13 comentários em “O Discurso do Rei. Um Bullying no Seio da Família Real Britânica

  1. Então essa questão de babá maltratar criança vem de longe… nos temos atuais é sempre notícia nos meios de comunicação.

    E a famíla de Albert / George VI tem uma parcela de responsabilidade pelo garoto ter ficado gago, afinal, como disse o seu ‘médico’: “Nínguém nasce gago ou se aprende a falar gaguejando”, fica-se com o problema por questão emocional ou psicológica. E o garoto era destro, graças à ignorância dos pais, não tem nem como ficar sem seqüelas… isso só contribuiu para que o problema aumentasse…

    Menos um problema o rei não ter ficado traumatizado.

    Até há pouco tempo atrás existia preconceito com pessoas canhotas.

    A minha irmã mais velha foi obrigada pelos meus pais a aprender a usar a mão direita na marra.

    Filmaço! Nota 10. 😀

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    • Eu já acho que ele ficou traumatizado sim. O que acontece é que às vezes só vem à superfície, quando confrontado.

      Um exemplo seria quando se exasperava, tornando-se extremamente rude. Que para mim, era uma reação não condinzente com a personalidade dele.

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  2. Karenina,

    É muito difícil discernir se uma criança tem gagueira logo quando começa a falar, quando ela está produzindo apenas palavras isoladas. É somente quando começam a juntar as palavras e formar frases mais complexas que a gagueira começa a ser percebida, pois é nesse momento que algumas áreas do cérebro relacionadas à automatização dos processos sintáticos da fala passam a ser solicitadas.

    Por essa razão é que se diz que “Ninguém nasce gago ou aprende a falar gaguejando”, e não porque o problema seja causado por questões psicológicas ou emocionais.

    Hoje a ciência oferece uma compreensão bem mais sofisticada da gagueira do que era possível na época retratada no filme.

    Assim como acontece com o autismo, a ciência já provou que a gagueira também possui carga genética ( ), mas os pais e as próprias pessoas que gaguejam ainda se culpam muito por achar que a causa é emocional.

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    • Oi Luiza,

      o lance é que o pai e o irmão tripudiavam dele. Dai ele ia se interiorizando.

      Quando o correto seria ver em qual fonema a criança está tendo maior dificuldade e ajudá-la.

      Agora, sem sombra de dúvida esse filme traz às mesas de discussões os traumas que o bullying deixa. Inclusive dificuldade em falar em público.

      Vou reeditar os vídeos, para que apareçam.

      E bem-vinda!
      Volte mais vezes!

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    • Hoje cedo, zapeando a tv, estava passando “Um Peixe Chamado Wanda”, onde o personagem que é gago, deixa de ser quando faz um enfrentamento, e a si mesmo.

      Acho que após “O Discurso do Rei” iremos dar mais atenção a esse problema. Com um olhar mais gentil.

      Com isso: God Save The King 😀

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  3. Gente,

    Eh vivendo e aprendendo… o meu irmao eh gago…..e olha que desde de crianca, ele faz tratamento, e nada!

    Tem no filme, a cena que Rush coloca a musica, e pede a Firth ler Hamlet, que eh bem interessante, e que funciona no meu irmao, tbem! O unico momento, que ele nao gaga eh quando canta….ou fala em uma lingua estrangeira!

    Mas nao sabia que a gagueira tinha um peso genético!!!!

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    • Luiza, como esse outro vídeo é sobre o Autismo, vou deixá-lo visível nesse seu outro post. 😉

      E eu gosto muito dessa interação: Filmes & Fatos. Venha sempre nos trazer mais dados.

      Beijos,

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  4. Pingback: A Menina que Roubava Livros (The Book Thief. 2013) | Cinema é a minha praia!

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