Bird People (2014). Pela liberdade de se dar asas…

bird-people_2014_posterbird-people_2014_01Por Karenina Rostov.
Quase todo mundo em algum momento da vida já sonhou que pode voar. Eu mesma já sonhei que tinha asas e voava sobre uma cidade, livre, tinha esse poder de lá do alto ver pessoas, casas, carros, árvores em miniaturas. Um sonho bom, delicioso que dava a sensação de liberdade e me lembro como eu não queria despertar. Era tempo das despreocupações, nada a fazer, só estudar. Voar continua sendo o sonho possível e realizável do homem, e ele aos pouco vai conseguindo além de pôr em prática, voar através de balões, aviões, asa delta, helicópteros e outros equipamentos aprimorar essa ideia fantástica, benção dos céus, não? Faz-me pensar como pode uma coisa pesada voar sobre nossas cabeças, feito mágica? Assim como o peso de um navio flutuando em alto mar. Brincadeira a parte… Não querendo dizer que não tenha gente que morre de pavor só de pensar em entrar num avião, ou nesse outro meio de transporte e temer pela vida, mas aí talvez seja por medo de morrer. Natural; medo é uma defesa. Faz parte. E isso já é outra história! Atualmente a humanidade não se vê mais sem asas esse meio de transporte que pode te deixar nas nuvens.

diretora_pascale-ferranFico feliz quando eu vejo um filme que considero a história original e instigante, e quando surge essa oportunidade, vou logo pesquisar a filmografia do roteirista e do diretor para saber um pouco mais dos seus trabalhos anteriores, e acabo me repetindo ao afirmar isso. A responsável agora é ela, Pascale Ferran, uma diretora francesa que colaborou no argumento, roteiro e direção. Aqui no Brasil foi bem recebido entre ‘Pessoas-Pássaro’. A diretora deste longa ganhou vários prêmios internacionais por um curta-metragem que ela dirigiu na década de 1990, o ‘The Kiss“. Vide link do vídeo para conhecer um pouco mais esse trabalho dela.

E para ilustrar um pouquinho mais essa história que povoa a mente do homem num determinado período da vida, imaginar que se pode voar, deixo aqui a canção “Sonho de Ícaro” de Biafra, que na minha opinião é um carinho os ouvidos.

pessoas-passarosBird People me reportou a tantas lembranças que faço questão de compartilhar aqui algumas delas, como, por exemplo, além da música já citada de Biafra, (vide link) a da realização do sonho do brasileiro Santos Dumont ao criar uma máquina que deu ao homem a oportunidade de voar; lembrei-me também de Leonardo da Vinci que, além de muitos trabalhos artísticos, como o famoso retrato de Mona Lisa, foi poeta, matemático, arquiteto e engenheiro militar, um de seus estudos mais interessantes foi a elaboração de um dirigível, instrumento que pudesse sair da Terra; e outros meios foram aperfeiçoados para se alcançar os céus, até como o próprio pássaro.

bird-people_2014_05E voltemos ao filme – porque eu já disse que viajo, né? E com algumas escalas! Talvez eu faça isso como forma de garantir a diversão e não deixar que se perca o encanto aos que ainda vão assistir à obra. Os protagonistas de Bird-PeopleAnaïs Demoustier e Josh Charles – formam uma sequência de paradoxos, recurso expressivo presente em toda a história, a começar pela escolha dos protagonistas formada pela visão de ambos os sexos na tentativa de entender ou explicar o sentido da liberdade, através do significado ‘asas’, ‘pássaro’ ‘voar’, ‘janelas para o mundo’ masculino/feminino, ou ele / ela; pobre / rico / casado / solteiro /, concreto / abstrato, voar tal qual um pássaro e voar por meio de transporte denominado avião/ e ainda, voar na imaginação e isso parece bastar. Ambos estão concentradas na narrativa ou, até mesmo, na relação obra-espectador.

bird-people_2014_02A moça (Anaïs Demoustier), uma francesa, livre, desimpedida, sem um companheiro sem filhos, leva uma vida aparentemente tranquila e simples e faz jus ao seu emprego como camareira num hotel nas proximidades de um aeroporto de Paris e a rotina daquele serviço impera, ela sabe de cor e salteado quantos quartos deve limpar e por onde começar, o diferencial nela e que está sempre viajando, na leitura que faz, nas músicas que ouve e de repente, passa a sonhar acordada: ela literalmente dá asas à sua imaginação! O moço (Josh Charles), um quarentão norte-americano engenheiro de informática, é literalmente seu oposto em tudo: um emprego maravilhoso e dos sonhos de muita gente de viver viajando, ficando mais tempo fora de seu país e distante da família por causa desse trabalho; casado há mais de uma década e filhos. E esse o paradoxo maior nessa aventura que de certa forma faz unir o casal dando-lhes asas para que cada qual busque seu caminho.

bird-people_2014_04Alguma coisa inusitada acontece com o moço nessa viagem a Paris que faz com que a história de vida dele tome novo rumo. Conversando com a esposa pela janela de seu pc, ele percebe que alguém está preso numa gaiola de pássaro? Seria ele? Ou seria a esposa? Uma conversa sui generis entre o casal acontece, e ele pede para sair e não mais voltar, que esse jogo acabe, que ela abra a janela porque ele precisa voar dali, voar de verdade.

Bird People foi classificado na categoria ‘Fantasia’. Após assistirem o espectador pode concordar que é isso mesmo ou não. Viajei mesmo nesse filme, peço desculpas!

Bird People (2014) – Ficha Técnica: na página no IMDb.

Sociedade dos Poetas Mortos (Dead Poets Society. 1989)

sociedade-dos-poetas-mortosPor Gabiandre.
Honestamente, não sei como começar essa post. A morte de Robin Williams pegou à mim e a todos de surpresa. Muitos blogs e sites que acompanho já prestaram suas homenagens e eu, como fã, não poderia ficar de fora. Sua carreira e inegável talento já foram temas para muitos posts, por isso, o meu será uma tanto quanto diferente. A minha singela homenagem é sobre algo que Robin nos deixou, como um presente dado a alguém especial.

sociedade-dos-poetas-mortos_01A ‘Sociedade dos Poetas Mortos‘ é, sem dúvidas, o filme mais surpreendente que eu já vi. Um daqueles capazes de mudar vidas, sabe? Eu assisti esse filme pela primeira vez na escola, em uma dessas aulas em que nossos professores nos obrigam a assistir filmes e fazer relatórios. Imagino que saibam o que acontece durante essas aulas… As pessoas dormem, escutam músicas, fofocam sobre o gatinho novo na escola e quando chegam em casa procuram qualquer resumo e lá começa o “ctrl+c e ctrl+v”. Simples assim. Porém, naquele dia em especial, nada disso aconteceu. Pelo menos não comigo.

O filme conta a história de Welton Academy, uma tradicional escola para homens, onde o tratamento é rígido e são impostas muitas regras. É importante lembrar que o filme passa-se em 1959, portanto o perfil dos alunos é de jovens submissos aos professores e a seus pais, que decidem o futuro dos filhos. Porém, muita coisa muda com a chegada do novo professor de literatura (Robin Williams), um ex aluno, que faz com que seus alunos não simplesmente absorvam o conhecimento, mas que busquem e questionem-o.

sociedade-dos-poetas-mortos_03Com os novos métodos implantados pelo professor Keating, nos quais ensinava aos alunos à amar e pensar Carpe diem (aproveite o dia) os alunos começam a mudar seu comportamento. Quando acham o antigo anuário do professor descobrem a Sociedade dos Poetas Mortos, um grupo de amigos que se reuniam a noite em uma caverna para declamar poesias e refletirem sobre elas. Então, liderados por Neil (Robert Sean Leonard), um dos alunos de Keating, criam uma nova sociedade. A partir daí estes alunos começam a expressar suas opiniões, vivem intensamente suas vontades e lutam por seus objetivos.

A razão pela qual me apaixonei por esse filme é que, muito embora, a história seja datada há muitos anos, ainda é possível encontrar partes do enredo nos dias atuais. É claro que de forma menos rígida, muitos jovens ainda são submissos e até desvalorizados pelas autoridades, sejam essas seus pais ou professores.

sociedade-dos-poetas-mortos_02Outro fator bem real nos dias de hoje é o impacto que um professor pode causar na vida de um aluno, tanto positiva quanto negativamente. Pessoalmente, tive uma professora de literatura, a mesma que me fez assistir o filme, que teve uma grande importância na minha formação não só acadêmica, mas também pessoal. E grande parte disso teve incio com esse filme! Dar voz aos jovens é como dar-lhes asas para que possam voar e ser livres. Tudo que nós, jovens, queremos é sermos ouvidos.

Para finalizar gostaria de agradecer à Robin por esse e muitos outros legados que nos deixou aqui na terra. E também à todos os professores e outros profissionais que conseguem, com poucas atitudes, contribuir para o futuro da humanidade. E se você ainda não viu esse filme, corre para ver, vale super a pena! E por ultimo, desejo à todos que aproveitem o dia.carpe-diem

Depois da Vida (After Life. 2009)

A cada dia de vida é também um de despedida. E.B.

After Life

Viver nada mais é que morrer a cada dia. Viver é para poucos. A única certeza da vida é a morte. Ninguém sabe o dia de amanhã. Para morrer, basta estar vivo. Está achando o assunto macabro? Quem aqui nunca ouviu ou pronunciou alguma dessas frases? Lembrei-me desse assunto após assistir ao filme After Life (Depois da Vida), que considero o mais instigante dos recém-lançados. Este ‘garimpei’ numa locadora. Há tempos uma história assim não mexia com o meu emocional, o último foi Império dos Sonhos de David Lynch. After Life é um thriller de terror psicológico. Um jeito despojado de contar uma história banal num formato poético e com pitadas de humor negro. O tema nada mais é que um assunto que está super na moda ultimamente no mundo da sétima arte: o que acontece depois que se morre? Existe vida após a morte? Vide Nosso Lar, Chico Xavier, Além da Vida (com Matt Damon) etc, entre outros em cartaz. É o primeiro longa da diretora e roteirista polonesa Agnieszka Wojtowicz-Vosloo que chegou ‘grande’, não deixando nenhuma dúvida para o que veio. O elenco foi cuidadosamente escolhido, contando com a talentosa Christina Ricci que me surpreendeu desde cedo em A Família Adams; o carisma de Liam Neeson no magistral filme A Lista de Schindler e os outros gabaritados, como Alfred Molina, Justin Long, Josh Charles e ainda Chandler Canterbury.

Depois da Vida é um filme inteligente e original. O mais intrigante do ano de 2010. O expectador sai da sessão sem saber o final. E vai discutir em rodas de amigos e cada um argumentará e defenderá seu ponto de vista e não se chegará a conclusão alguma. A dúvida persistirá. Vai se pensar neste filme por um longo período. Talvez chegue a um denominador comum guiado pelas pistas e sinais deixados no decorrer da história. Talvez predomine o bom senso. Mas será o final que de fato o diretor formulou para prevalecer? É uma obra aberta, não escancarada e depois de pronta não tem mais dono, pertencendo a quem se apossar dela, então posso resumir a história que em nada influenciará a quem ainda não assistiu, ou a parte que me pertence.

É a história da jovem Anna (Christina Ricci) que depois de sofrer um acidente de carro é levada para uma funerária local a fim de que seu corpo seja preparado para o velório. A partir daí coisas estranhas começam a acontecer. Ela parece estar viva. Morreu ou não morreu? Eis a questão. O agente funerário Eliot Deacon (Liam Neeson) pode ser um maníaco e a jovem estaria correndo risco de vida (?) e prestes a ser enterrada viva. É tudo verdade ou imaginação?

Confusa, e sentindo-se mais viva do que nunca, começa o drama e a agonia de Anna que enfrenta o diretor da funerária. Anna é (era) professora de ensino fundamental, e nesse dia, coisas estranhas acontecem com ela. O namorado, logo cedo na cama, percebe que ela não estava bem. Ambos vão para o trabalho e combinam de sair para jantar nessa noite. Nesse mesmo dia, após o trabalho, Anna vai à funerária para o velório de um amigo. Lá ela percebe que o defunto se mexe. Seria imaginação dela? Depois Anna resolve passar num salão de cabeleireiro para mudar radicalmente o visual, substituindo o tom escuro dos cabelos para um vermelho vivo. No meio do jantar, o seu noivo decide fazer duas surpresas: entregando-lhe um anel como pedido de casamento e informando que fora promovido e que seria transferido para outra cidade e ela deveria acompanhá-lo nessa mudança. No meio da conversa nesse jantar, Anna entende tudo errado, o casal discute no restaurante, e ela nervosa, sai desesperada, dirige em alta velocidade e acaba sofrendo um acidente. Somente a família é avisada e Paul, o noivo, por enquanto nada sabe.

Paul estranha que nessa noite sua noiva não voltou para casa, nem fazia idéia que nesse momento ela já se encontrava numa funerária. A mãe de Anna vai à funerária e decide enterrar sua filha dois dias depois do ocorrido. Lá começa algo sobrenatural entre a morta (?) e o diretor da mesma. Eliot prepara a moça para o funeral e a partir daí é com o expectador, e começa a viagem entre o estar ou não vivo/morto. Anna não acredita estar morta, apesar de o diretor da casa funerária lhe garantir que ela se encontra numa fase de transição para o “pós-vida”. Anna pergunta como ela pode estar morta se está conversando com ele. E ele lhe responde que tem a capacidade de conversar com os mortos. Afinal, quem está enganando quem? Anna tem certeza que não morreu. O agente funerário lhe aplica uma injeção e inventa uma história dizendo que é para o cadáver estar apresentável no velório. O expectador poderá transitar nessa história entre a verdade e a mentira; morte e vida, natural e sobrenatural algumas vezes. Há situações dando a atender que ela está viva: em um momento, Anna fica sozinha e Eliot esquece a chave da sala lá, e ela tenta sair, mas a chave quebra, e ele, o diretor da funerária, quando descobre que a esqueceu, volta desesperado para lá e sente-se aliviado por saber que ela não conseguiu sair. É uma aventura e tanto desvendar esse mistério, não acha?

A diretora magistralmente desconstrói o gênero terror, e sob uma nova ótica, num exercício elegante e excitante brinca, criativamente, com a metalinguagem. Brinca também com o expectador e inova com as convenções cinematográficas. Reorganiza os signos lingüísticos e seus significantes e significados de Morte, Pós-Morte e Vida. Caríssimo, conhece aquela outra frase “Tem muita gente que já morreu andando por aí e não sabe.”? Pois então, o expectador sai meio angustiado da sessão, também pelas dúvidas que inconscientemente são plantadas na mente. Além de tentar descobrir o que aconteceu com a personagem terá que descobrir o que acontece consigo mesmo. Talvez você se pergunte será que estou vivo? É bom estar vivo? Eu quero estar vivo? Ainda bem que estou vivo? Eu morri? Eu morri e não sei? Isso tudo não passa de brincadeira de mau gosto? Só se pensa na própria morte quando alguém próximo morre. Vai querer resolver isso num divã. Diria que é novo formato de narrar o sobrenatural, em poético-dramática sacudindo o “da poltrona” a fim de despertá-lo para a vida e para todas as reflexões possíveis, sobre a grande arte de se viver.

Há várias pistas para o expectador tentar desvendar o mistério que paira sobre After Life, entre estar vivo ou não, a protagonista morreu ou não? Decifre, se for capaz! Quando Anna está finalmente preparada para que velem o seu corpo, Eliot, pergunta-lhe se ela deseja sair para a vida ou continuar lá. Agora é com você, leitor, se quiser descobrir o final da história, não deixe de assistir.

Excepcional. Realmente cinema é a maior diversão. Psiu! Ei, você aí que está vivo, não deixe de testemunhar esta história!
Karenina Rostov

Agradecimento: Tiago Soares – Criador do desenho acima
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Sinopse: Após sofrer um terrível acidente de trânsito, Anna (Christina Ricci) desperta sobre a mesa de trabalho de uma funerária. Eliot Deacon (Liam Neeson), o diretor do local fala que ela não está viva, mas que se encontra na transição entre a vida e a morte e que ele pode falar com ela porque tem a capacidade de se comunicar com os mortos. Assim, ele é o único que pode lhe oferecer ajuda. Paul (Justin Long), o noivo de Anna, sente que algo não vai bem e tem a percepção de que alguma coisa estranha acontece na funerária onde o corpo de sua noiva está sendo preparado para o funeral.

Título Original: Além da Vida

Gênero: Suspense / Thriller / Drama

Direção: Agnieszka Wojtowicz-Vosloo

Elenco: Liam Neeson, Christina Ricci, Celia Weston, Justin Long, Chandler Canterbury, Luz Alexandra Ramos

Ano de Produção: 2009

Lançamento Dezembro: 2010

Origem: EUA

Duração: 104 minutos

Quatro Irmãos (Four Brothers. 2005)

Esses quatro não são nada comparados ao que seriam sem ela.

Antes… Esse filme é um remake do faroeste “Os Filhos de Katie Elder”, estrelado por John Wayne e Dean Martin. Mas como uma história do Velho Oeste ficaria ambientada nos tempos atuais? E em Detroit. Acontece que os bandidos se adequam ao tempo em que vivem. Como também continuam e em todas as esferas; em todos os Poderes. Embora eu adore Western, eu vim falar sobre esse aqui.

No início do filme vemos uma simpática senhorinha ser assassinada a sangue-frio. Durante um assalto a um mercadinho onde fora comprar o peru para o almoço do Dia de Ação de Graças. Ela é Evelyn Mercer (Fionnula Flanagan). Alguém que dedicou parte de sua vida a encontrar um lar para as crianças do orfanato. E a quatro, por não encontrar quem os adotasse, mais que dar a eles um sobrenome, deu também amor. Deu um colo de mãe. O carinho e o aconchego de um verdadeiro lar.

Após o funeral, o Policial Green (Terrence Howard) traça um perfil dos quatro irmãos ao seu companheiro de equipe Fowler (Josh Charles). Ficamos conhecendo um pouco deles: Bobby (Mark Wahlberg), Jeremiah (André Benjamin), Jack (Garrett Hedlund) e Angel (Tyrese Gibson). Ao cumprimentar Green, Bobby diz que não veio para o funeral da mãe. É, ele quer o de quem tirou deles, o bem mais precioso. E ao descobrir que pode ter sido uma execução… A ele, junta-se mais dois irmãos nessa investigação… Não irão deixam barato!

Pessoal! Esqueçam o politicamente correto. Afinal trata-se de um filme. Juntem-se a eles. É tanta corrupção, bandidagem que diariamente aparece na mídia… Usem o filme como uma catarse.

Além dos atores darem um show de interpretação. O filme conta com uma trilha sonora incrível! Com alguns hits para quem curtiu a turma da Motown Records. Um deles: “Papa was a Rolling Stone” (The Temptations).

Nota máxima geral! Filmaço! De querer rever outras vezes mais.

Por: Valéria Miguez (LELLA).

Quatro Irmãos (Four Brothers). 2005. EUA. Direção: John Singleton. Elenco: Mark Wahlberg, Tyrese Gibson, André Benjamin, Garrett Hedlund, Terrence Howard, FionnulaFlanagan, Chiwetel Ejiofor, Sofia Vergara, Josh Charles. Gênero: Ação, Crime, Drama, Suspense. Duração: 109 minutos.