Uma Noite em 67 (2010). E por que não?

O Canal Curta irá passar esse Documentário, “Uma Noite em 67”, hoje às 22 horas. Para quem ainda não assistiu, no qual me incluo, fica a dica!

Cinema é a minha praia!


Por: Roberto Vonnegut.
Há quarenta e tantos anos boa parte da população brasileira deixou de lado a dureza de viver na ditadura e se encantou pela estória de um rapaz que, oprimido por uma namorada que só pensava em casar, saiu pelas ruas pensando na vida e acabou descobrindo a alegria na liberdade. Transmitida ao vivo pela televisão, a estória foi contada por um narrador que com seu sorriso sedutor arrancou aplausos de uma plateia que no início não parecia disposta a um assunto tão frívolo para aquela época de passeatas e discussões politizadas.

Esta cena é um dos pontos altos do documentário Uma Noite em 67 que chegou aos cinemas: Caetano Veloso trouxe um conjunto argentino (Beat Boys) com guitarras elétricas a um festival de música popular brasileira- quase um sacrilégio na época. Tinha tudo para dar errado. Mas ao contar do rapaz com uma namorada monotônica (“se…

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Mesmo se Nada Der Certo (Begin Again. 2013)

mesmo-se-nada-der-certo_2013notas-musicaisSe a música ou o que pode resultar dela acaba bagunçando a mente de dois corações, ela também pode levá-los a um novo começo de vida. Meio que perdidos fez o destino se encontrarem por uma música que vinha quase como uma despedida para quem a cantava. Já para quem a ouvia ela lhe injetara sangue nas veias despertando o dom em descobrir talentos. Assim, ambos embarcam nesse novo trem da vida mesmo que inicialmente para darem um troco na vida de então. Até porque não custava nada embarcarem nessa nova viagem pois seguindo a máxima: mesmo se nada der certo, pelo menos eles tentaram. Muito embora o título original é mais eloquente: de que não importa o quanto sinta tão por baixo, sempre é tempo de começar de novo! E quem seria esses dois corações feridos?

Antes o aviso de que para traçar o perfil desses dois corações terá alguns spoilers. Com isso se ainda não viu o “Mesmo se Nada Der Certo” assista primeiro! É uma linda história de superação, de encerrar um capítulo, de enfrentar os próprios fantasmas… Enfim, de um novo recomeço onde a música é o chefe de cerimônia! Agora sim, vamos conhecê-los!

O amor é dar a alguém a oportunidade de te destruir, mas confiando que não fará isso!“.

mesmo-se-nada-der-certo_2013_02Começando por aquela que cantou! Ela é Gretta! Uma jovem meiga sem planos para a fama. A ela já bastava traduzir em letra e melodia seus sentimentos. Baladas românticas para em especial uma outra voz cantar, seu então namorado Dave (Adam Levine). Por ele não se importava em ficar nos bastidores, desde que não apenas como uma fã. O acampanhara de Londres para Nova Iorque: ele estava na iminência de se tornar um pop star. Mas o sucesso mexeu demais com ele deixando Gretta para escanteio, e até no coração dele: trocando-a pela nova empresária. Sentido-se perdida Gretta encontra um antigo amigo que também viera atrás de um sonho na Big Apple, Steve (James Corden). Mas diferente de Dave que já chegara com todas as portas abertas, Steve viera com a cara e a coragem. Cantado pelas esquinas alternando com os dias onde cantava num barulhento bar. Steve é a outra ponta dos que estão em busca da fama. Mesmo assim, ele divide o pequeno palco com ela. Numa de expor seus piores pesadelos, Gretta aceita cantar em público naquele dia em especial.

mesmo-se-nada-der-certo_2013_01Pausa para falar de James Corden e de Adam Levine. É que Corden desbancou o outro na performance. Não que Levine fez feio, fora mediano. Já Corden seguiu a máxima de que não há papéis pequenos. Muito embora Levine tenha seguido o esteriótipo do personagem: um canastrão. Enfim, dois personagens importantes nesse momento de Gretta em Nova Iorque! E já que falamos de atuações, agora sim a dela! Quem interpreta Gretta é Keira Knightley que confesso me surpreendeu até por deixar de lado as caras e bocas tão comuns em outros personagens que interpretara. Nesse filme ela está mais contida no gestual levando-a a uma excelente na performance. Enfim, até seus olhares fez jus a personagem! Gretta ficou memorável!

mesmo-se-nada-der-certo_2013_04Seguindo agora com aquele que a ouviu na tal noite meio tenebrosa para ambos, ele é Dan! Um descobridor de talentos no campo da música. Ele encontra o caminho para que mesmo em estado bruto a música chegue as pessoas. Sem máscaras, na essência. O que faz dele ser ainda muito querido e respeitado por aqueles que já alçaram voos solos, como o Rapper Troublegum (CeeLo Green). Mas até pela efemeridade do mundo da fama, seus métodos ficaram arcaicos para Saul (Yasiin Bey), sócio e co-fundador da gravadora que ambos criaram com esse olhar no artista, e não no lucro com as celebridades momentâneas.

Os tempos mudam. As pessoas têm que mudar com elas.

mesmo-se-nada-der-certo_2013_06Pausa para falar de Yasiin Bey. Ele até se desligou de uma outra ai sim de uma performance memorável, o Mos Def de “16 Quadras“, de 2006. Mas o seu Saul ficou no mediano. A ponto de me fazer pensar em algum outro ator ao travar esse duelo com Dan o deixaria memorável. Até porque Saul se rendera a fabricar sucessos pensando muito mais lucro. Até já tinha um método para isso. Enfim, Yasiin Bey não fez feio, mas não roubou as cenas. Ou mesmo que também poderia ter feito uma dobradinha incrível com Dan até porque havia uma trama importante nesses confrontos. Ali havia passado e presente de ambos passado a limpo, e mesmo que passando brevemente por essas histórias. É! O Saul de Yasiin Bey ficou a desejar.

Por isso amo música. Uma cena banal de repente se enche de significado. Todas as banalidades de repente se tornam pérolas de beleza e efervescência graças à música.”.

mesmo-se-nada-der-certo_2013_03Agora sim voltando a falar de Dan! Na e da performance de Mark Ruffalo que mesmo dentro de um esteriótipo comum a outros personagens que já interpretou, seu Dan ficou irretocável! Soube com maestria compor seu Dan. Alguém que do lado profissional não ia nada bem, o no pessoal mais ainda tanto que ficara sem um norte. Dan ainda sentia a separação. Sua ex-esposa Miriam (Catherine Keener) ainda estava presente em seus pensamentos. E sem saber o motivo certo da separação dos pais, nem mesmo o da fase ébria do pai, sua filha adolescente Violeta (Hailee Steinfeld) criara uma barreira ao coração desse pai. Com tudo isso, o Dan de Mark Ruffalo passa do drama carregado de um adulto amargurado à inocência da criança que ainda carregava em si, e sem tirar nossa atenção! Bravo, Mark Ruffalo!

Mas sou eu quem tem que mudar.

mesmo-se-nada-der-certo_2013_07Não sei se Catherine Keener se sentiu intimidada com tamanha energia de Mark Ruffalo em seu personagem. Mas também não fez feio. Gosto muito de suas performances, mas não deu muita química com Ruffalo tal como a com Steve Carell em “O Virgem de 40 Anos“. Ou até pelo o que sua personagem fizera, ela mostrou-se sóbria demais. Se bem que devido as atuais circunstância, a queda do ex-marido a deixara pedante e ai sim compôs bem a Miriam. Em relação a Hailee Steinfeld em “Bravura Indômita” já mostrara que está no caminho certo: com talento para grandes ou pequenos papéis.

Transformando esse tributo à essa grande louca beleza e fraturada bagunça que é Nova York.

Em “Mesmo se Nada Der Certo” até pode transparecer que o Diretor John Carney partiu das músicas para então compor sua história de tão perfeita integração entre elas. Sem esquecer também que o Roteiro é dele. O que traz a lembrança de um outro filme de sua autoria, o “Apenas Uma Vez“, de 2006. Por também brincar, ousar com as músicas compondo uma história. Onde em ambos o destino levou dois corações feridos a se encontrarem e daí como numa parada para revisão tentarem fechar um capítulo e sem as bagagens já inúteis para o que virá a seguir. Acontece que mesmo tendo ambos os filmes esse pano de fundo, John Carney os fez tão únicos que o eleva à categoria dos grandes. Ou mesmo que ainda com poucas obras até pela criatividade ele já está a caminho desse panteão. São excelentes filmes! Onde “Apenas Uma Vez” está numa oitava maior até pela simplicidade da obra como um todo! Muito embora ele além de usar tudo que a Big Apple tenha para oferecer ao compor “Mesmo se Nada Der Certo” o fez de um jeito tão vibrante e ao mesmo tempo romântico no espírito que nos lava a alma! Um filme para ver e rever! Nota 10!

Por: Valéria Miguez (LELLA).

Mesmo se Nada Der Certo (Begin Again. 2013)
Ficha Técnica: na página no IMDb.

Se Eu Ficar (If I Stay. 2014)

Se-Eu-Ficar_2014Se-Eu-Ficar_2014_01Às vezes você faz escolhas na vida e às vezes as escolhas fazem você.”

Ao término do filme, “Se Eu Ficar“, as faces ainda continuavam umedecidas pelas lágrimas que rolaram bem mais num momento de decisão para um avô que de uma só vez perdera entes tão queridos… Para esse avô era como se avaliasse a si próprio… como também tentar aceitar tal fato… onde até ficaria uma vontade imensa de dar um murro na cara do destino se isso fosse mudar alguma coisa… pois era uma mudança irreversível… O personagem desse avô – numa uma ótima interpretação de Stacy Keach (A Outra História Americana) -, com certeza irá tocar mais profundamente em que já vivenciou passagens parecidas. Mais ainda em que teve um ser amado em coma…

A vida é uma grande, gigantesca confusão. Mas essa é também a beleza dela.”

Se-Eu-Ficar_2014_02Agora, em “Se Eu Ficar” esse avô é mais um a tentar dizer a uma jovem que sim, que ficasse! Que não ficaria sozinha. Ela é a peça central dessa história, a jovem Mia. Numa comovente e brilhante atuação de Chloë Grace Moretz (A Invenção de Hugo Cabret). Mia tinha sonhos, tinha planos para um futuro que a levaria para longe dali para se aprimorar nos estudos de violoncelo. Mas de repente se encontra em coma e… de uma tragédia que talvez pudesse ter sido evitada… Mas aí não haveria essa breve e dolorosa história…

_E se nada der certo? Vai me ajudar a catar os caquinhos?
_Cada um deles.”

Se-Eu-Ficar_2014_03Num dia onde por conta de uma nevasca, e que o recomendado a todos seria ficar em casa… Mas como a escola onde o pai de Mia, Denny (Joshua Leonard – “A Bruxa de Blair“), lecionava e ela e o irmão, Teddy (Jakob Davies – “Uma Viagem Extraordinária”), estudavam não iria funcionar… Motivando também a mãe, Kat (Mireille Enos – “Sem Evidências”), a faltar ao trabalho… Essa família feliz com esse “feriado” resolvem pegar a estrada para uma visita aos avós… E no meio do caminho, numa curva, um carro derrapa atingindo o deles com violência.

Me apaixonar pelo Adam foi como aprender a voar. Era empolgante e assustador ao mesmo tempo.”

Se-Eu-Ficar_2014_04Mia então inicia uma peregrinação extracorpórea… Uma alma ainda tentando descobrir o que tinha acontecido com ela e sua família. E enquanto seu corpo permanecia em coma no hospital… Com cada um que ali se encontrava a esperar e pedir que ela ficasse com eles… Mia rever sua vida… Em especial com tudo o que vivenciou com Adam (Jamie Blackley – “Branca de Neve e o Caçador”)… Adam tinha uma banda de rock, logo também um apaixonado por música. De boa índole, mas um pouco descompromissado com a vida aos olhos da amadurecida Mia. Aliás, filha de ex-hippies Mia se sentia como um peixe fora d’água perto de todos eles. Algo que pesava muito em se deixar partir…

Quero que me toque como faz com o violoncelo.”

Se-Eu-Ficar_2014_05Em “Se Eu Ficar” temos os medos, anseios… de uma adolescente num momento de decisão: viver ou se deixar morrer. Parabéns ao Diretor R.J. Cutler pela construção da trama e performance dos atores. Uma Trilha Sonora primorosa! Do Clássico ao Pop Music! De Beethoven a Christina Aguilera! Além do que Cello e Cellist passam muita sensualidade! E pareceu que o roteiro de Shauna Cross também contou bem a história do livro homônimo de Gayle Forman. Um Filme para ver e rever! Nota 10!

Por: Valéria Miguez (LELLA).

Se Eu Ficar (If I Stay. 2014)
Ficha Técnica: na página no IMDb.

Uma Noite de Amor e Música (Nick and Norah’s Infinite Playlist. 2008)

uma-noite-de-amor-e-musica_2008Esses moços, pobres moços / Ah! Se soubessem o que eu sei / Não amavam, não passavam / Aquilo que já passei” (Lupicínio Rodrigues)

Numa hora parece que o mundo caiu… Que o grande amor da vida não poderia acabar assim como se nunca tivesse acontecido… Que ainda teria algo para ser salvo… Que ainda teria tempo para ir atrás desse outro coração… É por aí que segue um jovem numa longa noite adentro também do seu ser… Onde tem como ajuda três grandes amigos tentando também tirá-lo dessa roubada do passado recente, mas também que visualizaram nesse caminho uma bela e linda princesa… Jovem essa que também pesa em seu passado recente há quem a queira apenas por aquilo que seu pai poderia proporcionar a esse interesseiro (Jay Baruchel)…  É! Uma noite para descobrir até porque nem se davam conta do porque…

uma-noite-de-amor-e-musica_2008_01É! Os “três mosqueteiros” – Thom (Aron Yoo), Dev (Rafi Gavron) e Beefy Guy (Jonathan B. Wright) – teriam muito mais do que iniciar o show de uma outra banda… Pois é durante esse show que os dois jovens se falam, ou melhor, se encontram de fato. Mesmo estudando no mesmo colégio nem se viam por pertencerem a tribos diferentes. São eles: Nick (Michael Cera) e Norah (Kat Dennings). Ela numa de mostrar a “gostosona” do colégio que não estava ali sem namorado, se aproxima de Nick e pede que ele se passe pelo seu por um tempinho… Norah tinha ido apenas curtir a banda junto com uma amiga, Caroline (Ari Graynor) e do qual acabou sumindo… Acontece que Norah não fazia ideia de que Nick era o ex da tal provocadora, a Tris (Alexis Dziena). Mas que mesmo sem conhecê-lo já curtia as playlist que esse dava para a Tris e que essa jogava no lixo. Assim, numa busca por Caroline por vários lugares, entre encontros e desencontros, com os “ex” não gostando nada dessa nova amizade entre Nick e Norah, ambos tentam descobrir também onde será um show secreto de uma banda do qual são todos fãs…

Uma Noite de Amor e Música” traz um belo convite para passar uma noite inteira com esses jovens e que termina aos primeiros raios do amanhecer. Sendo que para alguns será o início de um novo capítulo, ou de uma nova playlist

Inspirado num romance… O filme é mais um a mostrar que sempre tem como contar sobre o universo dos adolescentes românticos com as dores e as delícias de assim irem levando a vida… Se estiver passando em algum canal, assiste… Eu gostei de ter assistido! E que posso até revê-lo algum dia. Nota 08.

Uma Noite de Amor e Música (Nick and Norah’s Infinite Playlist. 2008)
Ficha Técnica: na página do IMDb.

Por: Valéria Miguez (LELLA)

Quase Famosos (Almost Famous, 2000).

quase-famosos_2000Por Francisco Bandeira.
Cameron Crowe entregou em “Quase Famosos” um dos retratos mais honestos e cativantes sobre as descobertas dos adolescentes sobre drogas, sexo e rock’n roll. Todo aquele deslumbramento acerca de seus ídolos, uma atmosfera de curtição quase inquebrável – mesmo com tantos conflitos – e, especialmente, a liberdade de um jovem, transformando aquela aventura juvenil em um belo road movie.

O primeiro contato com a música, fama, famosos, artistas, empresários, mulheres e o amor. O que torna tudo tão perfeito? As músicas que pontuam cada passagem especial do filme (a cena do ônibus ao som de Tiny Dancer, do Elton John, é espetacular). Penny Lane (Kate Hudson, perfeita) é aquele tipo de mulheres que procuramos a vida inteira, que não saem das cabeças, que ecoam em nossos pensamentos e sonhos, porém tão frágil e desolada, que a torna alcançável ou ainda mais apaixonante.

quase-famosos_2000_01Crowe inseriu suas experiências pessoais no filme, mostrando que nos deparamos com diversos tipos pela vida: a mãe protetora (Frances McDormand, divina), a irmã libertadora (Zooey Deschanel, ótima), a jovem e bela inocente que quer ser descolada (Anna Paquin, encantadora), ou o jovem preocupado que descobre que a vida pode ir de sonho a pesadelo em questão de segundos (Patrick Fugit, espetacular) ou aquele típico sacana que nos proporciona as melhores experiências de nossas vidas e, por mais imbecil que seja não conseguimos odiá-lo… Nem sequer por um minuto (Billy Crudup, impecável). São tantos sentimentos em cena, que fica difícil não se sentir atraído por personagens tão mágicos, em um universo de sonhos que é a vida, e desejamos vive-la cada vez mais.

Ser famoso é ótimo, ser anônimo tem suas vantagens, porém fazer parte do grupo dos QUASE FAMOSOS não é nada menos que perfeito.

Quase Famosos (Almost Famous. 2000). Ficha Técnica: página no IMDb.

O Último Elvis (El Último Elvis. 2012)

o-ultimo-elvis_2012_posterArmando Bo estreia na direção num filme de qualidade veterana. Trafega num clima de melancolia e reflexão através do personagem Carlos Gutiérrez (John McInerny) que passa sua vida a limpo após um acidente com a mulher e filha Lisa Marie (Margarita Lopez). Sua obsessão extrema é o mito Elvis Presley, de onde extrai sua razão de existência e sustento, pois trabalha como cover do cantor em clubes e bares de pouca categoria.

o-ultimo-elvis_2012_01Curiosíssimo, o paralelo político que o filme sugere com o desencanto, a desesperança e a confusão social e individual provocados pelo panorama atual da Argentina devastada pelo governo de Cristina Kirchner. O resultado da crise aparece nos clones decadentes de Barbra Streisand, John Lennon, Kiss, Madonna e claro, o próprio Elvis representado pelo excelente ator John Mclnerny, numa composição acertada e emocionante, sobretudo quando interpreta com paixão, vários dos sucessos do lendário cantor como “Suspicious Mind” e “You’re Always on my Mind”.

A obra alcança o grau de genialidade em seu epílogo na mansão onde viveu o verdadeiro Elvis em Graceland – Memphis, Tenessee. É lá que Carlos procura um sentido derradeiro para sua triste trajetória baseada num ícone.

Por Carlos Henry.

O Último Elvis (El Último Elvis. 2012). Argentina. Diretor: Armando Bo. Elenco: John McInerny, Griselda Siciliani, Margarita Lopez, Rocío Rodríguez Presedo, Corina Romero. Gênero: Drama. Duração: 91 minutos. Classificação: 10 anos.