O Barato de Grace (Saving Grace. 2000)

É comovente ver a Grace levar adiante a tradição local de desrespeitar a lei. Isso nos deixa orgulhosos.

Grace (Brenda Blelthyn) após o suicídio do marido, descobre que além das muitas dívidas que ele lhe deixou, poderá também perder a casa que já pertence a sua família a muitas gerações. Suas habilidades são com plantas. Mas suas orquídeas não lhe darão o retorno financeiro e imediato que precisa.

Paralelo a isso e por ela entender de plantas, seu empregado, Mathew (Craig Ferguson), lhe pede para ir ver o porque de umas plantinhas dele estarem definhando. Que ele as mantém escondidas no terreno dos fundos da Igreja. Mesmo sabendo que se trata de mudas de maconha, condoída, ela resolve levar para a estufa em sua casa. No dia seguinte, Mathew fica admirado com a recuperação da planta. E Brenda ainda lhe mostra umas gemas aparecendo.

Mathew então lhe propõe uma sociedade. Brenda recusa, mas com a casa posta à Leilão, ela aceita.

Grace e Mathew, já de posse de uma boa quantidade da erva irão tentar vendê-la. De um traficante menor, um maior fica interessado. Pela erva ser de primeira qualidade. É, é algo criminoso. Eles estão cientes dos riscos. Mas que não deixa de ser engraçado para nós. É filme, esqueçam o politicamente correto. Relaxem! Nem é preciso um baseado para curtir o filme.

Essa comédia inglesa é de ver com sorriso nos olhos! Os moradores são divertidíssimos. A frase que coloquei no início já mostra um pouco do humor, do jeito displicente de ser dessa gente. De curtirem, todos sentados na pracinha, algo novo que vem da casa de Grace, à noite.

O cenário é lindo! O lugarejo fica à beira-mar! A trilha sonora é ótima! Esse filme entrou para a minha lista de que vale a pena rever. Ah! No final além de um – Pena que acabou! -, eu fiquei com lágrimas nos olhos.

Nota 10.

Por: Valéria Miguez (LELLA).

O Barato de Grace (Saving Grace). 2000. Inglaterra. Direção: Nigel Cole. Roteiro: Craig Ferguson. Elenco: Brenda Blethyn, Craig Ferguson, Martin Clunes, Tchéky Karyo, Jamie Foreman, Bill Bailey, Valerie Edmond, Tristan Sturrock, Clive Merrison, Leslie Phillips, Diana Quick, Phyllida Law, Linda Kerr Scott, Ken Campbell, Philip Wright, John Fortune, Bill Wheston. Gênero: Comédia. Duração: 98 minutos.

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11 comentários em “O Barato de Grace (Saving Grace. 2000)

  1. Olá caríssima, assim que vi o título do post, pensei num seriado que está passando na Fox (eu acho). Vi umas chamadas, mas a idéia é totalmente diferente do filme.
    Confesso que não gosto muito de comédias, sou daquelas que não conseguem achar graça da maioria das coisas.
    Não me ache estranha, por favor – mas é que eu realmente prefiro o bom e velho romance.
    A última comédia que eu assisti foi com a Meg Ryan – uma comédia romantica que acontece em Paris, a música tema do filme é lindíssima. Tem duas versões dela, uma com o The Mammas and the papas e outra com a Carly Simon.
    Beijos e tenha um excelente domingo…

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  2. Oi Lunna!

    Eu também estou no Nossa Via 🙂
    Com uma Coluna, às 6ª feiras. Com Sugestões de Filmes para o final de semana. Eu amei o convite da Sam!
    Minha estréia foi antes-de-ontem.

    Sobre Comédias, é o gênero que eu mais curto.

    Eu não tenho tv a cabo, mas ao pesquisar fotos para esse filme, vi que tem um outro “Saving Grace”. É, não é nem versão desse aqui.

    E creio que o último filme que vi com a Meg Ryan foi “Cidade dos Anjos”. Gosto dela!

    Beijão,

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  3. Lella, eu adoro o filme Mensagem para você que é com a Meg Ryan (é uma comédia romântica) com o Tom Hanks. Um daqueles filmes que eu assisto milhares de vezes e não me canso. Tenho a versão dele em italiano C´e Posta per te. Lindo.
    Não gostei muito de Cidade dos Anjos. Achei a história meio boba, mas gostei da cena em que ela desce a estrada de bicicleta. Previsível, mas interessante.
    Não gostei do filme A Teoria do Amor com ela, mas gostei de um estilo diferente, do qual não lembro o nome, mas ela faz o papel de uma escritora. A crítica foi muito dura com o filme porque ela fugiu do estilo boa moça, namoradinha da América, mas ela mostrou seu talento no filme e foi muito bom de ver as seqüencias que pedem muita atenção.
    Outro que eu não gostei e que todos dizem ser um excelente foi a primeira comédia romantica dela com o Hanks é Sleepless in Seattle (não sei o título em português).
    Bye.

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  4. Oi Linda!!

    Eu já vi muitos filmes com a Meg Rayn, mas de pronto, a menção do seu nome, o que me vem a mente é a cena dela simulando um orgasmo num restaurante 😀 eu adoro essa cena.

    . 🙂 É, eu que me achei o máximo está dividindo espaço com vocês no Nossa Via!

    Beijão,

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  5. Sobre o Barato de Grace, este filme é fantástico.
    Quando o vi pela primeira vez, era mais uma das minhas madrugada insone.
    Como adoro o humor ingles, mas dei muitas risadas com a classe com q Grace recebe a noticia do inventario, a amante gravida, a elegancia com que vai fazer seus negocios escusos. É um filme para ter em casa e ser visto e revisto.

    [:)]

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  6. Pingback: O Guarda (The Guard. 2011) « Cinema é a minha praia!

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