Bullying – Provocações Sem Limites (2009)

Bullying, o tema é sério e deve ser tratado como tal. Infelizmente apesar do grande investimento de instituições e escolas em conscientizar os jovens sobre a gravidade do tema, muitas vezes os resultados ficam aquém do esperado por falta de uma exposição que faça com que os estudantes realmente sintam a gravidade do problema.

O filme Bullying – Provocações Sem Limites traz imagem pesadas, com cenas violentas, o bullying levado ao extremo. Para quem quer aprender e entender mais sobre o assunto, o filme é de suma importância.

O filme conta a história de Jodi, um garoto alegre, carinhoso e apaixonado por basquete que vive com sua mãe, uma enfermeira que sofre de depressão e faz tratamento psiquiátrico. Os dois se mudam por causa do tratamento da mãe e Jodi entra em uma nova escola. Magro e desengonçado o novato vira alvo de piadas e brincadeiras de mau gosto por parte de um grupo de alunos da sua sala. É muito comum novos alunos terem dificuldade de adaptação e sofrerem desse tipo de agressão. Justamente por se sentir deslocado com a mudança Jodi vira um alvo fácil para Nacho, o “valentão do colégio”.

Essa abordagem do filme condiz com a realidade já que segundo especialista “quem sofre Bullying costuma se isolar e esconder o problema de seus amigos e familiares”.

Com experiência própria, senti na pele o que Jodi vive na ficção. Quantas foram às vezes que me perguntei: “O que leva um ser humano a destruir a vida de outro ser igual?”. Quantas foram às vezes que fui espancado, humilhado, violado por ser simplesmente o Dhiogo que sou. Queria saber do que é feito estas pessoas que de forma monstruosas destrói a vida de seres que quer bravamente viver? Eu e inúmeras outras pessoas fomos vítimas de uma perseguição plenamente injusta.

Você já parou para pensa “o porquê”? Você deve ter ouvido falar desta palavra, mas você sabe o que é sofrer bullying? Você sabe o que é ser humilhado, isolado, espancado, marcado e profundamente excluído pela sociedade ou por grupos sociais? Será que vale a pena destruir uma história, uma pessoa que simplesmente quer ter o direito de viver como você? Quem são estes que dão vida para a famosa palavra do século XXI: BULLYING? Estes agressores merecem a nossa compaixão, precisam de toda atenção, pois os mesmos até matam para se tornarem populares?

Quem são as vítimas destes monstros? Posso dizer que são simplesmente seres humanos. Eu, que já vivi as marcas de uma perseguição totalmente injusta, no decorrer da vida, encarei essa cruel realidade e sobrevivi. E hoje busco defender pessoas que como eu, foram estigmatizadas pela a dor de um simples bullying. Acredito que tudo aconteceu comigo, porque tinha que acontecer; mas viver a dor de uma perseguição injusta é um estigma que fica registrado na alma.

Com propriedade digo a todos agressores que nós as vítimas queremos simplesmente viver a nossa vida.

Por isso respeite as diferenças do outro, não desenvolva uma visão etnocêntrica das pessoas que vivem a sua volta. Seja humano e se coloque no lugar das pessoas que sofrem a dor do Bullying, assim você verá, ou melhor, sentirá na pele a dor do abandono, da exclusão. Afinal, uma palavra pode marcar a história de uma pessoa por toda a sua existência.

O filme não dá uma atenção especial ao que acontece com os agressores, o que torna a “moral da história” um pouco vaga. Ainda assim ele mostra de maneira clara e chocante a realidade dos que sofrem Bullying e a importância de se denunciar essa prática!

Afinal, uma palavra de amor pode mudar a história de um individuo, pense nisto!

Precisamos Falar Sobre O Kevin (We Need to Talk About Kevin, 2011)

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Olá, pessoal. Hoje farei uma crítica que já planejo há um bom tempo, entretanto preferi esperar para que o filme estreasse nos cinemas brasileiros para que as pessoas que lessem tivessem a oportunidade de assistir. Quem leu meu post sobre Adaptações Cinematográficas de Livros deve lembrar que citei esse filme como sendo uma das adaptações mais diferentes que já assisti. Quando digo diferente não é no sentido de não haver fidelidade para com o livro, e sim do longa não ofender o romance, mas apresentar uma visão bastante particular da trama. Taxado como polêmico, assustador e surpreendente. “Precisamos Falar Sobre o Kevin está chocando o público, vocês devem estar perguntando o porquê disso. E é simplesmente por que tudo aquilo é algo bastante realista e não há nada mais assustador no cinema do que nós acreditarmos que aquilo mostrado nas telas pode acontecer na realidade. O relacionamento de amor e ódio de uma mãe com o filho, possivelmente, psicopata é algo que realmente instiga as pessoas. Numa das cenas geniais, Kevin comenta em tv aberta o fato do público televisivo dar tanta atenção aos psicopatas, afinal será mesmo que as pessoas não gostam de ouvir esse tipo de coisa? essa é uma das sugestões polêmicas que a história coloca.

Best-Seller de Lionel Shriver

O livro de Lionel Shriver foi recusado por muitas editoras e quando finalmente foi aceito, virou sucesso. A trama acompanha a história de uma mãe, Eva (Tilda Swinton), que sofre as conseqüências dos atos de seu filho Kevin (Ezra Miller), já preso por cometer uma chacina na escola. Como se não bastasse ser julgada e perder todo o dinheiro no tribunal, acusada de negligência materna, Eva tem que suportar diariamente o preconceito nas ruas, as pessoas acreditam que a revolta do rapaz possa ter vindo de falhas maternas. Então ela faz uma recapitulação, narrando tudo para Franklin (John C. Reilly), seu marido que a deixou levando a filha pequena. A partir daí acompanhamos do nascimento de Kevin até a data do massacre, sempre alternando entre o presente e as memórias de Eva. Quando tudo começa, ficamos espantados com a relação entre os dois. Kevin não era uma criança fácil e sempre fez questão de expôr sua natureza fria utilizando a mãe como alvo. Eva também não fica muito atrás, seus pensamentos de raiva pelo menino nos deixam na dúvida se realmente seus atos influenciaram no que Kevin se tornou. E é aí que surgem nossas dúvidas. Por que Kevin fez aquilo? Será que sua monstruosidade é justificável pelo elo fraco com a mãe? Eva é ou não culpada? Kevin sempre foi psicopata? Eva estaria paranóica desde que a criança nasceu ou é verdade que o tempo todo notara as inclinações assassinas do filho?

Momentos tensos

As respostas para as perguntas acima são bastante relativas, o que faz com que cada pessoa saia da sala de cinema com um filme diferente na cabeça. Acredito que a monstruosidade do rapaz seja tamanha que ficará bastante constrangedor para alguém defendê-lo, no livro até o advogado se sente desconfortável pela reação de Eva. Ela tenta “permanecer de pé”, evita chorar na frente dos outros, o que faz com que a maioria pense que é uma mulher fria. Eva guarda a culpa para si mesma, o que torna tudo tão doloroso. Ela sente que precisa ser castigada pelo que seu filho fez, por isso não se zanga com a reação violenta das pessoas. Cabe a nós sabermos se ela realmente influenciou.  Quando chegamos ao final da trama, temos uma revelação que mudará todo o jogo. O assustador final é inevitável e alerto para que as pessoas estejam preparadas para a indignação.

Falando em indignação, estou profundamente decepcionado com a Academia do Oscar que não indicou Tilda Swinton como Melhor Atriz, mas indicou Rooney Mara. Não que a novata não mostre talento, mas quem assiste a “Precisamos Falar Sobre o Kevin” sabe muito bem que aquele talvez tenha sido o papel da vida de Tilda. Ela se entregou completamente para o papel, não assisti a nenhuma atuação tão surpreendente durante todo o ano. Logo é natural que a credibilidade do Oscar caia no meu conceito. John C. Reilly não tem quase nada a ver com a aparência do Franklin do livro. Apesar dele não ter muitos diálogos, só sua imagem é suficiente para o associarmos com um pai preocupado e que tenta simplesmente acreditar que seu filho é normal. Kevin se transforma na presença do pai, o que faz com que Eva sempre seja julgada como exagerada pelo marido.

A água como a vida aparentemente calma de Eva, até Kevin acabar com tudo com apenas um toque.

Ezra Miller parece que vem se preparando involuntariamente para Kevin através de outros papéis. Após interpretar um garoto com possíveis tendências psicopatas em outro filme de Cannes (Depois das Aulas), o jovem agora pode ser conhecido como o bad boy de Hollywood. A participação de Ezra como Kevin não é longa, porém marcante. Quem rouba a cena como Kevin é o ator mirim Jasper Newell, que provavelmente conseguiu a proeza de despertar a vontade de todas as mães, na platéia, de lhe dar uma bela surra.

Ela percebeu as tendências do filho desde o princípio

O defeito do filme é em alguns momentos deixar escapar a semelhança de Kevin com outros monstrinhos do cinema. É inevitável não lembrar de Damien de A Profecia. A diferença de Kevin para Damien é que o filho de Eva é praticamente uma abordagem nova sobre a psicopatia. Se em A Profecia, o menino não tinha um bom elo com a mãe por ser o anticristo, em Kevin a situação é explorada sem receio. A realidade é que muitas mães sofrem por não conseguirem ter uma boa ligação com seus filhos (exemplo disso é a depressão pós-parto), isso sempre foi visto de maneira assustadora pela sociedade, mas é algo que acontece. Em A Profecia, isso foi transformado numa fantasia onde a desculpa pela falta de vínculo materno ocorre pela criança não ser o filho verdadeiro do casal e, sim, do diabo. O que torna “Precisamos Falar Sobre o Kevin” tão assustador é justamente o fato de não haver fantasias. Kevin não é adotado e não é o anticristo. Eva teve muita dificuldade em gostar da criança no princípio, porque para ela aquele bebê significava a perda da independência. Nós sabemos que a criança sente quando isso acontece, o problema é a reação de Kevin. Quando a mãe tenta se aproximar dele, ele sempre recua e não deixa uma oportunidade de machucar a mãe passar em branco.

Eva imaginando o afogamento do filho

Há uma situação que talvez alguns não entendam completamente no filme, porém que fica bastante claro no livro. A cena em que Eva quebra o braço de Kevin num acesso de fúria pelo que o menino faz. O menino estava com um leve sorriso no rosto quando isso aconteceu. Kevin não contou para ninguém o feito da mãe. O que nos deixa intrigados é o porquê dele fazer isso. Ao mesmo tempo que Kevin mantém segredo, ele utiliza isso como arma para “aprontar” sem que a mãe o delate, senão ele conta sobre o braço. Mas, como todas as atitudes de Kevin têm dois lados da moeda. É possível também que ele não tenha contado para ninguém porque, como Eva cita no livro, aquele foi o único momento em que ele pôde se identificar com a mãe, pois se sua natureza era violenta ele buscava alguém com quem se identificar, e é terrível sua alegria quando a mãe demonstra raiva. Parece uma maneira de “atiçar” Eva como desculpa para também ver o lado obscuro de outra pessoa. Em uma das partes do livro, Kevin na escolinha convence uma menina com doença de pele a descascar a pele ruim (até sair sangue), como se desejasse libertá-la daquele incômodo ou fazê-la se machucar. Não há limites para as crueldades do menino até a adolescência, poucos notam sua verdadeira face, mas suas atitudes sempre possuem duas possibilidades. E o mesmo jamais demonstra culpa.

Kevin sente culpa?

Sobre o conteúdo, não é fácil para algumas pessoas ler os diálogos cruéis do livro. Por isso algumas coisas foram suavizadas no filme. Um exemplo são as visitas de Eva a Kevin, onde no romance há uma troca de farpas de deixar qualquer pessoa horrorizada com tamanha crueldade do filho e as respostas terríveis da mãe. No longa isso não aconteceu, deixando o silêncio tomar conta das cenas como uma forma de expressar a dificuldade que Eva possui ao ter de visitar o filho. No final da leitura e da projeção percebemos o porquê dela odiar o filho em tantos momentos. Mas não se assuste, você (leitor dessa crítica). Apesar do filme revelar que não há limites para a crueldade humana, também coloca a ausência de barreiras para o amor de uma mãe. Eva continua vendo Kevin porque ainda tem a esperança de que um filho que a ama esteja ali dentro. “Precisamos Falar Sobre o Kevin” prova isso da maneira mais realista possível. Enquanto assistimos a esse filme é importante ficar claro a quantidade de mulheres que estão passando por esse sofrimento de culpa ao presenciar a prisão do filho. A verdadeira pergunta que deixo aqui é: Será justo julgá-las sempre negativamente?

Tilda Swinton na cena mais emocionante, a da descoberta. Digna de Oscar.

Confiar (Trust. 2010)

Uau! Um filme que retrata uma realidade tão atual, e sem mascarar, com tanta verdade que me fez querer aplaudir a todos empenhados nessa produção. Também me leva a desejar que seja exibido e debatido em Sala de Aula. Mas não apenas com o Professor e os Alunos. Que estejam presentes profissionais da área psico, como também os da área de crime pela internet que envolva pedofilia e bullying.

Confiar” mostra um dos lados negativo da Internet, em primeiro plano. E no aprofundar nesse tema, abre-se um leque. Onde veremos que educar, criar filhos não há uma fórmula única a ser seguida. Mesmo se cercando de amor, respeito… é a  confiança mútua que deve prevalecer sempre. No filme “Pecados Íntimos” um pedófilo foi mostrado como alguém com distúrbio psíquico. Claro que foi válido traçar esse perfil. Acontece que também é uma Tara que pode vir de um cidadão acima de qualquer suspeita. Alguém que se cerca de todos os cuidados para não ser pego. Porque assim ele poderá continuar estuprando outras jovens.

Em “Confiar” também há o em confiar demais no des-conhecido que está do outro lado. Astuto, sabe como ir quebrando a desconfiança. Num jogo de palavras, faz o que quer da vítima. Contando ainda em fazê-la acreditar que são duas almas gêmeas que se encontraram. Foi o que fez, o de nick Charlie (Chris Henry Coffey) com a jovem de 14 anos, Annie (Liana Liberato). Ao longo de alguns meses, com bate-papos diários, Charlie foi se fazendo enamorar. Da parte dele, em segredar mentiras, como também em mentir a idade. Primeiro, diz ter 16, depois 20, 25… E Annie só foi ver sua idade real, no primeiro e único encontro com ele. Encontro esse que irá marcá-la para sempre.

Nem com o sumiço dele, nem com o agente do FBI a lhe mostrar que isso é muito comum, Annie deixa de acreditar que ele não a amou. Que só queria sexo. Ser o primeiro a transar com ela e outras mais. Então, se vira contra a amiga que notificou à direção da escola que Annie fora vítima de um pedófilo. Como também com seu próprio pai, Will (Clive Owen), que ficou transtornado.

Outro ponto a se destacar no filme, vem do trabalho de Will. Trabalhando com Publicidade, e com uma Marca para um público bem jovem, ele, e todos nós que assistimos, nos deparamos com o tanto de apelo sexual na venda de um produto. Em até que ponto é abusivo. Até que idade se quer alcançar. É a erotização atigindo aos muito jovens ainda. Annie virou mercadoria, e pior, um produto descartável logo depois de se doar na internet.

Eu preferi não me alongar muito, até por ser um Thriller, mas motivá-los para que vejam esse retrato 3×4 do que pode sim ocorrer onde a jovens com acesso livre a Internet. Um alerta que não nos deixa indiferentes. Nos mais, elogiar as performances de Clive Ower e Liana Liberato, estão perfeitos. Ela, em um momento me fez querer exclamar um “Acorda, Menina! Cai na real!”. Ele, me levou às lágrimas no final. Os demais atores também estão muito bem. E um aplauso em especial ao Ross, de “Friends”…rsrs Sério, agora! É que a Direção de “Confiar” é de David Schwimmer.

Um filme nota 10. Até pelo final, cruelmente real!

Por: Valéria Miguez (LELLA).

Confiar (Trust. 2010). EUA. Direção: David Schwimmer. +Elenco. Gênero: Drama, Thriller. Duração: 106 minutos. Censura: 14 anos.

Juno (Juno)

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Gravidez na adolescência… E agora?

Transar é muito bom! Mais há de se pensar no amanhã. Onde até os cuidados para isso, podem ser prazeirosos nas preliminares. Além das DSTs, corre-se o risco de uma gravidez. E se ela veio sem ser planejada… Fazer o que? O Filme “Juno” traz a mesa de discussão, esse tema: gravidez precoce.

Simplesmente, encantador esse filme! São raros os filmes que mostra esse universo adolescente sem os eternos clichês. De um jeito mais… mais real. Até porque, nós que passamos por essa fase, sabemos quais foram os nossos verdadeiros dramas; e queríamos respeitos por isso. Afinal, todos compõem essa tribo, quer seja um nerd, ou um alienado, ou um do meio-termo…

Merece elogios também por abordar algo que está em triste ascensão: gravidez precoce. Os problemas advindo com esse ato. Aborto… Adoção… Os Pais… A escola… Por aí…

Claro, que também para quem já conhece minhas resenhas… Nesse, EU dou um BRAVO por ser mais um que aborda o universo feminino sem estereótipos. E o faz com muito respeito. Ainda mais com algo tão feminino: a concepção. E o de querer ser mãe ou não. Pois não basta só gerar.

Outro grande trunfo está nos atores. Bela escolha de elenco!

Entrando na história…

Juno, tem consciência do que fez. Não fora algo apressado. Aconteceu, ou melhor é o quem tem grande chances de ocorrer: a gravidez. Ao contar primeiro a uma amiga, Juno nos conquista de vez!! É, o “pai” fica sabendo depois. E dentro de um todo aparato…

O lance seguinte, é contar aos seus pais. A mãe, mora longe; fez outra família. A presenteia com cactos… Juno mora com o pai e a madrasta… Contar, como contar a eles… Outro ponto alto do filme! A cena é perfeita! Os medos e anseios que passam na cabeça de cada um antes de ouvir… E no modo maduro, após a notícia. Afinal, já está feito…

Nesse ponto, há algo de muita maturidade. Algo que muitos adultos ainda não alcançaram esse nível de desprendimento. Quando Juno decide que uma outra família é que criará seu filho. E o faz com tanta naturalidade. Sem os preconceitos morais, religiosos tão comuns no mundo adulto. Eu amei!

Juno segue na escolha de um casal feliz, que se amam, que darão muito amor ao seu filho! Mas existe um casal perfeito? Uma criança precisa realmente de ter pai e mãe perto dela para ser feliz?

Juno e o Pai se querem muito bem. E durante uma conversa, querendo saber da tristeza dela… Ela quer saber se duas pessoas podem ficar juntas para frente. Ele então, diz: “Que o melhor a fazer é achar alguém que a ame pelo que você é. De bom ou mau humor. Feia ou bonita. O que for… Esse é o tipo de pessoa com a qual vale a pena ficar.” Lindo conselho!

E destaque também para a trilha sonora!

Ah sim! Já me disseram que não sou um parâmetro em saber se o filme tem trechos que emocionam ou não (hehe… por eu ser manteigona…) Bem, nesse para mim, teve sim. De lágrimas riscarem a minha face com algumas cenas.

Amei!

Por: Valéria Miguez (LELLA).

Juno. EUA. 2007. Direção: Jason Reitman. Roteiro: Diablo Cody. Com: Ellen Page, Michel Cera, J.K. Simmons, Allison Janney, Olivia Thirlby, Jennifer Garner, Jason Bateman.

Curiosidade: Diablo Cody levou o 0scar 2008 em Roteiro Original. E foi a sua estréia como roteirista. Premiação merecida!