Slideshow: Presenças Femininas por Aqui (2009 e 2010) – parte II

Ainda dentro do espírito de Homenagear as Mulheres… Mais uma coleção de Filmes analisados aqui no blog entre 2009 e 2010 em destaque as personagens femininas.

Bateu curiosidade em ler as análises basta digitar o título do filme no busca aqui do blog. Apareçam por lá e deixem os seus comentários!

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Slideshow: Presenças Femininas por Aqui (2008 e 2009) – parte I

Uma singela homenagem a nós mulheres com essas personagens Femininas em Filmes analisados entre 2008 e 2009:

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Série: SMASH (2012 / 2013)

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Pela Volta da Série Smash e com Novas Temporadas!

Os norte-americanos não gostam mais de Musicais? É uma pergunta que não cala! Tudo porque uma excelente série como “Smash” foi cancelada por conta da baixa audiência por lá. Isto é um absurdo em meio a tantas Séries “bobinhas” criadas anualmente por lá, e que ganham novas temporadas mesmo não tendo muita audiência. O que demonstra que há outro critério por trás, não vindo a público. Nem é questão de gosto pessoal o que influencia uma Série emplacar novas temporadas. Ou até o é, mas ai talvez porque o “dono da caixa” seja fã dessas outras, levando-o a cortar as verbas para as prováveis “concorrentes”. Ou mesmo por conta de uma guerra por audiência entre os principais canais dos Estados Unidos. Enfim, misterioso ou não… fica aqui esse quase manifesto pela CONTINUAÇÃO da Série SMASH! Isto posto, vamos ao porque eu amei essa série!

Smash” aglutina itens que a qualifica em cada episódio, como: Drama, Comédia, Suspense, além é claro Musical. Este item por sinal, contém uma Trilha Sonora vibrante e emocionante. Um Roteiro impecável mostrando os bastidores nas montagens de Peças Teatrais de cunho Musical. As dificuldades dentro e fora dos teatros. Os dramas pessoais dos envolvidos. As puxadas de tapetes. As alegrias pelas conquistas diárias até a estreia… Tudo em histórias que nos levam do riso às lágrimas. Onde as emoções de fato variam em cada episódio. Todo o Elenco em uníssono! Há química entre eles. Onde cada um deles transpira todo o perfil do próprio personagem com tanta naturalidade que até parecem reais. Que estão por ali caminhando pela Broadway.

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Angelica Huston, Debra Messing e Katharine McPhee

Encabeçando esse Elenco maravilhoso temos uma das Grandes Divas do Cinema: Angelica Huston. Que esbanja talento com a sua Eilen. Atriz de presença marcante, mas que não se deixa eclipsar aos demais em cena com ela. Levando a todos a dividirem o estrelato com ela. Passando então para Debra Messing. A doce e estabanada Grace de “Will e Grace” que nessa dá lugar para a emocionalmente em conflitos pessoais e profissionais, mas também doce: Julia. Roteirista de Musicais, e com grandes sucessos na bagagem. Completando esse trio maravilhoso, há Katharine McPhee, vencedora de um dos American Idol. Ela empresta sua voz e talento para sua personagem Karen. Esta mesmo ao declinar de uma ascensão meteórica para até vivenciar as emoções de quase um início de carreira onde se sonha atingir o apogeu, parece ter mesmo seu destino traçado rumo ao topo.

Bem, há muito mais para se falar não apenas do elenco feminino, como também do masculino. Mas preferi focar nessas três porque nelas há a tônica em se fazer uma produção teatral. Em se tentar criar um grande Musical e levá-lo até Broadway. Partindo desse trimônio: cash + história + talentos.

A Broadway é a meca dos Grandes Musicais nos Estados Unidos, e que virou até roteiro turístico: o Musical “Cat” que o diga. Se Los Angeles atrai os sonhos das produções cinematográficas com sua Hollywood… A Big Aple tem na Broadway os sonhos dos que amam fazer teatro.

Ter e manter uma peça ali com toda certeza traz, mesmo que desconhecidos pelo público maior, histórias incríveis. Até com atos nada éticos, quando não criminosos. E é isso que “Smash” vinha mostrando em cada episódio até o último da 2ª Temporada, quando então foi cancelada. Contrato não renovado para outras temporadas. Deixando saudades em seu público cativo, e com um forte desejo de que esse show tem que continuar!

Please! Voltem com novas Temporadas de SMASH!

Panorama do Festival do Rio 2014

Festival-do-Rio-2014_logoProvavelmente, a mais fraca das edições do Festival do Rio. Filmes pouco impactantes, ausência de convidados e o cinema Odeon fechado são alguns dos motivos para o evento esfriar ainda mais. A falta de criatividade da organização geral revela-se evidente até na vinheta preguiçosa. O Cinépolis Lagoon é muito bonito, mas de acesso não tão fácil. O deslocamento das premières para a Lagoa criou uma desagradável segregação entre o público comum, o elenco e a produção por conta do tamanho das salas, acostumados a se misturarem quando as pré-estreias aconteciam no antológico cinema no centro da cidade.

panorama_festival-do-rio-2014Outono” é um belo curta-metragem sem diálogos de Anna Azevedo envolto num clima onírico, onde um casal recorda os melhores momentos isolados numa praia. De inegável beleza plástica, lembra o episódio final de Derek Jarman para o filme “Aria” de 1987 sobre as reminiscências de uma mulher no fim da vida.

Ausência” de Chico Teixeira infelizmente demora muito tempo de projeção para revelar-se um grande e sensível filme. O drama, tristíssimo, gira em torno da figura de um adolescente que é primeiro abandonado pelo pai e aos poucos por todos que se afeiçoa que parecem traí-lo deliberadamente. Sua principal qualidade é ser centrado e não misturar os sentimentos que conflitam entre os primeiros desejos sexuais e a profunda carência paterna. Determinação mais difícil para o professor Ney que sofre para não se desvirtuar diante da confusão causada pelo amor transferido do menino, numa composição notável pelo ator Irandhir Santos. Também merecem aplausos o trabalho da atriz Gilda Nomacce como a mãe alcoólatra e do garoto protagonista Matheus Fagundes.

Max Uber” revela o curioso processo de criação do artista plástico Andre Amparo, envolvendo todas as dificuldades, limites e preconceitos que o profissional da arte enfrenta para conseguir ter o trabalho reconhecido, concluindo que o ritual criativo não pode nem deve ser podado, especialmente por questões lucrativas.

Favela Gay” de Rodrigo Felha pouco ou nada acrescenta ao rico universo homossexual nas áreas carentes. Salvo raros momentos, como o da divertida persona “Pandora”, os entrevistados não conseguem aprofundar seus anseios, alegrias e aflições tornando o documentário raso como um pires. Definitivamente, o diretor Eduardo Coutinho faz muita falta neste segmento.

Por: Carlos Henry.