Trainspotting – Sem Limites (1996)

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Pelo que estou lembrado do ano… achei a melhor produção de 96 sem sombras de dúvida. Assisti mais pela curiosidade pois havia assistido o primeiro filme de Danny Boyle (COVA RASA) e achei interessantemente diferente. Enquanto o primeiro apareceu meio tímido na telona, esse teve direito até a Outdoors com a data do lançamento.

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A visão é fantástica!  Pois as produções de até então mostravam o viciado como uma vítima de tudo que gira em torno de seu vício (como no caso de Diário de um Adolescente de 95). Já o filme de Danny Boyle não! Se afundam no vício sujo sem serem vítimas… são protagonistas! As fusões de realidade e surrealismos das viagens incomodam e Ewan MacGregor desponta como o astro que se tornou. Eu ja havia gostado de seu papel em O LIVRO DE CABECEIRA (96) e inclusive por isso assisti COVA RASA (95). E inevitavelmente parti para a dobradinha Boyle/MacGregor. O resultado não podia ter sido melhor!

O filme é uma pancada na cabeça, psicodélico, diferente, diverte… fora a trilha sonora fodástica com muito som Made in UK. Destaque especial para “Born Sleep” do Underworld que despontou com a trilha e 12 anos depois continua firme e forte.

Uma realidade dura e suja sendo utilizada para a realização de um filme ousado e marcante.

Por: Korben Dallas.

Trainspotting – Sem Limites (Trainspotting). 1996. Reino Unido. Direção: Danny Boyle. Elenco: Ewan McGregor, Ewen Bremner, Jonny Lee Miller, Kevin McKidd, Robert Carlyle, Kelly Macdonald. Gênero: Drama. Duração: 96 minutos. Baseado em livro de Irene Welsh.

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6 comentários em “Trainspotting – Sem Limites (1996)

  1. Posso dizer que só lendo a resenha já fiquei arrepiada?

    Nossa, tenho esse filme, já assisti algumas vezes, mas sempre fico extremamente nauseada ao vê-lo. A veracidade e a violência do problema em questão é muito chocante…

    Mas um excelente filme, hehehehe, com o meu queridinho mais uma vez perfeito, é lógico! :o)

    Beijos

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  2. Pingback: Juventude Rebelde (Kidulthood) « Cinema é a minha (nossa) praia!

  3. O filme não só mostra como é ser um viciado, mas também transforma o espectador em um. Através de cenas surreais, quase sinestésicas, mergulhamos junto com os protagonistas em seus vícios, anseios e delírios. “Trainspotting” é um filme no mínimo apaixonante. Relativiza a idéia dogmática do senso comum sobre o uso de drogas e coloca em xeque os conceitos de liberdade e individualidade. Ideal para pessoas críticas e reflexivas que se recusam a serem aprisioneiras na imanência do mundo.

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