
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isso nao tem nada a ver com migo numca besteira maior do que essa nao do filme crepusculo mais sim desses negocios que estao aqui nesse site
Oi Bianca,
confesso que não consegui decifrar esse seu comentário. Mas vou tentar, ok?
Sobre o filme ‘Crepúsculo’, se um dos autores não gostou, ele tem todo o direito. E ele detalhou o porque. Algo que eu aprecio muito, quando alguém detalha porque gostou ou não do filme.
Em relação as páginas, o que estão escritas nelas, não fogem ao conteúdo do Cinema é a minha praia!. Na aba ‘Acervo’, fica a listagem de tudo que já foi publicado aqui. Eu estou sempre atualizando.
Nas demais abas – Atitude, ♀Ela & ♂Ele, Fatos, Um Tour e Zoom -, primeiro, que por causa de ter pouco espaço, eu tive que reduzir os títulos. Pois eu queria todas as abas aparecessem lá em cima. Depois, os textos contidos neles eu os trouxe de um site onde eu colaborava. Tinha uma coluna, às sexta-feiras. Onde a partir de um tema, eu trazia sugestões de filmes para o final da semana dos leitores.
Eu sai de lá, então postei aqui, nas páginas internas do Blog.
Bem, é isso. Espero que tenha esclarecido. Pois o Blog não fica retido a um único filme.
Até mais!