Homem-Aranha 2 (Spider-Man 2. 2004)

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Aviso: Caso ainda não tenha assistido ao filme, o texto a seguir contém spoilers.

Quando saí do cinema tive a sensação de ter assistido um ótimo… episódio de um seriado de tv. Parece que eles pegaram um capítulo de uma série de 50 minutos e esticaram por duas horas usando toda a sorte de truques possíveis.

Homem-Aranha 2 é muito superestimado. É o que me vêm à cabeça quando penso nesse filme. Eu me lembro da época, ficava procurando alguma crítica que não necessariamente dissesse que ele era ruim (até porque não é) mas, em vez de só enaltecer as suas qualidades, reconhecesse também os seus defeitos, e olha que alguns são primários.

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Bom, o longa continua acompanhando a vida de Peter Parker após os eventos do primeiro filme. Agora morando sozinho, ele está mais azarado do que nunca nos dois empregos, mal consegue falar com Mary Jane, não consegue controlar o ódio de Harry pela morte do pai, e os estudos estão péssimos. Tudo pelo stress de sua vida dupla como Homem-Aranha. Existe principalmente, até mais do que no primeiro filme, uma tendência desde a primeira cena a focar a história na relação entre Peter e Mary Jane, o que é um equívoco, pois joga o filme no nicho dos romances lugar-comum. Afinal, Peter idealiza a Mary Jane (não é bem a Mary Jane) e não convence que realmente gosta da pessoa dela. Ao menos, a mim não convenceu…

O melhor do filme é mesmo Sam Raimi mostrando que sabe dirigir drama. A rotina estafante de Peter não cansa o público, pelo contrário.

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Por outro lado a trama da origem do Dr. Octopus é completamente largada no meio do filme. O Alfred Molina pode ser um ótimo ator, as cenas de ação podem ser fodas, mas não dá comparar em importância na vida do Peter (e esse é justamente o filme que mais foca no seu lado pessoal) o Duende Verde com ele. Primeiro ponto fraco do roteiro é não conseguir amarrar bem as ações do Octopus na trama.

Mas a verdadeira escorregada começa quando o herói perde os poderes. Tá certo que ele perde gradativamente, mas haja abstração do público pra entender como funciona a biologia do Homem-Aranha.

Mas isso logo é esquecido por aquela belíssima sequência com o Tio Ben no carro, extremamente simbólica.

As cenas de Peter voltando ao “normal” são ótimas. Como o primeiro filme já tinha visitado toda a fase clássica e procurado transformar numa história de começo, meio e fim pra um longa, o segundo recuou um pouco pra aproveitar o que tinha sido pulado, como fica claro na antológica cena do uniforme na lata do lixo.

Também é muito positivo a forma como Peter vai percebendo que tem que ser o Homem-Aranha, como na cena do incêndio.

É interessante como a única trama que anda nesse momento é a do Peter. Mary Jane tá cuidando do enxoval, Harry tá bêbado em algum lugar e o Dr. Octopus só vai reaparecer como capanga desse último. O universo do Aranha nunca apareceu tão pobre diante da excelente caracterização do protagonista.

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Mesmo assim, mais um vez o filme dá uma bela guinada quando Peter revela a Tia May como o Tio Ben morreu. Essa é A cena do filme! O jeito como ela se levanta quando ele vai segurar sua mão é de partir o coração. A cena é tão boa que em nenhum momento Peter precisou mencionar o Homem-Aranha.

Logo vem outro ótimo momento, quando a Tia May diz a Peter com uma naturalidade comovente o que é um verdadeiro herói. Tia May está pra Homem-Aranha 2 como o Tio Ben pro Homem-Aranha 1. Fantástica!

Infelizmente, a seguir a coisa degringola.

A cena de Peter conversando com Mary Jane no restaurante quando Octopus ataca é um ótimo comercial de carro, mas esquisita demais nesse longa. Pior é o jeito ridículo como Peter sai dos escombros já com os poderes de volta num estalo. Isso depois dele sofrer a perda dos mesmos bem lentamente.

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Então, mais uma vez, temos um ponto alto pra compensar o furo anterior. A luta no trem é incrível mesmo. E a na sequência, o jeito como o Aranha para o trem é extraordinária. Só que ele ser visto logo depois por meio mundo não é exatamente a idéia mais bem bolada possível. É o tipo ame ou odeie.

O que realmente odiei é o que vem depois.

Aquele final é bizarro. Quando você ainda está se acostumando com a idéia de que tanta gente viu o Homem-Aranha sem máscara, o Dr. Octopus o deixa à mercê do filho de seu inimigo… e Harry Osborn desmascara o Homem-Aranha de novo! E do jeito mais clichê possível!

Daí na sequência vai Peter salvar Mary Jane, que foi gratuitamente sequestrada pelo vilão e, para convencer Octopus a impedir a explosão de uma bomba para destruir Nova York, Peter… TIRA A MÁSCARA OUTRA VEZ! Eu, que me emocionei nas cenas com a Tia May e vendo o Aranha se arrebentando pra parar o trem, tive uma súbita vontade de levantar e ir embora do cinema!

O pior de tudo não é ele perder a máscara três vezes seguidas! A essa altura o que eu me perguntava era porque diabos eles deram ao trabalho de fazer ele RECOLOCAR A MÁSCARA PRA PERDÊ-LA AUTOMATICAMENTE NA CENA SEGUINTE!

Na sequência, enquanto Dr. Octopus dá razão a Peter após conversar com seus tentáculos… Ops! CONVERSAR COM OS TENTÁCULOS? De ONDE tiraram uma idéia tão cretina, Meu Deus? O que o bom doutor diria pra alguém que o estivesse incomodando? Em vez de “Fala com a minha mão”, “Fala com o meu tentáculo”? kkkk

Bom, pra acelerar as bizarrices e chegarmos logo ao fim…

O Dr. Octopus se sacrifica pra salvar a cidade. Peter salva Mary Jane, que descobre sua identidade secreta ao vê-lo sem máscara.. .ela e a torcida do Flamengo! Essa cena da revelação é TÃO sem sal… num comparativo ela não tem um pingo da sutileza da revelação de Bruce a Rachel em Batman Begins, que é um clichê, mas bem-feito e não jogado de qualquer jeito como aqui. A seguir tem um momento visualmente bonito da conversa entre Peter e Mary Jane.

E depois de não terem feito nada de útil o filme inteiro…

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Na última hora Harry descobre o legado do Duende Verde. Mary Jane “recebe” Julia Roberts e sai correndo da igreja largando o filho de Jameson no altar para ir atrás de Peter. Essa parte é tão atroz que vendo ela correndo eu tive a nítida impressão que o Peter estava prestes a embarcar num avião pra bem longe… Mas lá estava Peter Parker, sentado no seu apartamentinho… mais broxante impossível! hehehehe!!!

O roteiro desse filme não consegue criar uma história bem amarrada, com começo, meio e fim como o anterior. O que se vê aqui caberia melhor numa série de tv. Outro erro é não pensar a longo prazo, o que ajudou a prejudicar a franquia como um todo.

Se Norman, além da fórmula do Duende, precisava de uma armadura pra enfrentar o Aranha no primeiro filme, como o Dr. Octopus pode sair na porrada com o Escalador de Paredes se ele só tem tentáculos acoplados ao corpo e não super-força e muito menos proteção? Raimi peca pelo exagero em ambos, mas no caso de Octopus beira a inverossimilhança, já que vai contra a lógica criada pelo próprio diretor.

E se em vez do síndico e de sua filha, não seria melhor que quem ocupasse esse espaço fossem o Capitão Stacy e Gwen, assim já apresentando-os ao público? Mas não, eles acabaram sendo jogados no 3, que acabou sendo um filme ainda mais equivocado do que esse…

Quando o Octopus mata a equipe de cirurgia. Essa cena fez referência ao cinema de terror, tem momentos em que só aparecem as sombras dos tentáculos, sem falar da serra elétrica. O Sam Raimi está habituado com isso, desde os tempos de Uma Noite Alucinante. Mas eu fiquei meio frustrado de no fim o vilão ser a inteligência artificial dos braços e não o próprio Octavius.

Continuo achando o primeiro filme melhor do que esse.

O filme 3 só é bom naquelas propagandas compradas que passavam na tv quando o filme estava em exibição no cinema. Era um negócio tão exagerado que estava na cara que era pra melhorar a imagem do filme.

harry-osborn-in-spider-man2Quanto ao 2 continuo achando que exatamente a bela caracterização do Peter Parker/Homem-Aranha deixa mais nítido o quanto o universo dele foi pobremente adaptado no cinema. Nesse filme Harry fica bêbado metade do tempo, Mary Jane fala com o Peter como se fosse a Gwen Stacy (por que não usaram a Gwen logo então?) e Tia May e Jameson são os únicos coadjuvantes que aparecem bem desenvolvidos. O filho do Jameson está fazendo o que nessa história, meu Deus? Até o Octopus querendo fazer um aparelhão de fusão nuclear que destruiria a cidade parece mais assunto pra um episódio de uma série do que de um longa-metragem. E não podemos esquecer da brilhante participação do mordomo de Harry Osborn… que aparece em UMA CENA em HA 2 e no HA 3 resolve tudo! rsrs

Por: Guilherme Cunha.   Blog: Panorama Imaginário.

Homem-Aranha 2 (Spider-Man 2). 2004. EUA. Direção: Sam Raimi. Elenco: Tobey Maguire (Peter Parker / Homem-Aranha), Kirsten Dunst (Mary Jane Watson), Alfred Molina (Otto Octavius / Dr. Octopus), James Franco (Harry Osborn), Elizabeth Banks (Betty Brant), Bruce Campbell (Snooty Usher), Rosemary Harris (Tia May), J.K. Simmons (J.J. Jameson), Vanessa Ferlito (Louise), Ted Raimi (Hoffman), Dylan Baker (Dr. Curt Connors), Joanne Baron (Jane Brown), Daniel Gillies (John Jameson), Donna Murphy (Rosalie Octavius), Willem Dafoe (Norman Osborn). Gênero: Ação, Aventura, Crime, Sci-Fi, Thriller. Duração: 127 minutos. Baseado em estória de Miles Millar, Alfred Gough e Michael Chabon e nos personagens criados por Steve Ditko e Stan Lee.

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No Vale das Sombras (In the Valley of Elah. 2007)

Programados para matar.

Guerra após guerra será sempre assim: em mais que dar aos jovens licença para matar, os fazem não mais raciocinar? Programando-os para matar, mas sem nem se preocuparem em desprogramá-los. O Vietnã não serviu de lição? E mais! Permitindo até que se dopem e se embriaguem para que aceitem a insensatez da guerra? Dos que lucram com as guerras?

Ainda há uma maneira de contar a história da invasão dos Estados Unidos ao Iraque e suas conseqüências. O Diretor Paul Haggis já expusera as mazelas do preconceito aos imigrantes ‘não-branquinhos‘ em solo estadunidense com o filme “Crash – No Limite“. Com esse, “No Vale das Sombras“, o preconceito vem em dose exagerada. E pior! Porque veem na tortura, no assassinato… e com um requinte de crueldade… como algo normal. A ponto de não entenderem o porque do choque de alguns, diante dessas atrocidades. Agora, e a família, os pais, não sabem no que eles irão se tornar? Não ouvem nem um apelo choroso para os livrarem desse inferno? Como também!

Transformando-os em assassinos cruéis realmente estariam honrando as cores da bandeira? Ou não seriam apenas peças descartáveis para um seleto grupo?

Entrando no filme… Hank (Tommy Lee Jones) não entende o porque do filho ter voltado do Iraque e nem dera um sinal. Se quando esteve por lá, sempre se comunicava. Então ao ligar para o Quartel descobre que ele está desaparecido. E que será punido caso não volte a Base. Ciente do quanto o filho é cumpridor do dever, dos horários, ele pressente que algo pode ter acontecido.

Sendo um militar aposentado resolve ir para lá e investigar o sumiço do filho. Impede a esposa (Susan Sarandon) de acompanhá-lo, dizendo que o filho pode estar com mulheres, farreando, e por conta disso não iria querer ver a mãe indo procurá-lo. Algo bem machista, e não será o único.

Bem, o filme é calcado nesse pai que até incentivou os dois filhos a seguirem a carreira militar. Perdera o mais velho, e se vendo diante da iminente perda do caçula. Sendo assim o papel dessa mãe foi até pequeno para uma atriz do porte da Susan Sarandon, mas suas poucas aparições foram por demais eloquentes. Uma mulher como tantas dona-de-casa submissa ao marido. Que sabia que os filhos também não teriam vida própria. Que eles também seriam e foram submissos a esse pai.

No Quartel pede para ver o quarto do filho e é acompanhado por alguns companheiros do filhos. No quarto, sem que ninguém visse ele pega a câmera digital do filho, até porque ele sempre lhe mandava fotos por email. Descobrindo também que há vários trechos de filmagens que o filho fez enquanto esteve na guerra. Mas por estarem meio danificados, um técnico diz que enviará aos poucos, conforme for limpando.

O que esses vídeos mostram todos nós já tomamos conhecimento pelas reportagens no mundo real. Só para ressaltar o filme é inspirado numa história real. Mesmo assim, a mim chocou. Ainda mais com o que vamos sabendo do que se passa ali dentro e fora do quartel. Pela selvageria com que tratam um outro ser humano. Dizer que eles não têm respeito a outro ser humano, seria até um elogio.

Como Hank não recebe nenhuma ajuda da Base Militar, resolve ir a Polícia. Na sala enquanto aguarda presencia uns tiras fazendo chacota com uma companheira de trabalho deles. Tipicamente machista. Ela é a Detetive Emily (Charlize Theron). Eles encaminham para ela todas as queixas que julgam mais banais numa de desqualificar seu apuro nas investigações. Hank a pega quase à beira de um ataque de nervos, o que a faz não explicar bem a uma jovem que viera reclamar do marido: ele, um soldado, afogou o cachorro na frente do filho… Emily não tem noção ainda de que esses jovens voltaram da guerra sem serem “desprogramados”…

Hank conta o seu caso. Ela lhe diz que não tem como investigar por conta dos militares. Algumas horas depois um corpo é achado. Fora esquartejado e queimado. Ela então avisa a Hank… Na cena do crime Hank com muito mais experiência da a ela informações que tanto os tiras, como os militares não perceberam. Pistas estas que faz com que ela comece a impor respeito a seu próprio trabalho pelos demais colegas da Polícia.

Há um câncer no mundo que precisa ser tratado antes que dizime os habitantes do planeta. Quem seria o Davi para enfrentar esse Golias?

O filme começa mansinho, a tensão vai aparecendo aos poucos. Na meia hora final confesso que fiquei estarrecida. Ainda mais sabendo que traz uma história real. Não liguem o reloginho para saber quem matou, se liguem no todo. Com os vídeos que Hank assiste ao longo dessa sua jornada. Com as outras peças desse quebra-cabeça que vai sendo completado… Eu gostei muito! Esse entrou para a minha lista de que vale a pena rever. Nota 10!

Por: Valéria Miguez (LELLA).

No Vale das Sombras (In the Valley of Elah). 2007. EUA. Direção e Roteiro: Paul Haggis. Elenco: Tommy Lee Jones, Charlize Theron, Jason Patric, Susan Sarandon, James Franco, Barry Corbin, Josh Brolin, Frances Fisher. Gênero: Drama, Crime, Guerra. Duração: 124 minutos.


O Amor não tira Férias (The Holiday. 2006)

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O título nacional ficaria bem melhor num outro contexto. Mostrando que nossos sentimentos nos acompanharão sempre; e para onde formos. Como também seguindo em paralelo às nossas carreiras profissionais. Estarão presente quer seja para nos deixar alegres ou tristes, surpresos ou não, desejando ou não… O fato é que toda forma de amar nos motiva a seguir em frente. O amor existe, querendo ou não. Agora, parece que quem “traduz” os títulos por aqui prefiram “contar” o filme; ou pelo menos fazem força para isso.

Em relação ao filme. Se não fixarmos na idéia que as mulheres só serão felizes casadas (Com alguém ao seu lado e numa de: felizes para sempre!), está aqui um bom divertimento.

O porque disso? É que o roteiro mostra que mesmo querendo ir para longe daqueles que as enganaram, essas duas personagens bem sucedidas profissionalmente encontram um novo alguém. Não que veja algo errado nisso. Mas deixa a impressão que o lado profissional não basta. Nem tampouco que a liberdade conquistada traria satisfação. Há quem não queira uma relação duradoura. E isso também é válido para nós mulheres. Não é só com os homens que há essa fuga de um altar. E se por vezes queremos “férias” de algo próximo, não tem que ser necessariamente de algo que nos deixou mal. Pode ser apenas uma saída da rotina. Evitar um estresse.

Continuando com a história. Com um forte sentimento de rejeição as duas personagens, pela internet, combinam a troca de casa por uns dias. E às vésperas do Natal. Me perguntei se seria para realçar uma vontade ainda maior de constituir uma família.

Esse tipo de transação – trocar as residências por um período – a princípio assusta a personagem da Cameron Diaz. Talvez pelo padrão elevado de vida; ou mesmo pela violência que vê, que ressalta nos filmes na sua Agência (Fazem trailers de divulgação dos longa-metragem.); ou mesmo do que vê pela tv. Mas acaba cedendo por querer tanto “sair”, afastar-se da desilusão. Mas terá um impacto ao ver onde se meteu. Para a personagem da Kate Winslet, uma jornalista que assina uma importante coluna de um jornal, que mora num local pequeno na Inglaterra, essas férias ainda mais em Los Angeles, veio em ótima hora. Mas só irá se dar conta da diferença de padrões de vida entre elas, também quando chegar na casa da outra. O deslumbramento de uma, com a surpresa da outra, proporcionam gostosas risadas!

o-amor-nao-tira-ferias-2006_02Em alguns textos eu costumo ressaltar certas químicas entre dois atores resultando numa dobradinha gostosa de se ver. Não sendo necessário ser o par romântico. Nesse filme essa química se deu com a Kate Winslet e Eli Wallach. O personagem dele é um Roteirista dos velhos tempo de Hollywood. Famoso em sua época. Os dois fazem o melhor desse filme. São cenas cativantes! Como na que ele diz para ela:

Eu vejo que você é uma mulher protagonista, mas por algum motivo está agindo como a melhor amiga. Você deve ser a protagonista da sua própria vida!

Como também onde aborda o que tem de mais valor nos filmes atuais. Um tema bem interessante que poderia ter sido melhor explorado. Enfim, Eli Wallach, foi um coadjuvante que roubou a cena! Ou, o filme.

Ah sim! Não poderia deixar de citar outro coadjuvante que fez bonito: Jude Law. Nem tampouco o seu irresistível queixinho!! Uau!!

Para quem curtiu “Alguém tem que ceder”, também assina Direção e Roteiro desse a Nancy Meyers. E que mesmo com todos os clichês, eu recomendo “O Amor não Tira Férias“. Nota: 09.

Por: Valéria Miguez (LELA).

O Amor não tira Férias (The Holiday). 2006. EUA. Direção e Roteiro: Nancy Meyers. Elenco: Cameron Diaz, Kate Winslet, Jude Law, Jack Black, Eli Wallach, Edward Burns, Rufus Sewell, Miffy Englefield, Emma Pritchard, Sarah Parish, Shannyn Sossamon, Dustin Hoffman, Lindsay Lohan, James Franco. Gênero: Romance, Comédia. Duração: 138 minutos.