CASABLANCA – O ENLATADO Clássico

CASABLANCA é o meu Clássico de cabeceira.

Em tempos de remake, já que os roteiristas hollywoodianos  andam sem criatividade,  sonhei que este filme entrava na lista dos remanufaturados. Seria uma boa ideia? Tenho lá as minhas dúvidas. Como seria um novo “The End’? Uma releitura, quem sabe, transformando o amor impossível em final feliz. A viagem. “Esse é o início de uma bela amizade” A memorável frase veio desta película.

Clássico e famoso, dirigido por Michael Curtiz e lançado em 1942, com base na peça Eveybody Goes to Rick, de Murray Burnett e Joan Alison, a fama em torno deste cult não parou de crescer ao longo de décadas. A trama é uma mistura de amor frustrado por questões em torno de morais, sacrifício e honra e, para usar um termo da época adultério.

Há uma coletânea de frases cliches, como: “Com tanta espelunca no mundo ela tinha (colisão) que entrar na minha”, “Prendam os habituais suspeitos”, “Toque Sam, toque As Times Goes by”. O filme, aliás, também ficou famoso por frases sui generis, como “Play it Again, Sam”, título do roteiro de Woody Allen, que interpreta um devoto de Humphrey Bogart, em filme de 1972 dirigido por Herbert Ross (no Brasil, “Sonhos de um Sedutor”).

É um dos filmes que tratam de cartas de amor na telona: Casablanca, Nunca te Vi, Sempre te Amei, Ligações Perigosas, Beijos Proibidos, Rastros de Ódio, Lolita, A Essência da Paixão etc.

E o bilhete de amor mais famoso da história do cinema foi escrito por Isa para seu grande amor Richard. Diz assim:

“Richard, não posso te acompanhar ou te ver outra vez. Não pergunte porquê. Apenas acredite que eu te amo. Vá meu querido, e Deus te abençõe. Isa”

Um curiosidade sobre CASABLANCA:

O filme foi colorizado em 1988 para ser exibido na televisão. Ficou show! Ahahahaha… Lembro que cheguei a gravar em VHS, só me desfiz dessa fita há pouco tempo com a faxina anual. Os cinéfilos deste museu, reclamaram muito, acharam um  absurdo, e somente em 1992, quando o filme completou 50 anos, fizeram a correção o que chamaram de erro, e foi exibido, na telinha, a tão aguardava versão original restaurada. Quem tem a cópia colorizada tem uma fortuna. Bem o mal, tem gente que fatura com autógrafos, o papel de bala do artista, a sobra do sabonete, e tantas coisas que se fica sabendo dos bastidores e fora dos holofotes que é impróprio comentar aqui neste horário.

Ilsa: Toque uma vez, Sam. Pelos bons velhos tempos.
Sam: Eu não sei o que você quer dizer, Senhorita Ilsa.

Ilsa: Toque, Sam. Toque “As Time Goes By”.

Karenina Rostov.

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