Lisbela e o Prisioneiro (2003)

Não sei bem como falar, tem pouquíssimo tempo que escrevo sobre filmes e em um caderno que ninguém lê… rs
Enfim, vou tentar.

É aquela história conhecida do malandro conquistador e a mocinha noiva.

Acabei de assistir e continuo com o sorriso bobo no rosto. Deve ser pelo final feliz de filme que termina com beijo apaixonado depois de tanta vontade de ficar junto. Mas Lisbela e o Prisioneiro me encanta e não sei bem o porque. Aplaudo as cores, a atuação, o roteiro, a trilha sonora e o jeito como me leva. Intercala o sentimento e a história de Lisbela com o filme que ela vê. E talvez seja isso que dê a esperança de acreditar, “o amor é filme“.

Em suma… Lisbela e o Prisioneiro derruba a máxima – muito em volga nos dias de hoje – de que um produto popular tem de ser necessariamente ruim.” ( Roberto Guerra).

Por: Isabela Herig.

Lisbela e o Prisioneiro. 2003. Brasil. Direção e Roteiro: Guel Arraes. Elenco: Débora Falabella, Selton Mello, Virginia Cavendish, Marco Nanini, André Mattos, Bruno Garcia, Tadeu Mello, Lívia Falcão, Paula Lavigne, Aramis Trindade. Gênero: Comédia, Romance. Duração: 110 minutos.

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19 comentários em “Lisbela e o Prisioneiro (2003)

  1. Olá Mateus!

    Viu a novidade por aqui? Agora também publico análises de filmes de convidados. Dando preferência a quem não tem Blog. Aqui terão vez.

    A Isabela aceitou o convite. E eu fiquei feliz. Até por ela ter trazido um brasileiro. O filme é gostoso de ver.

    Volte sempre!
    Beijo grande,

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  2. Oi Elvi!

    O que achou da novidades do Blog? Gostaria também de participar? Em ter um texto seu publicado aqui 🙂

    Se aceitar o Convite. Diz por aqui, que eu te encontro pelo email. Por onde poderá enviar seu texto.

    De preferência um que ainda não tenha sido comentado. No canto superior, à direita, há um busca. Por lá, fica mais fácil ver se o filme que queira falar se já existe ou não no acervo 😉

    Beijo grande,

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  3. É isso ai Bela…Viva o cinema brasileiro!!!!

    Graças a Deus..com algumas excessões, foi-se o tempo em que filme brasileiro era sinonimo de pornoxanxada…

    Lisbela e o Prisioneiro, assim como Alto da Compadecida e outros fora do genero como O ano em que meus pais, Mutum e o aclamado Tropa de Elite so provam a melhoria e qualidade das produções brasileiras…

    Claro que podemos melhorar mmmttoo mais, mas por outro lado fico orgulhoso de ver comentarios recentes sobre um filme brasileiro que nem é tao novo mais…

    beijuss.

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  4. Oi Nando!

    Senti saudades suas! 🙂

    Entre os que citou, não vi ‘Mutum’. E em relação ao ‘O ano que meus pais…’, eu achei que perderam em não aprofundar mais na relação do menino com o vizinho do avô. Dai, o filme para mim, ficou mais para um remember dos objetos, roupas, carros, fachadas de prédios… daquela época.

    Beijão,

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  5. Oi moça, olha, eu assisti esse filme, mas confesso que dormi. Não é muito o meu gênero. Gostei da atuação do Nanini, mas eu adoro esse ator, então sou suspeita para falar do trabalho dele. Mas é legal para um fim de tarde em que eu não tenha mais nada para fazer (rs)
    Eu não diria que é ruim, mas também não digo que é bom (rs).
    Beijossssssssss

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  6. Lela do ceu…pois é moça… vc nem acredita… eu estava visitando sempre aqui louco pra fazer comentarios..rss mas acabei comendo mosca e pelo visto perdi mmmttaa coisa boa que ocorreu aqui…rs

    Falar verdade eu tbm ate esperava mais do Ano em que meus pais… a critica elogiou horrores e imaginava quase um “A Vida é Bela” brasileiro…rss
    Mas por um lado o filme nao deixa a desejar..o foco da discussão gerou mais em torno do contexto historico mesmo.. a saida dos pais por causa da ditadura.. o vizinho rabugento que acaba cuidando do minino… enfim..fiquei de cara mesmo foi com a interpretação do guri..impressionante… Mutum tem seu lugar Lella..é bem triste…

    Otima restante de semana pra vc!!

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  7. Lunna!

    Saudades também de ti!

    Viu a novidade por aqui? 🙂 Análises também por convidados. Quer participar também? Enriquecer o Acervo.

    Eu também adoro o Nanini!

    Quanto a dormir vendo filme… outro dia mesmo, eu dormi vendo ‘Batman Begins’ na tv 😀

    Beijão, Linda!

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  8. Nando!

    Eu fiquei mal acostumada com as suas participações 🙂 sempre tão envolventes! Que faz com que a nossa troca de impressões vire longos e agradáveis papos cinéfilos!

    Sobre o ‘O ano que meus pais…’…
    O que eu senti falta, é algo que é muito mais explorado nos filmes, na transição da infância para a adolescência no masculino. Alguns filmes, essas cenas são belíssimas.
    Ex: no ‘Em busca da Terra do Nunca’, um dos garotos, com o Deep, na platéia vazia, enquanto os irmãos ensaiavam a peça… ele contando da doença da mãe… ali, naquele momento, ele amadurece… claro que é sempre um pequeno passo, mas já sendo um divisor de água…
    Era o que eu esperava no outro, com o período que ele passou com o vizinho do avô. Ai sim, o filme ficaria tocante.
    Enfim, eu fiquei decepcionada.

    Moço! Embora saiba que todos nós temos ‘n’ compromissos diários, não fique muito tempo sem aparecer. Dê pelo menos um ‘Olá!’, assim saberei que está bem 😉

    Semana linda pra ti!
    Beijo grande,

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  9. Muito legal a participação do pessoal e as dicas!
    Sumi daqui sem querer, mas voltei com uma novidade.
    Descobri um novo Festival de Cinema criado em Paulínia/SP. Sou do RJ e busquei as informações via Internet. Então é o seguinte:
    Dos vai-e-véns da história do cinema nacinal está claro que é um momento de crescimento gerando bons resultados, como o Fernando disse. ‘Mutum’ (Achei muito bom! Não li Guimarães Rosa e por isso prefiro não comentar a relação do filme com sua obra, mas como produção foi bem trabalhada) e ‘O Ano Em Que…’ (Esse tenho que rever, mas é um ponto realmente não ter investido tanto na relação do menino com o vizinho do avô e acabar buscando a reprodução daquela época).
    E então, a primeira edição do Festival Paulínia de Cinema ocorreu dia 04 de julho, junto da inauguração de um Theatro Municipal, projetado em 2005. A cidade não tinha cinema e um pólo cinematográfico estimula a produção. A prefeitura deixou claro a preferencia pelo investimento no cinema, mas a manutenção desse evento depende dos prefeitos sucessores, já que o atual não pode mais se reeleger.
    Fiquei feliz com a realização do festival, dos investimentos, da conclusão do Theatro (que espero ser acessível a maioria) e resolvi comentar. rs
    Fernando, ainda vamos melhorar muito. Mas o que faz a nossa diferença (já dizia mais ou menos assim um amigo meu) é a criatividade brasileira que contorna os baixos recursos para a produzir.

    Beijão!

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  10. Verdade Isabela…graças a Deus que a criatividade não tem preço nem necessita de tanta parafernalha tecnologica pra encantar ou impactar o espectador…
    O Mutum por exemplo que estamos falando, acaba fazendo isso com mta sensibilidade e sem nenhum “enfeite” sabe – a diretora foi tão ousada na produção que resolveu construir a obra de Guimaraes num filme com pouquissimas palavras e praticamente nada de trilha sonora…. a riqueza com que o menino thiago expressa o amor pelo irmão e o animal de estimação sob o olhar itenso e ingrato dos adultos já basta para transmitir ao publico toda profundidade da historia… É um filme que se SENTE muuuiittooo mais do que se vê compreende??
    Detalhe – os nomes dos personagens principais são os mesmos dos atores e praticamente TODO o elenco nunca participaram de um filme..

    To de volta Lella..rsss … vo ter que separar um horario bom pra ler tanta coisa boa que nao acompanhei…rss..te agradeço pelo seu carinho viu…

    No mais Isabela..perdoe-me pelo “Bela” no comentario 6..rss é esse sotaque de diminutivo mineiro que me deixa atrevido sem intenção…heheh

    Ate a proxima !!

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  11. Isso Nando!
    Você consegue dizer o que eu quero! hahaha
    Fiquei sabendo desses detalhes. Aliás, nunca participaram nem foram a um cinema. A primeira vez que o menino Thiago entrou em um, foi no dia da estréia e era seu aniversário!
    O cenário também transmite muito aquela vida que levam. A sensação de que o tempo não existe ali e a vida é aquilo, a terra.
    Tranquilo, pode chamar de Bela. =)
    Escreve sobre Mutum?
    Um beijo Lella e Fernando.

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  12. Puxa Isabela..isso é tarefa dificil viu…mal sei como consegui escrever estas poucas palavras acima..quanto mais um texto que expressa toda beleza de Mutum…rss
    Mas prometo que vou tentar rabiscar alguma coisa..

    Vou ate aproveitar e recomendar um outro do genero que, por incrivel que pareça, me surpreendeu mais que Mutum..é um filme israelense denominado EXUBERANTE DESERTO…este tambem é merecedor de textos, comentarios e muiittooss elogios….

    No mais, só reforçando o pedido da Lella – Faz favor de compartilhar no grupo o conteudo do caderninho que, segundo vc, “ninguem lê”….rsss se seguir a linha do Lisbela e o Prisioneiro que vc escreveu, pode mandar patentear e autenticar em cartorio..hehe

    bju pra vcs!!

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  13. Nando!

    Que ótimo que aceitou escrever sobre ‘Mutum’! Aproveite e escreva também sobre o ‘Exuberante Inverno’ 😉

    E que ótimo também que veio se juntar ao coro para que a Bela traga mais textos desse caderno 🙂

    Beijão nos dois!

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  14. Oi!!
    estou fazendo um trabalho do meu curso de cinema e escolhi este filme,Lisbela e o prisioneiro, é realmente muito bom. Então eu li, e gostei muito da sua análise!!
    Algo que você falou que é muito legal e é esquecido pelas resenhas críticas, é sobre as cores. Pois as cores escolhidas, para o figurino e cenário dão ao filme um novo sabor.

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  15. Olá!
    Aos pouquinhos consigo passear por outros filmes e dar uns palpites. Lisbela e o Prisioneiro ficou no coração da minha família pois é muito romântico e aquele rapaz que chega do Rio de Janeiro, na verdade o que foi desprezado, falando diferente é a cara do meu pai, que trabalhou por 10 anos em Cabo Frio e voltou para a Paraíba, conheceu minha mãe e casaram. Nos anos 60 isso era muito comum! Filme divertido, cheio de comentários que fazem pensar ( só para lembrar: a Igreja que Leléu cria na sela da prisão e dá um jeito de considerar o carcereiro casado à moda dele…rsrsrsrsrs) e ao mesmo tempo dá vontade de comer pipoca e cantar a música tema: Agora…que faço eu da vida sem você…Amei!

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