Drop Dead Diva. (Série). E o “Patinho Feio” Aprende o Quanto Pode ser Belo!

drod-dead-diva_cartazSem querer fazer aqui um patrulhamento em relação ao peso corporal das pessoas, mas quando mais de um terço da população dos Estados Unidos se encontram “acima do peso” o esperado seria ver muito mais personagens e artistas “gordinhos” protagonizando bons Filmes. Como também por conta não apenas do politicamente correto, mas também do quanto de bullying essas pessoas padecem no mundo real… eu fico meio sem saber como descrever… Enfim, gordinhos, acima do peso… É mais do que justo que mais e mais Filmes e Séries deem espaços a eles atores e personagens com histórias mostrando que mesmo com alguns percalços eles levam uma vida como todo mundo. Por isso e muito mais “Drop Dead Diva” merece ser vista!

Foi por acaso que eu comecei a acompanhar essa Série, numa de zapear pela grade de canais… E foi justamente por ver uma protagonista interpretada por uma atriz “gordinha” e o que seria melhor ainda sendo a personagem uma advogada. (Um tema que gosto muito: os bastidores de um Tribunal.). Além claro do sugestivo título! Algo como: o espírito de uma louca baixou em mim… A Série até traz o tema da reencarnação, mas ai como “uma segunda chance“. O que também seria o motivo da profissão escolhida para essa personagens. A Série já seguia em temporadas adiantadas, que por sorte o canal Lifetime em paralelo passou a reprisar desde a primeira temporada. Pois mesmo tendo um resumo dessa reencarnação antes de cada episódio – em quem se apoderou do corpo de quem -, além de também ser um tema interessante e meio surreal, dentro dessa realidade algumas perguntas me viam acompanhando já pelo meio “Drop Dead Diva“. Assim, fui montando aos pouco o quebra cabeça dessa nova Diva/Advogada.

drop-dead-diva_deb-e-janeA história de “Drop Dead Diva” une dois esteriótipos tão propagandeados pela indústria cinematográfica: a “gordinha” com a “loura burra”. E faz mesmo uso disso até para tentar quebrar outros mais. Um deles seria em relação a indústria da moda que ainda segue com o padrão de que ser magro que é belo. Numa de que se a pessoa fora desses padrões não pode se vestir com elegância, dentro da “moda”. Nessa história a personagem da “loura burra” tentava ser uma modelo famosa, mas já sentido o peso de um outro padrão: o da idade. Pois nessa indústria… Ter mais de vinte anos de as chances diminuíam. Agora, ela volta ao mundo dos vivos no corpo de uma “gordinha” que já está com quarenta anos de idade. São duas coisas a mais para lidar. De cara dá, ou melhor, se dá um banho de loja, dos pés a cabeça, se sentindo mais “atraente” aos olhos de todos. Até provocando certas invejas à princípio em quem se situava dentro dos padrões de beleza convencional. Toda essa “maquiagem” externa é passado com humor, sensibilidade e em certos momentos até com certa ironia para quebrar certas convenções. Um “Bravo!” a mais para essa Série! Até porque certos paradigmas merecem mesmo ser quebrados, pois se para muitos possam até parecer cômicos, no fundo são bem cruéis. O que também acena para que a Indústria da Moda repense o seu establishment.

drod-dead-diva_jane_antes-e-depoisAgora, embora eu possa ter dado um caráter mais pesado, a Drop Dead Diva mostra de um jeito leve a vida de uma advogada que por conta de um acidente do destino “trocou” de mente. Pois quem ganhou uma segunda chance de vida foi a modelo. Essa por sua vez, se não ganhou o corpo de antes, se deslumbrou com a inteligência que até então não tinha. Até porque com ela veio saber que se pode ter sucesso vindo além da aparência física. O que nos leva a pensar no passado de nerd da advogada, de anos dedicado ao estudo até por conta de sentir discriminada socialmente… Mas meio que como compensação…ela amou o carro conversível “herdado”. Até por conta disso, pelo seu jeito extrovertido de ser, faz com que o “patinho feio” além de ir aprendendo que já é um “belo cisne”, que use e abuse dos prazeres que o dinheiro possa comprar. Sem querer trazer um spoiler, mas já trazendo… Essa lição em será também aproveitada pelo então “patinho feio” num dos episódios… O que devo confessar que em igual situação, eu também teria feito a mesma escolha.

Em “Drop Dead Diva” a advogada Jane Bingum é interpretada pela atriz Brooke Elliot. Até então desconhecida para mim. Agora, fico na torcida para que paralelo a esse personagem deem a ela outros personagens em Filmes, mas sem ser muito caricatos como estão dando a atriz Melissa McCarthy. Que nem estou me referindo ao da Série “Mike & Moly” que aborda o romance e a vida em família entre dois personagens “de peso”: merecedor também de aplausos. Enfim, personagens não apenas caricatos: onde o peso maior seja o do próprio corpo. A menos que tal e qual as histórias como nessas duas Séries numa de derrubar preconceitos. Já a modelo que reencarnou no corpo de Jane, a Deb Dobkins (interpretada por Brooke D’Orsay), visualmente só aparece em alguns episódios até porque ela era namorada de um advogado, Grayson Kent (Jackson Hurst). O que estreita mais a relação entre ambas. Mais ainda por conta de acontecimentos na temporada atual (2014)…

O contraponto entre ambas, Jane e Debb, que é a tônica da história: a união de duas personalidades distintas até fisicamente num único corpo. Debb deu a Jane beleza, vaidade, leveza, elegância, sedução… Jane deu a Debb inteligência, talento, compromisso, seriedade… E ambas aprendendo que melhor mesmo é não perder tempo em vida!

drod-dead-diva_elencoDrop Dead Diva também traz tramas paralelas, não apenas os personagens das causas que advogam, mas sobretudo dos que por lá trabalham. Onde o destaque maior vai para a assistente de Jane, a “investigadora” Teri Lee, vivida pela atriz Margaret Cho. Teri tem seus momentos revenge pelos bullying de outrora de carona com a nova personalidade de Jane. Sendo que a ajuda com a “nova roupagem” veio mesmo com a antiga amiga de Debb, que por contingência do destino, se torna também grande amiga da nova Jane. Falo da Stacy Barret, vivida pela atriz April Bowlby. Stacy ainda vive o sonho de ser uma atriz famosa, mas mesmo sem perceber muito sabe que o tempo também está passando por ela. Com isso, um outro sonho toma ponto em sua vida: o de ser mãe. Onde na busca por um pai ideal para seu filho… Termina por abalar a nova/velha amizade com Jane. Tudo por conta do escolhido: Owen French (Lex Medlin). Pois ambos, Stacy e Owen, não contaram com o fato de se apaixonar um pelo o outro. E Owen seria como uma “Jane de calça comprida“: também gordinho, também se viu cobrado pela sociedade… Enfim, Owen sem querer mais desperdiçar o tempo na terra, resolve se entregar a espontaneidade e vitalidade de Stacy. Em meio a tantos romances… ainda há a presença dos anjos da guarda de Jane meio que a policiando para que Dedd encarne de vez Jane. O destaque vai para Fred (Ben Feldman), o mais atrapalhado. Além desses, vale também a menção de mais dois personagens: Kim (Kate Levering) e Parker (Josh Stamberg): ambos também advogados.

Enfim, Drop Dead Diva é de ver e rever! Com personagens atuando em uníssonos: há química entre eles. A Trilha Sonora também como um coadjuvante de peso! Em destaque os sonhos de Jane onde se vê como uma grande Diva da Música. Onde solta a bela voz aliado a nova postura ousada, que faz até pegar o microfone nos karaokês em idas a bares algo também inusitado para ela. Aplausos também para o criador da Série Josh Berman! Berman quis mesmo com essa Série tentar quebrar os paradigmas de beleza de manequim 38 e com menos de 28 anos de idade. Bravo! E na torcida para que Drop Dead Diva emplaque novas Temporadas, pois pelo o que eu li, a atual que já está terminando veio mesmo por pedidos de fãs! Com isso, segue aqui mais uma fã querendo mais continuações! A Série merece ter vida longa!
Nota 10!

Por: Valéria Miguez (LELLA).

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Missão Madrinha de Casamento (Bridesmaids. 2011)

Não indo muito na onda de que seria uma versão feminina de “Se Beber, Não Case“. Vencida a resistência de mostrarem que para as mulheres o que importa é estarem casadas, mesmo ficando infelizes. Como também em ver que o filme está mais para uma leve Comédia Dramática, do que uma Comédia rasgada. Tem muito o que curtir o filme até o final. E até me fez querer ver uma continuação. Como também em ver outros filmes, mas com o principal personagem masculino, e que por acaso não é o noivo, mas um policial.

Focando-se mais em “Damas de Honra” do que propriamente em “Madrinhas de Casamento“, o filme ganha uma outra dimensão. Porque mais do que serem escolhidas pela noiva para compartilhar esse momento ao lado dela, ele mostra o que representa um passo como esse, o de – “Até que a morte os separe!“, para cada uma delas. E é por ai, que o deixa como um ótimo filme. Até em mostrar que duas delas descobrirão algo em comum, mas que não terão coragem em divulgar pelo peso da sociedade num passo como esse. No fundo, todas irão pesar mais no que os outros irão pensar, do que em seguir pelos seus próprios pensamentos.

O foco maior recair numa delas, Annie (Kristen Wiig). Primeiro, porque é uma grande amiga sua, desde a infância, que irá se casar: Lillian (Maya Rudolph). Uma sensação de perda que veio se somar a outras mais. Tentando sufocar tudo, Annie acaba metendo os pés pelas mãos porque era a hora que mais a amiga precisava. Acontece que Lillian se encontra deslumbrada com todo o luxo que vem junto com esse seu casamento – um conto de fadas se realizando -, complicando ainda mais a já bem complicada cabeça dessa sua amiga. Annie e Lillian se vêem separadas pela primeira vez, mas por diferenças sociais. E nesse mundo, Annie não se vê pronta para ele.

Depois, porque Annie é alguém orgulhosa, mas com critérios duvidosos. Um deles estaria no fato de que para se mostrar independente, em vez de morar com a própria mãe (Personagem de Jill Clayburgh), prefere alugar um quarto em casa de estranhos. Se não queria intromissões em sua vida, termina tendo com os moradores da tal casa. Com a mãe, ela tem algo em comum: o de se doar demais. Se para a mãe, é mais como ocupar o tempo, para Annie acaba sendo dívida de honra, e sem medir as consequências. Pausa para os Aplausos finais para Jill Clayburgh, nesse que pode ter sido o seu último trabalho!

Annie também sufoca, ou melhor, vem sufocando o fato de querer um relacionamento duradouro. Dai, o se posicionar como alguém totalmente livre, acaba fazendo dela alguém fechada para um olhar de quem não a vê apenas como alguém para transar. Uma fera ferida ferindo também alguém que seria um presente do céu: o policial Rhodes (Chris O’Dowd). E no campo das amizades, essa fera vai querer duelar com aquela que está levando Lillian para os deslumbres do que o dinheiro pode comprar: Helen (Rose Byrne). Com essa, Annie não tem chances nenhuma de competir no quesito organização de festa, até por ser muito rica. Por focar nisso, Annie não enxerga que em um seria a Helen que não teria a menor chance. Já que essa está mais voltada ao espetáculo como o todo, e com a sua assinatura.

Além de Rhodes, um outro “Acorda!”, e mais peso-pesado, vem de uma outra das Damas. Da irmã do noivo: Megan (Melissa McCarthy, da Série de Tv Mike & Molly). Annie tão focada na perda da amiga Lillian, não viu que em todo esse preparativo estaria ganhando uma outra amiga: Megan.

Missão Madrinha de Casamento” tem uma cena sem graça nenhuma, com sabor é de despeito, por mostrar uma Churrascaria brasileira como um local de comida suja e barata, e ainda colocando o dono falando espanhol. Fora isso, tem cenas divertidas; outras hilárias. E como o filme rendeu uma boa bilheteria nos Estados Unidos, isso pode gerar uma continuação. Se isso vier a acontecer, que façam a Megan vir a ser sócia da Annie em sua falida lojinha de doces. Gostei! Nota 8.

Por: Valéria Miguez (LELLA).

Missão Madrinha de Casamento (Bridesmaids. 2011). EUA. Direção: Paul Feig. +Elenco. Gênero: Comédia, Drama. Duração: 125 minutos.

Sex and the City 2

Por: Medusa.

Tem umas partes bem divertidas. A confusão que elas se metem pra conseguir ir embora dos Emirados Árabes é hilária.

É mais legal que o primeiro filme, mas ainda fica bem aquém do pouco que eu vi dos episódios da série. Aqui parece que a futilidade é multiplicada por 10.

A Samantha, como sempre, é a parte mais divertida de tudo.

Já a Carrie é MUITO antipática, não sei como ela consegue ser a protagonista da estória. No filme ela tem um marido rico, que cozinha pra ela, mas ela quer jantar fora. O cara compra um presente pra ela, mas ela reclama porque queria jóias. (quem é que reclama de presente gente). Além disso a Sarah Jessica é FEIA e BARANGA. O que era aquela coroa no casamento gay? O que era aquele chapéu de papel crepom no avião? Não entendo como a acham tão elegante. A mulher é um tribufu. (além de chata).

O enredo é a parte mais problemática.

O casamento gay logo no início é totalmente estereotipado, com cisnes e Liza Minelli, e aparentemente não tem serventia alguma na estória. É um acontecimento deslocado de todo o resto. Elas resolvem ir pra o Oriente Médio, justo para o Oriente Médio!, e aí começa o festival de futilidade, elas fazendo compras sem parar e esbanjando toda aquela grana…fico preocupada com as pessoas que assistem e ficam encantadas com isso, como se fosse a realização suprema da felicidade. A complicação com o ex-namorado da Carrie é fraca e tosca. Também colocaram uma lição de moral contra pirataria quando o mordomo avisa para as moças não comprarem produtos contrabandiados no mercado, deliberadamente fazendo propaganda contra isso para os espectadores do filme, achei de muito mal gosto porque ficou forçado, ficou na cara o objetivo dessa cena.

E a cena então que mostra as mulheres de burca com roupas granfinas por baixo, e as amigas horrorizadas com toda aquela repressão…realçada pela frase final da Carrie chamando os EUA de “terra da liberdade”. Acho de extremo mal gosto essas comparações, estereotipação dos lugares. Por mais insana que seja a cultura do lugar, por mais que critiquemos ela, não gostei do jeito que o filme tratou isso. Como se a realização de toda mulher fosse ter acesso a roupas lindas e poder usar um decote.

A resolução dos fracos problemas que são propostos durante o filme também é fraca. Uma pena que, ao contrário do seriado, mais futilidade seja discutida que coisas úteis sobre relacionamentos.

Pelo menos dá pra dar umas risadinhas.

Por: Medusa http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=7203223179151260846 .

Sex and the City 2. 2010. EUA. Direção e Roteiro: Michael Patrick King. Elenco: Sarah Jessica Parker (Carrie Bradshaw), Kristin Davis (Charlotte York), Cynthia Nixon (Miranda Hobbes), Kim Cattrall (Samantha Jones), Minglie Chen (Bergdorf Salesgirl), Chris Noth (Sr. Big), David Eigenberg (Steve Brady), Evan Handler (Harry Goldenblatt), +Elenco. Gênero: Comédia, Romance. Duração: 146 minutos.

Juno (2007). Gravidez na Aolescência. E Agora?

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Transar é muito bom! Mais há de se pensar no amanhã. Onde até os cuidados para isso podem ser prazeirosos nas preliminares. Além das DSTs corre-se o risco de uma gravidez. E se ela veio sem ser planejada. Fazer o que? O Filme “Juno” traz à mesa de discussão esse tema: gravidez precoce.

Simplesmente encantador esse filme! São raros os filmes que mostra esse universo adolescente sem os eternos clichês. E d um jeito mais real. Até porque nós que passamos por essa fase sabemos quais foram os nossos verdadeiros dramas; e queríamos respeitos por isso. Afinal, todos compõem essa tribo, quer seja um nerd, ou um alienado, ou um do meio-termo…

Merece elogios também por abordar algo que está em triste ascensão: a gravidez na adolescência. Os problemas advindo com esse ato. Aborto… Adoção… Os Pais… A escola… Por aí…

Claro que também para quem já conhece minhas resenhas… Nesse EU dou um BRAVO por ser mais um que aborda o universo feminino sem estereótipos, e o faz com muito respeito. Ainda mais com algo tão feminino: a concepção. E o desejo de fato de querer ser mãe ou não. Pois não basta só gerar uma criança.

Outro grande trunfo está nos atores. Bela escolha de elenco!

Entrando na história… Juno (Ellen Page) tem consciência do que fez. Não fora algo apressado. Aconteceu. Ou melhor! É o quem tem grande chances de ocorrer numa transa se não se precavem: a gravidez. Ao contar primeiro a uma amiga Juno nos conquista de vez!! É! O “pai” (Michel Cera) fica sabendo depois. E dentro de todo um aparato…

O lance seguinte é contar aos seus pais. A mãe, mora longe; fez outra família. A presenteia com cactos. Juno mora com o pai e a madrasta. Contar. Como contar a eles… Outro ponto alto do filme! A cena é perfeita! Os medos e anseios que passam na cabeça de cada um antes de ouvir… E no modo maduro após a notícia. Afinal, já está feito.

Nesse ponto há algo de muita maturidade. Algo que muitos adultos ainda não alcançaram esse nível de desprendimento. Quando Juno decide que uma outra família é que criará seu filho. E o faz com tanta naturalidade. Sem os preconceitos morais, religiosos tão comuns no mundo adulto. Eu amei!

Juno segue na escolha de um casal feliz, que se amam, que darão muito amor ao seu filho! Mas existe um casal perfeito? Uma criança precisa realmente de ter pai e mãe perto dela para ser feliz?

Juno e o Pai (J.K. Simmons) se querem muito bem. E durante uma conversa, querendo saber da tristeza dela em querer saber se duas pessoas podem mesmo ficar juntas para sempre… Ele então diz: “Que o melhor a fazer é achar alguém que a ame pelo que você é. De bom ou mau humor. Feia ou bonita. O que for… Esse é o tipo de pessoa com a qual vale a pena ficar.” Lindo conselho!

E destaque também para a trilha sonora!

Ah sim! Já me disseram que não sou um parâmetro em saber se o filme tem trechos que emocionam ou não. Hehe… Por eu ser manteigona. Bem, nesse para mim teve sim. De lágrimas riscarem a minha face com algumas cenas.

Amei!

Por: Valéria Miguez (LELLA).

Juno. EUA. 2007. Direção: Jason Reitman. Roteiro: Diablo Cody. Com: Ellen Page, Michel Cera, J.K. Simmons, Allison Janney, Olivia Thirlby, Jennifer Garner, Jason Bateman.

Curiosidade: Diablo Cody levou o 0scar 2008 em Roteiro Original. E foi a sua estréia como roteirista. Premiação merecida!