Violência Urbana: Onde Vamos Parar?

the-brave-oneAtualmente se sai de casa, mas sem a certeza de que irá retornar. Cruel? É. Mas o nível chegou ao ponto de ser morto até por tiras. Onde o certo, ou o esperado, seria ser salvo por eles. Como exemplo um fato desagradável ocorrido recentemente (2008) no Rio de Janeiro onde uma pessoa fora seqüestrada, e ainda em poder do bandido, em vez de ser socorrida pelos tiras foi morta por eles. Mas fatos como esse outros Blogs poderão desenvolver melhor. Pois nosso papo é sobre filmes. Vem comigo!

Como citei antes, o de não saber se volta são e salvo para casa. Em “Valente” (The Brave One) o casal de noivos ao levar o cachorro para uma caminhada no parque são brutalmente espancados. Ele não resiste morrendo no local, ela, personagem de Jodie Foster, sobrevive. E após um tempo vai atrás dos assassinos. Até por conta da indiferença dos policiais. Filmaço!

irreversibleEsse outro filme é bem forte. A mim, ficou um não querer rever. É o “Irreversível“. Onde à saída de uma festa, uma jovem é brutalmente estuprada e espancada. Um outro, onde após sofrer um estupro, uma jovem grávida morre, mas no hospital conseguem salvar a criança. Onde uma enfermeira para tentar achar parentes da jovem acaba indo parar no centro da máfia russa. Um inferno, mas ela está disposta a só sair dela com o bebê. O filme é “Senhores do Crime” (Eastern Promises).

Há também um outro tipo de violência, que é no trânsito. Onde num descuido pode não apenas tirar uma vida, como também traumatizar toda uma família por conta dessa perda. Descuido ou relapso? Um atender o celular, ou trocar um cd, ou outra coisa onde achando que será rapidinho, pode vir a resultar numa tragédia. Um onde isso ocorre é em “Traídos pelo Destino” (Reservation Road).

Por outro lado, filme é filme! Logo, também quero vê-lo assim. Principalmente com os vilões que por vezes são prejudicados pelo politicamente correto. Que em alguns filmes estadunidenses exageraram no pós 11 de Setembro. Um deles, até fiquei com vontade de lançar uma campanha. Essa: ‘Salvem os Vilões dos Filmes!’. O filme é o “Ponto de Vista” (Vantage Point).

Por querer tentar entender o que se passa na cabeça de um homem-bomba, eu assisti “Paradise Now“. Recomendo! Até por tirar a visão esteriotipada que a mídia lança sobre ele. Não que com isso iremos aprovar, ou mesmo abonar esse ato para lá de violento. Mas é sempre bom ver a outra versão do fato.

folegoAlgo que também gostaria de entender é o porque de certas mulheres sentirem fascínio por criminosos. Por conta disso, uma simples leitura numa sinopse, foi o ponto de partida para assistir “Fôlego” (Soom). Onde uma dona de casa vai procurar um criminoso que se encontra no corredor da morte, após saber que o marido a trai. Como citei em meu texto, esse é um filme para um olhar mais maduro.

Por vezes, a violência está dentro de casa. Quer ela seja física, ou em atos contra o patrimônio dos pais. Como no “Antes que o Diabo descubra que você está morto“. Onde o filho mais velho alicia o caçula para assaltarem a joalheria dos pais. Como trabalharam nela sabiam de todos os detalhes da segurança. Mas imprevistos acontecem…

boncopbadcop4Eu gosto de filmes policiais, também. Não apenas por vê-los em ação, como também em conhecer seus dramas pessoais. No mais recente que eu vi, fiquei pensando se também não teria feito o mesmo que o personagem do Keanu Reeves fez com os pedófilos. Pois ele é um tira do tipo: ‘se houve flagrante para que ter despesas com júri e tudo mais‘. O filme é “Os Reis da Rua” (Street Kings). Subindo o mapa um pouco, um canadense que me fez rir bastante. É o “Bon Cop, Bad Cop“. Onde dois tiras, cujo métodos de investigação são antagônicos se vêem obrigados a trabalharem juntos para desvendarem um crime em série.

Bem, esse tema também me fará voltar a ele. Sendo assim, como fã de Daniel Auteuil, termino por aqui deixando a sugestão de “O Adversário“. Um filme que nos deixa perplexos pelo o que o personagem dele fez. E tudo por querer manter o status quo.

Que o final de semana seja sem violência para Todos nós! Que fique nos filmes!
See You!

Por: Valéria Miguez (LELLA). (Em 18/07/08)

Anúncios

Deus da Carnificina (Carnage. 2011)

Parece que Polanski andava engasgado com alguma coisa e finalmente conseguiu vomitar literalmente suas angústias em cima de grandes obras de artes e na frente de estranhos. E não satisfeito, lavou roupa suja em público. Uma chacina moral numa ‘análise grupal’ sendo quatro divãs número suficiente para se economizar no troco, complementando com vozes em off da mamy de um do…s envolvidos. Freud explica? Um dos protagonistas seria vendedor de drogas consideradas lícitas, matando aos poucos seus pobres consumidores, o da poltrona consegue testemunhar pela conversa entre Walter e Alan via aparelho celular; o outro é vendedor de quinquilharias domésticas, e um dos seus produtos seria descarga de privadas.

E as Tulipas não foram escolhidas, como um dos adereços, por acaso. Elas têm um significado singular.

O significado principal da tulipa é o amor perfeito, as tulipas sempre dão um sentido de charme e elegância para qualquer ambiente.

As tulipas vermelhas são fortemente ligadas ao amor verdadeiro, enquanto que a tulipa roxa simboliza quietude e paz; quanto as tulipas amarelas uma vez representam o amor impossível ou a luz do sol generoso. As tulipas brancas são vistas para reivindicar os valores ou emitir uma mensagem de perdão.

Não se iluda: gente elegante também quebra barraco… e com classe! É questão de oportunidade.

E tudo começou num parque de diversões… brincadeira de criança grande…

Clap,clap clap! Roman POLANSKI sempre nos surpreendendo com suas deliciosas inovações.

Karenina Rostov

Deus da Carnificina (2011). Mostrando Quando Um Peso Tem Duas Medidas

Uau! O texto da Yasmina Reza, aliado a sagacidade de Roman Polanski mete o dedão na ferida e com vontade! É de um brilhantismo ímpar! Onde nos deparamos com a desconstrução da sociedade atual na pele de dois casais. Por uma fachada de que se vive em prol da coletividade, são os valores individuais que irão imergir. Será muito mais do que um lavar a roupa suja, irão se despir ora dos conceitos, ora das armaduras, mas numa troca muito rápida de posicionamento. Será um mergulho profundo e individual que não ficará pedra sobre pedra. Um dia que lembrarão para sempre.

A trama do filme é calcado em diálogos que variam do desconcertante para os massageadores de ego. Se foram edificantes, só saberão no day after. O melhor de tudo é que temperada com muito humor. Para nós, é claro!

Onde ainda no início parece que alguns deles não se deram conta de que usam de um peso com duas medidas. Mesmo ela sendo mostrada numa simples fala de um dos personagens. É o óbvio encoberto por: “coisas do passado“, “agora os tempos são outros“, “vivemos num mundo civilizado“… O Roteiro é tão genial, que essa cutucada vem com essa simples fala: “– Não é tão diferente.”. Acompanhem a cena, e tirem as suas próprias conclusões.

Claro que desde o início do filme há muito mais questões levantadas, até nas entrelhinhas. Onde todo o contexto parte de um ato entre dois adolescentes: um, portando um galho de árvore, agride um outro, e tendo como testemunhas oculares um grupo na mesma faixa etária. Na área recreativa de um Parque. Aliás, essa cena é mostrada meio de longe. Numa de que seu parecer ficará em cima do que os seus olhos viram, mas sem ouvir as partes envolvidas. Ouviremos sim, mas relatados pelos pais. E ai, com o peso e medida deles.

Para mim, em “Deus da Carnificina“, Polanski nos coloca em cadeiras de um corpo de jurados onde a sentença também levaria em conta os nossos próprios valores. E é ai que eu digo que esse filme deveria ser visto pelas pessoas de mão única. Que nem mostrando por a+b que estão se contradizendo, não aceitarão. Até porque seguem a máxima que seus valores são irrefutáveis.

Houve uma agressão, num local público, onde há danos físicos, e entre dois adolescentes. Após esse incidente, caberia aos pais que papel nessa história? Até porque não estavam presentes no tal parque. Um local que para a mãe do agredido era imune a violência como essa, por ser frequentado por uma classe social de mais posse.

Claro que não dá mais para banalizar a violência do dia-a-dia, como em algo já decantado por João Bosco: “Sem pressa foi cada um pro seu lado…“. Mas por outro lado não se deve fechar questão entre o que está certo ou errado. Acima de tudo, ainda não passam de crianças onde o instinto fala mais alto que a razão. Mesmo que o ato seja reflexo do que se sente em sua própria casa, há algo cultural, milenar, de que na rua é o instinto de sobrevivência que fica em alerta. Quando se sente ameaçado, usará as armas que tem, no ali e agora. E é aqui, nesse ato-reflexo, que entrará também como bagagem quem ele é na essência. Voltando ao fato de que se fechar a questão poderá não ver alguém que fez o que fez porque só quis ser aceito pelo grupo.

– Crueldade e esplendor.
– Caos e equilíbrio.”

E é por ai, uma das premissas em “Deus da Carnificina“: pesar os atenuantes expostos. Tentar ser impessoal porque serão os pontos de vistas de cada um dos personagens que estarão em julgamento. Só que não em um Tribunal de Júri e sim numa Sala de Estar que até poderia ser em um Lar qualquer se não pertencesse ao casal Penelope (Jodie Foster) e Michael Longstreet (John C. Reilly), pais do filho agredido, recebendo o casal Nancy (Kate Winslet) e Alan Cowan (Christoph Waltz), pais do filho agressor, para o que na cabeça de Penélope: se houve um ato condenável deve haver um castigo.

Mas a lição que fica é: “Conte até 10, até 100… antes de entrar numa contenda entre crianças.”

Um filme Nota 10 em tudo! De não querer perder nem um gesto dos personagens, muito menos das falas. Os quatros atores estão soberbos. Em nenhum momento eu pensei em outros. Aliás, é um filme que se piscar corre o risco de perder algo. No filme todo, só há duas cenas externas. A do início, que eu já mencionei. E a outra que fecha o filme com chave de ouro. Explêndida!

Preferi não trazer spoiler. Muito embora cada um dos quatros personagens daria análises mais detalhadas. Onde como argumentavam seus posicionamentos me levaram a sonorizar baixinhos uma interjeições meio impróprias. Como também, o personagem do Christoph Waltz me fez lembrar do filme “Obrigado Por Fumar“. Ele parecia ser o advogado do diabo dessa história. Seu cinismo foi bárbaro, bem condizente com sua profissão. John C. Reilly transitava entre um Fred Flinstones e um político daqueles cheios de “agrados”, muito embora seja um vendedor de itens domésticos. Kate Winslet soube pesar bem um hamster com a agressão que seu filho praticou. Jodie Foster com suas caras e bocas meio histriônicas, mas bem de acordo com “uma mulher à beira de um ataque de nervos” pelo casamento que levava. Será que os opostos se atraem de fato? E quem teria rodado a baiana em primeiro lugar nessa contenda? Hilária, por sinal!

Então é isso! É mais um filme que entrou para a minha lista de que vale a pena rever. Ô! E como vale!

Por: Valéria Miguez (LELLA).

Deus da Carnificina (Carnage). 2011. França. Diretor: Roman Polanski. Roteiro: Yasmina Reza. Elenco: Jodie Foster, Kate Winslet, John C. Reilly, Christoph Waltz. Gênero: Comédia, Drama. Duração: 80 minutos. Adaptação da peça homônima de Yasmina Reza.

Deus da Carnificina (Carnage. 2011)

Yasmina Reza adaptou junto com Roman Polanski, a sua magnífica peça “God of Carnage”, que cheguei a ler. Não vi no palco, mas estava ancioso para ver o filme de Polanski , que particularmente, vale cada centavo que eu gastei!.

Situado em um apartamento em Nova York, dois casais cujos meninos tiveram um “desacordo” no playground, o que resultou na “disfiguração” de um deles. Jodie Foster e John C. Reilly interpretam os pais da “vítima”, e Kate Winslet e Christoph Waltz fazem os pais do menino “culpado”. Na tentativa de resolver questões em relação aos seus filhos, o que seria uma troca cordial se transforma em uma “guerra”.

Para quem é? 

“Carnage” é para quem gosta de atores. E, esse é o meu tipo de filme. Tem um elenco de quatro atores talentosos, jogados em um apartamento, onde discutem – com diálogos inteligentes.  Na verdade, “Carnage” é uma comédia, porque a vida é realmente engraçada e igualmente absurda.  A mistura de emoções, e  álcool –  o filme só fica melhor e melhor quanto mais álcool é consumido.

Expectativas:

Não vou dizer que este é um filme perfeito, porque não é, mas isso não diminue a minha apreciação a obra de Polanski. Por exemplo,  dentro dos primeiros minutos, eu questionei o fato de  Winslet e Waltz já estarem na casa do outro casal, e depois vão indo ao caminho do elevador. Parecia que as questões já tinham sido resolvidas, mas…

Atores: 

O elenco é simplismente perfeito.

Imagem

Jodie Foster interpreta Penelope Longstreet, que se auto-declara como uma “pessoa boa”. Foster excessivamente domina o filme, fazendo essa mulher cheia de raiva incontida – porque seu filho perdeu dois dentes e ficou “desfigurado” como ela diz para os Cowans.  John C. Reilly faz Michael, que é o tipo de marido que mostra total paciência para sua esposa, mas que para ele também existe limite para tudo. Reilly é uma ator singular na capacidade de retratar a comédia e o drama como parte de suas nuances interpretativas.

 

Imagem

Christoph Waltz faz Alan Cowan –  talvez seja o melhor dos quatro personagens e apresenta a melhor atuação do filme. Toda vez que  ele abre a boca, o filme fica melhor. E, as constantes ligações do celular, são irritantes e brilhantes ao mesmo tempo. Kate Winslet faz Nancy Cowan, que é tão perturbada por tentativas de Penélope em lhe contar como criar seu filho como pelas interrupções do seu marido ao telefone. Winslet  é responsavel pelas duas melhores cenas do filme – a do vomito e do celular.

“Carnage” é sobre a batalha dos sexos, e também sobre a batalha de classes, mas o filme não se aprofunda sobre as questões  socioculturais,  Polanski ilustra mais o comportamento humano emergindo das sombras. “Carnage” não revelou nada mais do que eu já sabia, mas me fez balançar a cabeça em reconhecimento do comportamento que vejo nos outros e, Deus me perdoe, que até vejo em mim.

Nota 8,5

Um Novo Despertar (The Beaver. 2011)

Imagem

Deprimente, às vezes até desconexo, mas excessivamente sentimental, é o filme de Jodie Foster, “The Beaver.” O triunfo do filme é realmente Mel Gibson, que dá uma humanidade ao seu personagem Walter Black, que nunca pensei que o mesmo fosse capaz. E, infelizmente por causa da vida pessoal do ator – de certa forma-, o filme foi um fracasso!

Por mais que a história de Black (Gibson) pareça muito surreal – um homem que vive em profunda depressão, e que ao achar um fantoche de castor em uma caçamba de lixo, de repente descobre a energia e a vida que ele havia perdido. Sempre vestindo e falando através do boneco, ele convence as pessoas que é uma nova forma de terapia. As cenas entre Gibson  e Foster são muito honestas, mas o roteirista Kyle Killen não explora o real problema de uma doença mental, onde a depressão não é algo perfeitamente amarrado. Porém, ele acrescenta um subplot para equilibrar os dois aspectos da historia- o drama de Black com sua esposa, e o filho do casal vivido por Anton Yelchin, com a lindissima Jennifer Lawrence. Yelchin e Lawrence vivem os momentos mais chatos do filme, e de certa forma, me deixou com aquela vontade de sair da sala de cinema!.

Fora a magistral atuação de Gibson, eu gostei muito da direção de Foster. Os angulos das cenas do fantoche de castor, são fantasticos. Contar uma história de um homem que não só usa um fantoche por 24 horas ao dia, mas que também usa disso como um modo de se comunicar,  é um  alimento para uma comédia rasgada, e, não um drama. Mas Foster apresenta o boneco em close-ups ou em two-shots –  com Black -, de uma forma soberba.

Vale destacar também, a boa trilha sonora do brasileiro Marcelo Zarvos. O seu acordeão tem um grande papel aqui, e se presta bem a natureza da história. “The Beaver” é um drama digno,  o qual de certa forma me tocou, embora a sua estrutura seja instável e tenha um subplot difícil de engolir.

Nota 6

Contato (1997). Ciência e Religião com Ética

contact_1997O filme Contato não traz apenas as pesquisas científicas sobre ETs, mas também aspectos éticos e morais do inconsciente de seus personagens. Nele, tempo e espaço não são apenas conceitos físicos, mas também valores sentimentais: uma viagem na memória afetiva. Buscando vencer os limites dos dois mundos: o interior e o exterior. Com o rádio o homem transcendeu as distâncias muito mais rápido. Indo mais longe. Com isso podendo até pesquisar se existem seres inteligentes fora da Terra. Mostrando o bom e o mau, o filme põe em xeque os valores éticos e morais da ciência e da religião. Numa tentativa de encontrar um equilíbrio.” (A. Mattos)

Contato marcou profundamente minha vida. Foi a partir dele que concluí que realmente eu queria ser astrônoma. Ainda não comecei os estudos da Física, mas em breve prestarei vestibular iniciando minha jornada rumo à Astronomia!

Tinha um dia de chegar (nos filmes) esse conflito entre ciência, religião e ética de uma maneira mais madura e mais centrada em grandes acontecimentos.

Além disso há uma preocupação em manter esses acontecimentos somente com a Dra. Eleanor, creio que para que houvesse a transformação que aconteceu com ela durante todo o filme. No início era ateísta, depois passou a acreditar em algo maior, numa força além de nossas suposições.

Depois disso, não lembro agora direito quem, mas um dos membros do conselho a que ela foi submetida confirmou a veracidade de que tinham se passado 18 horas de estática no vídeo que ela gravou. Como isso seria possível em 3 minutos? (Que foi o tempo que eles a viram na máquina)

Talvez seja a grande jogada do filme. E me pareceu assim: a ciência (representada pela Dra. Eleanor) aceitando a Deus, O conselho (se não me engano era em relação è religião) aceitando, pelo menos parte, da ciência. Isto é, para o progresso da humanidade, ciência e religião deverão tentar andar juntas. Não sei se foi bem isso que o filme quis passar.

O filme foi baseado no livro de Carl Sagan e, sem dúvida, foi o filme sobre Física que mais seguiu as leis da Física. Claro que como todo filme de ficção cometeu suas gafes. Mas inclusive no aspecto científico o filme é hiper interessante!!

Adorei relembrar esse marco!

Por: Thaís D. B.  Blog:  Tempestade Interior.

Contato (Contact). 1997. EUA. Direção: Robert Zemeckis. Elenco: Jodie Foster (Dr. Eleanor Ann Arroway), Matthew McConaughey (Palmer Joss), Tom Skerritt (David Drumlin), David Morse (Theodore Arroway), James Woods (Michael Kitz), Angela Bassett (Rachel Constantine), Rob Lowe (Richard Rank), John Hurt. Gênero: Drama, Mistério, Sci-Fi, Thriller. Duração: 150 minutos. Baseado em livro de Carl Sagan.