Deixe-me Viver (White Oleander. 2002)

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Qual o melhor dia da sua vida?

No Filme Deixe-me Viver essa pergunta é feita a personagem jovem. E ela responde: “Hoje!” Por fazer mesmo a diferença, por ser aquele que temos a oportunidade de fazer algo. Como já disseram: o passado já foi, o amanhã quem sabe.

Uma sinopse do Filme: Após ser rejeitada, uma poetisa decide matar seu namorado usando o veneno de sua flor predileta (White Oleander). Condenada à prisão perpétua, sua filha então passar a morar com pessoas desconhecidas. E tem que aprender por conta própria a lidar com as frustrações da vida. 

São poucos os Filmes que nos brindam com universos femininos. Esse, merece ser visto. Mãe e Filha numa história que não nos deixa indiferente. À primeira vista: uma mãe forte, castradora; e uma filha frágil.

“O amor te humilha. O ódio te embala.”

A personagem de Michelle Pfeiffer chega a intimidar. Alguém que não vacila mesmo. Forte? Ou se esconde por detrás de uma couraça? E por que? De onde veio essa frieza? Ou por que fez o que fez sem pensar na filha? Que força era essa que quis tanto passar para a filha? Por que não pensou, pesou os seus atos, antes? Por que de tanto veneno oculto por tamanha beleza?

“_Mãe! Essas pessoas não são nossos inimigos. Nós somos: você e eu. Elas não nos machucam; nós que os machucamos.”

A jovem – personagem de Alison Lohman -, por sua vez tenta re-pensar, re-avaliar o que a sua mãe lhe mostra. Se sua mãe estava mesmo querendo fazer dela uma cópia. Seria para lhe proteger? Mas de quem? Ou de que? O por que de uma “armadura”? Sei lá, mas por mais que os pais queiram proteger, queiram ensinar como se defenderem, será outra história que eles, os filhos, irão vivenciar.

Verão quem é essa mulher. Que ficou mãe. Que seguiu por um caminho. Que fez o que fez. Que quis de algum modo transmitir, ou colocar na filha uma armadura. E uma jovem que apesar dos pesares:

“Não importa o quanto ela me machucou, não importa quantos defeitos tenha, eu sei que minha mãe me ama.”

Há outras personagens femininas que perpassam na vida dessa jovem. Que de alguma forma contribuem para o seu crescimento interior e solitário. Uma delas é da atriz Renée Zellweger que faz o oposto da personalidade de sua mãe.

Fica a sugestão! Um filme para ver e rever.

Por: Valéria Miguez. (LELLA)

Deixe-me Viver (White Oleander. 2002). EUA. Direção: Peter Kosminsky. Com Michelle Pfeiffer, Alison Lohman, Robin Wright Penn e Renée Zellweger. Gênero: Drama. Duração: 109 minutos. Baseado em livro de Janet Fitch.

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11 comentários em “Deixe-me Viver (White Oleander. 2002)

  1. oi Val!!!

    Muito bem ,assim mesmo, vai fazendo aos poucos e depois de um tempo vc vai ver como ele vai crescer!

    A música tá legal ….. o banner tá lindo!

    boa sorte!

    beijão
    😉

    E prá vc que começa no mundo dos blogs, veja a cfamigerada campanha contra os blogs lá no meu.

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  2. Sara,

    grata pela ajuda! O espaço é mais para postar meus comentários sobre Filmes. E com o youtube (vídeo) dará outra dinâmica.

    A foto que ilustra o Blog é daqui, da Baía da Guanabara. Um belo pôr-do-sol fotografada por um amigo, Paulo.

    E fui lá, comentar sobre a “propaganda” do Estadão contra os Blogueiros.

    Beijo grande,

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  3. Oi Nita!

    Feliz com sua visita!

    Não sei se viu esse filme. É que receio tirar o prazer de ver porque dessa jovem dizer isso. Bem, vou tentar… Seria como enfim cortar o cordão umbilical.

    Também quero só verificar qual foi, às portas da saída dela, a vida.

    Beijo grande,

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  4. Lindo amiga!
    Amei seu Blog e espero um sucesso
    definitivo, pq vc é uma batalhadora
    incansável neste mundinho, por vezes
    azul, por vezes negro que é a Net.
    E vc também sabe do meu deslumbramento
    ante a esta sua sensibilidade tão aflorada.
    Sucesso!!! Hoje e sempre!

    Bjão

    Darct

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    • Elen!

      Gratíssima! E volte mais vezes! 🙂

      Em relação ao filme… O mais interessante que mesmo fictício mostra uma realidade até atual. As penitenciárias femininas devem ter muitos casos como esse. E ele retratou muito bem!

      Como na época eu ainda estava começando a analisar filmes, e com a preocupação de não trazer spoiler, eu não explorei mais essa relação entre ambas. Talvez hoje eu faria um mergulho maior.

      Que bom que mesmo com uma análise bem resumida lhe ajudou!

      Beijos,

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