Batman – O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight. 2008)

Domingo, Cine Palácio, Rio de Janeiro. Não consigo de imediato saber se a fila para a compra de ingressos está maior que a fila para entrar na sala e a fila da pipoca não fica muito distante em tamanho também. Bastante gente, vozerio, confusão. Pela primeira vez deixei de assistir a um filme do Batman na estréia. Estrategicamente, abandonei os shopping e deixei pra vir no domingo, que segundo dica de amigos, os cinemas no Centro estão vazios. Meus amigos devem ser muito tagarelas, pois, inteligentemente todo mundo traçou a mesma estratégia, e lá estava eu enfiada no meio de uma bem comportada multidão (ainda assim multidão) e sem o ar condicionado do shopping o que me fez pensar se não havia traçado uma estratégia suicida… But, no stress, o morcego merece!

Não me preparei para ver esse filme, apenas me concentrei para o baque triste que seria ver o Heath Ledger. Não li nenhuma crítica e não perguntei a ninguém. Ao ‘Batman Begin’, assisti 4 vezes, a este precisarei multiplicar esta quantidade em função de tanta qualidade, porque é um BAT FILME! O filme é sobre o Duas Caras, tem um Coringa que será inigualável (entendo que nunca é tempo demais, no entanto mantenho: inigualável = jamais será igualado.), tem metáfora da vida de como o homem perfeito deixa de sê-lo, tem diálogos muito legais pra um filme de ação. Ação? Não só, mas também. Batman é um filme com bastante ação, muito suspense, algum drama, uma pitada de romance, que desencadeia tudo o que acontece no filme e ainda mostra que para grandes atores não existe participação discreta, leia-se, Michael Caine e Morgan Freeman. Duas horas e trinta e cinco minutos e achei pouco.

Acontecendo quase que totalmente à noite, todas as cenas são bem visíveis, inclua-se aí as de lutas, totalmente superiores às dos outros filmes. Batman se torna mais um personagem no meio de tantas excelentes atuações, mas retoma a sua veia de detetive, mostra toda a sua inteligência e mostra que não é tão dependente da criatividade genial e conhecimento tecnológico do Lucius Fox (Morgan Freeman).

Creio que seja a melhor história que já vi em filmes de super-heróis. E aí todo mundo já sabe a resenha sobre Gothan. Na cidade tomada pela corrupção e outros crimes, Batman ganha o reforço do promotor Harvey Dent (Aaron Eckhart), o “Cavaleiro Branco” legítimo representante do povo, que luta sem máscara e sem medo de colocar a “bagaceira” do crime atrás das grades. Com quase toda a máfia na cadeia, os remanescentes em liberdade aceitam uma proposta de um louco corajoso e anarquista que não quer o poder, quer instaurar o caos na cidade, quer levar as pessoas ao seu limite.

Sim, o Coringa de Ledger é o mensageiro do caos, aquele que quer mostrar que todos tem um lado oposto ao lado bom e que, bem manipulado vem à tona e prevalece. É como se ele soubesse a moeda de troca de cada um, ele sabe os valores de cada uma daquelas boas pessoas e faz o que precisa fazer pra ver esses valores ruirem.

Estranhei dessa vez a voz de Bale, acredito que seja porque neste filme, Batman fala muito mais que no anterior, onde só falava frases curtinhas. Mas se em Begins víamos um Batman que sabia se controlar, nesse Cavaleiro das Trevas o bicho pega! O Coringa tira realmente esse Batman do sério. Na cena do interrogatório na delegacia, vemos o nível da loucura desse Coringa que me pareceu um endemoinhado com alguns trejeitos de Jack Sparrow à beira de uma crise manicomial, histriônico, absurdo, assustador e pasmem: engraçado. Nesta cena, o maluco parecia agregar à sua loucura o efeito de qualquer droga que tenha adormecido o seu couro. Tudo para o descontrole do nosso herói! E se numa cena anterior Batman repreende o promotor de que não era certo trucidar um capanga debilóide do Coringa, à frente do palhaço ele se esquece disso e “manda ver” até perceber que ele não assusta o palhaço malvado.

É realmente um grande filme, uma grande história, uma grande direção e como se não bastasse, recheado de grandes interpretações. Umas poucas bobagens passam pela nossa cabeça quando por exemplo, tentamos entender como o Coringa consegue plantar tantas bombas em tantos lugares sem que ninguém veja e como fica no hospital um paciente tão importante, mas essas questões são expulsas da nossa mente mediante o que vemos na tela.

Eu particularmente fiquei com uma sensação de que o meu herói perdeu e perdeu feio. Sossego, amor, amizade e um tanto do juízo. E não é pra menos, afinal, testemunhei como um cidadão do bem, parceiro de luta pela justiça pode transformar-se num vilão depois de perder o que mais significava pra ele, deixando-se naufragar no ódio e na vingança. Senti uma certa mensagem de desesperança, amargura nesse nascimento do Duas Caras. Ver o promotor acima de qualquer suspeita, transformar-se num feio e deformado me pareceu uma metáfora do que acontece quando perdemos o controle e nosso emocional vai para onde não consegue mais voltar. Mas que maquiagem! Só acho que ele falou bem demais, Se o Coringa queria mostrar que a verdadeira face de Harvey Dent não era a que todos viam, consegue. Aliás, neste filme, Coringa consegue quase tudo, só não consegue matar o eterno morcego e é neste filme que se conhece em profundidade a BAT ALMA do morcegão.

Em tempo: Não vi o Heath Ledger, só o Coringa estava lá…

Por: Deusa Urbana. Blog: Deusa Urbana.

Batman – O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight). 2008. EUA. Direção e Roteiro: Christopher Nolan. Elenco: Christian Bale, Heath Ledger, Michael Caine, Gary Oldman, Aaron Eckhart, Maggie Gyllenhaal, Morgan Freeman, Eric Roberts, Cillian Murphy. Gênero: Ação, Crime, Drama, Suspense. Duração: 152 min.

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29 comentários em “Batman – O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight. 2008)

  1. Deusa!

    Antes, Grata por aceitar o convite! E por compartilhar conosco a sua emoção ao assistir um filme! Bem-Vinda ao clube 🙂

    DU! Seu texto ficou bárbaro! Me fez querer adiantar a fila dos filmes para assisti-lo. Muito embora, ainda querendo com uma Sala quase fazia.

    Depois volto para trocarmos idéias. Gostei do que falou do Coringa!

    E que traga outros mais.

    Beijo grande,

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  2. Vou voltar sempre com essa generosidade de elogios!
    rsrsrs . Muito obrigada!Relendo agora publicado, senti falta de várias outras observações que na hora me escaparam. Vou guardá-las pra discutir depois que vc ver o filme.
    Se vc é do RJ, a melhor opção é mesmo os cinemas do Centro nos fins de semana (pref.domingo). Tem um movimento anormal para findi, mas não é nada tão complicado. No Palácio colocam umas senhorinhas, only duas, na bilheteria e elas já esqueceram que jovem tem pressa e o filme tem hora pra começar, são muito leeeeeeeeeeeeennnnnnnnnnnntaaaaashshshshs (entende?) A sala tem 229 lugares e havia uns poucos lugares vazios, ou seja, é muito mais problema adm do que excesso de platéia. E depois, minha querida, aquele café impagável no Odeon com pão de queijo pra comentar o filme na esquina, huummmm! O chope acho caro. Se vc for de chope corra pra Cinelandia, o debate esquenta e dá pra falar alto….
    Obrigada pela oportunidade, vc é muito generosa.Até!

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  3. DU!!

    se quiser acrescentar, alterar, algo no texto, fique a vontade. Pois o mesmo ocorre comigo. Vendo o texto publicado, acontece de vir algo mais. É é só me dizer num email o que quer 😉

    Em relação a ‘dividir esse palco’… eu gosto muito disso! E até por isso, que eu curto tanto o Harém. Por tê-lo como um Blog de Todos!

    Então, com um dos comentários do Fernando, eu pensei: ‘Um texto desse, tem mais que está na parte de cima!’ Fiz o convite, ainda timidamente. Com o entusiasmo dele em aceitar o convite… Foi a deixa para fazer outros mais 🙂

    Sobre ir ver o filme… vou programar uma ida a capital.

    Beijão,

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  4. Carammbaaa viu… Eu fico preocupado de mais de ler textos como este Deusa.. hihi
    É que ele está tao assombrosamente bom, que tenho medo de me decepcionar com as imagens comparando com toda sua análise e ilustrações sobre o filme.. hhah

    Já ouviu falar daqueles filmes baseado em obras de escritores que na maioria das vezes são mmmttoo piores do que o livro?? (O Senhor dos Aneis… O Caçador de Pipas… Nárnia)….pois é… agora vão inventar tbm que um filme pode ser mmmttoo pior do que a reflexão de um fã.. KKkkk…

    Esse batman ta com cara de ser simplesmente inesquecivel.. mas vou tentar assistir o filme sem me lembrar dos seus comentarios pra nao cobrar de mais..rsss

    bjoss..

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  5. Oi, DU!
    Aproveitou bem a chance de comentar o “meu filme” rsrsrsr Parabéns!

    Também tive essa ótica de o Coringa ser um produto da sociedade que deseja mais que tudo desestabilizá-la. Afinal ele não quer ser chefe da máfia, não quer ser gênio do crime e toca fogo naquela montanha de dinheiro vivo. Ele quer perturbar, zuar, pentelhar mesmo!

    Ele deseja matar o Bátimaaaa, propõe isso à cambada mafiosa, mas não o vi tentando matar o Bátima pra valer. Ele quer o não matar o Bátima?

    A entrega estilo fast food do chinê em foi demais!
    Vc percebeu quantas vezes o público aplaudiu na sessão que vc foi?

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  6. Lella, estou querendo uma opinião: dá para levar meu filho, de 8 anos, para ver o filme? Ele amou Homem de Ferro, mas esta série do Batman acho meio dark demais. O que me diz?

    P.S. Achei legal que abriu para convidados!

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  7. Rozzi,

    isso do Coringa não querer matar o Batman, me faz pensar no Hannibal.

    E sobre escrever sobre esse filme, se a DU não se importa, você abre com um seu no Harém. Depois a DU linka com o dela 😉

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  8. Olá, Valéria!
    Tá tudo tranks! Melhor a DU postar lá, achei que analisou magnificamente! E seguimos o papo por lá, na boa. À medida que mais pessoas virem o filme vai ficando mais bacana. E ela combina muito bem com a comunidade não acha?

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  9. Rozzi,

    por mim, tudo bem também! Mas acho que poderia colocar o seu na íntegra por lá 😉 Até porque, dependendo dos participantes, os fóruns tomam rumo diferentes.

    Sem contar, que aqui teremos a companhia do Nando 🙂
    Ele não tem orkut.

    O texto da DU ficou muito bom sim!

    E sobre o que a Sam perguntou, o que você acha: dá para levar uma criança para assistir esse filme?

    p.s: estou tentando colocar os retornas das postagens em dia.

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  10. Oi, Sam!
    Já que a Lella deu essa “deixa” e eu adoro um pitaco…

    Olha, o filme é maravilhoso, sei que há crianças de 8 anos e crianças de 8 anos, mas sinceramente,como mãe não acharia apropriado para um filho meu de 8 anos.

    O Homem de Ferro é um filme, digamos, autoexplicativo, bem linear, tem uma trama mais simples para se entender.

    O Batman me parece, é uns 20/30 minutos mais longo, tem algumas cenas muito rápidas. Tem uma cena que o Batman larga a mão (espanca) no Coringa e algumas cenas em que o Coringa brinca com uma faca muito perto do rosto de alguns personagens.

    Sem contar que a metade da cara do Duas caras fica algo esqueleto, sabe, aquele da Múmia. Não sei como repercutiria na cabeça do seu guri, o que esle está acostumado a assistir. O meu já tem quase o dobro dessa idade, daí ando meio desatualizada.
    Espero ter ajudado. Bj

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  11. Mariposo!

    Saudades de ti!!

    Hehe… Eu gosto de ver filmes comendo algo. E dependendo da duração 😀 já levo uma quantidade razoável.

    É, pelo visto o filme não terá críticas negativas.

    Beijão,

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  12. Batman – Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight,EUA,2008, 152 mins)
    Nota: 9,5 – * * * * *
    Por Wendell Borges – 21/07/2008

    Comentário: Heath Ledger(1979-2008) personifica com total perfeição o clima sombrio que um personagem do mal precisa ter para carregar o espectador com o medo e os calafrios necessários e nos despertar uma coisa inexplicável chamada emoção. É com estas palavras que inicio o comentário de uma das, senão a melhor adaptação de histórias em quadrinhos para as telas de cinema. O filme consegue criar o ambiente propício para que muitas das coisas absurdas que acontecem na tela se tornem naquele universo fictício algo completamente crível. As discussões em torno da maldade humana, o jogo psicológico entre o coringa e o Batman de Christian Bale, o melhor ator que encarnou o herói em todas as adaptações já feitas e sem exageros, a fotografia que trabalha bem as sombras e a escuridão envolvente ajudando a ambientalizar a narrativa. Enfim, as bilheterias e a crítica especializada não estão falando bem do filme à toa, ele tem muito mais qualidades que defeitos e a carga emocional que ele nos provoca em um filme de super-heróis já é digna de louvores. O diretor Christopher Nolan que também assina o roteiro junto com David S. Goyer confirma o talento repetindo a dose e nos mostrando um Batman cada vez mais sombrio num universo apocalíptico e com dramaticidade o suficiente para sustentar o filme sem ser preciso cenas rocambolescas de ação e efeitos digitais desnecessários. Pena o ator Heather Ledger ter falecido, o cinema e a arte perderam muito com este talentoso ator partindo para um outro plano de vida. O próximo filme com certeza não será o mesmo sem este coringa.

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  13. Concordo com Wendell, o longa é fantástico . é um relato sério e pertubador sobre o lado mais obscuro do homem, aquele que tentamos esconder,que controlamos e mantemos a sete chaves.Os personagens , de fato parecem pessoas reais , por isso o espectador se sente tão incomodado e o filme tem gerado discussões, críticas positivas, recordes de bilheterias e de público.O diretor ousou fazer uma adaptção de banda desenhada inteligente e acertou em cheio.Apesar da sensação incomoda que o longa provoca , atrai e fascina, dá vontade de rever …e rever até anestesiar.O Coringa de Ledger é a personificação do caos, o Batmam deseja a ordem,mas, a interdependencia entre eles é doentia.O Coringa não é diferente dos pacientes psiquiátricos abandonados pelas famílias em hospícios,ou seja, ele não tem identidade,amigos,amantes,esposa,passado ou futuro, nada….A única ambicão do coringa, além de espalhar o medo e o terror, é ser o complemento do Batmam,pois, assim ele cria a ilusão de existir.Por causa disso ele aceita um espancamento do “outro” com gozo. O Coringa precisa de “ar”.Ledger deve ter buscado seus mais sombrios demonios para conseguir uma perfomance tão perfeita de um psicótico.Nolam e Ledger foram fundo na psiqué humana.

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  14. Finalmente assisti!

    É, esse já entrou para a Galeria dos Clássicos.

    De imediato, eu destacaria que mesmo de longa duração, ele nos prende a atenção do início ao fim. Deixando até no final sim, um gosto de: ‘Ué! Acabou!?’ Sim. Além de não sentir o tempo passar, fica um querer ver mais.

    Sobre a relação do Coringa com o Batman…
    Me fez também pensar do Hannibal com a personagem da Jodie Foster. Não é a minha praia saber sobre o comportamento dos psicopatas, mas a grosso modo, e pelo pouco que eu sei, eles meio que elegem um para acompanhar suas atrocidades.

    Depois volto para falar mais do roteiro e das performances. Ainda estou em êxtase!

    Esse filme é daqueles de ver e rever, sempre!

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  15. Também concordo que só o Curinga estava lá… Por isso o ator atrás do papel morreu!
    Até hoje, ninguém ENCARNOU um personagem dessa monta e continuou vivo pra contar a história…

    Bem, não sei se já haviam pensado, mas o Curinga é UM Trickster… Não é mau, nem bom: ergo sum quae sum! Just that!

    Não gosto dos filmes do Batman e continuo não gostando… Gostei desse, porque é um filme do Curinga… Curinga no Curinga e Curinga no Batman. Os dois (e o Curinga diz isso claramente, são MUITO parecidos)

    iNTÉ,
    TrICkS

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  16. Huahauhauahua…
    É verdade! Tanto é que o Nicholson continua vivo e o Ledger, morto!

    Também concordo que o Curinga seja sombrio… Mas trata-se de uma sombra diferente porque não está na polaridade bem-mal. Tem consciência própria… É o problema do Trickster!

    bjks

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  17. Lellilca,
    Por definição, a consciência separa as coisas nesta polaridade, e, por isso mesmo, é que salientei a ausência desta polaridade. Algumas consciências são mais parciais, outras menos, mas, como toda consciência vai formando valores, o juízo que eles implicam leva a este eixo (bem-mal).

    Pense na cena em que o Curinga enfia uma caneta (ou lápis, não sei) na mão de um vilão… Isto acontece de forma quase coreografada… Como se o Curinga já soubesse o que iria ocorrer E se preparou para tal deixando o objeto à mão. Bem, desse jeito que escrevo, fica frio… Mas, não se lembrar desta cena e, ao mesmo tempo, não ter um juízo sobre ela beira o impossível. É desta forma que vão se formando os juízos e os eixos de polaridades (os quais podem ser além do eixo bem-mal).

    Penso que isso seja reforçado pelo fato de que a sombra TAMBÉM se forma pela parcialidade da consciência e, desta forma, é também parcial E é complementar à consciência.

    Filosoficamente falando diria o seguinte: o Homem é dual e percebe o Universo da mesma forma, pois tem dificuldades de unir as polaridades que o compõem.

    Indo um teco além, chamo nossa atenção para o fato de que o Curinga está um passo além disso… Quase nietzchiano, está além do bem e do mal… Suas atitudes seguem outra lógica e, justamente por isso (penso), seu papel foi além do Batman… O morceguito ainda está preocupado em ser bonzinho: “um menino que não faz pipi na cama”!

    Só por fim, falei do seu blog pros meus alunos… Uma das salas terá Batman e o Cavaleiro das Trevas como um dos filmes possíveis para uma crítica psicológica. Vamos ver o que rola! ;-)))

    bjks

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  18. Tricks,

    esse é um filme que pretendo rever. Até para falar mais sobre ele, com mais detalhe.

    E já que o colocou em sala de aula… Gostaria de saber da cena com os explosivos, ou melhor, o detonador em grupos divididos.

    O Curinga… tirando a patologia… ele seria o advogado do diabo da pessoa pra si mesmo.

    Ah! Leva pra sala de aula também o filme ‘Um Estranho no Ninho’. Tem um texto meu no blog.

    Beijão,

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  19. Na minha míope opinião, não podemos falar de patologia… Explico: a pessoa Curinga (se existisse) teria uma patologia, mas, o personagem e aquilo que ele representa não está na esfera do humano conforme a Psicologia entende… É um arquétipo quase puro. Ou seja: ele é o que é e não pode ser reduzido à esfera humana. Quando um homem se identifica com um arquétipo, geralmente acontece o que aconteceu com o Ledger: morte!

    Quanto à cena dos explosivos, vou rever dia desses e comento, ok?

    O Estranho no Ninho era um “boom” nas turmas anteriores à minha na facul… Quem sabe ano que vem uso em alguma disciplina.

    Mais bjks

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