Série – ER: Plantão Médico (1994 / 2009). Está de Volta na Íntegra!

er-plantao-medico_serie-de-tver-plantao-medico_elencoOba! A Série “ER: Plantão Médico” está de volta na íntegra pelo canal Warner! Sem dúvida ela consta da lista das séries mais marcantes para mim e acredito que para muitos! A série mostra o cotidiano de médicos e enfermeiras que trabalham na sala de emergência (Daí o título original “ER” abreviatura “Emergency Room“) do County General Hospital, um fictício hospital de Chicago. Teve 15 Temporadas, de 1994 à 2009. O Roteiro original de Michael Crichton – baseado em algumas de suas experiências trabalhando num pronto-socorro -, seria para um filme. Mas o Diretor Steven Spielberg visualizou que teriam trama para uma série e então Crichton concordou. Para deleite nosso!

Pela falta de tempo e de dinheiro o piloto da série foi gravado num hospital real que se encontrava inativo em Los Angeles. Depois, já com a aprovação do projeto foi construído um set parecido com esse outro hospital nos estúdios da Warner Bros que se encontra na Califórnia. Com muitas cenas externas gravada diretamente em Chicago. Bem, tendo Steven Spielberg no projeto já é sinônimo de muitos efeitos especiais nas gravações. Mesmo revendo agora e numa atualidade com avanços na tecnologia para tais efeitos, há de se dar todos os créditos para ele nessa empreitada. Lembrando que o início de “ER: Plantão Médico” se deu na década de 90.

ER-Plantao-Medico_Julianna-Margulies_e_George-ClooneyEm “ER: Plantão Médico” foi onde decolou a carreira de George Clooney. Na série ele interpreta o pediatra Dr. Doug Ross. Já atriz Julianna Margulies que atualmente se encontra na série “The Good Wife” faria apenas uma participação no primeiro episódio, mas até por pedido de Steven Spielberg ela continuou com sua personagem, a enfermeira Carol Hathaway. Outros atores que também fizeram parte do elenco fixo: Anthony Edwards (como o médico residente Dr. Mark Greene), Sherry Stringfield (como a médica residente Dra. Susan Lewis), Noah Wyle (como o estudante de medicina John Carter), Eriq La Salle (como o médico residente Dr. Peter Benton). Todo o cast pode ser visto aqui.

No decorrer da séries alguns dos atores foram saindo, mas para os últimos episódios eles aceitaram voltar, como também alguns dos que fizeram participações especiais, para uma homenagem também a nós, os fãs de “ER: Plantão Médico“, sendo eles: Anthony Edwards, George Clooney, Sherry Stringfield, Noah Wyle, Julianna Margulies, Eriq La Salle, Laura Innes, Alex Kingston, Paul McCrane, Maura Tierney, Shane West, Abraham Benrubi e William H. Macy. E sem desmerecer ninguém, é claro que a volta de George Clooney fora muito aguardada. Se foi ou não emocionante para eles, com certeza foi para os fãs a qual me incluo.

Então é isso! Mesmo sendo uma reprise a Série “ER: Plantão Médico“, mas até pelo tempo, rever agora vem com gosto de primeira vez! Quem não acompanhou desse a primeira temporada, não deixe de ver! Irá sorrir, chorar, torcer… Amar! A Warner a exibirá de segunda à domingo às 13h. Começando nessa segunda-feira, dia 06 de julho, em comemoração aos 20 Anos do canal. Seja muito bem-vinda nessa volta! Uma Série Nota 10!

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Série: SMASH (2012 / 2013)

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Pela Volta da Série Smash e com Novas Temporadas!

Os norte-americanos não gostam mais de Musicais? É uma pergunta que não cala! Tudo porque uma excelente série como “Smash” foi cancelada por conta da baixa audiência por lá. Isto é um absurdo em meio a tantas Séries “bobinhas” criadas anualmente por lá, e que ganham novas temporadas mesmo não tendo muita audiência. O que demonstra que há outro critério por trás, não vindo a público. Nem é questão de gosto pessoal o que influencia uma Série emplacar novas temporadas. Ou até o é, mas ai talvez porque o “dono da caixa” seja fã dessas outras, levando-o a cortar as verbas para as prováveis “concorrentes”. Ou mesmo por conta de uma guerra por audiência entre os principais canais dos Estados Unidos. Enfim, misterioso ou não… fica aqui esse quase manifesto pela CONTINUAÇÃO da Série SMASH! Isto posto, vamos ao porque eu amei essa série!

Smash” aglutina itens que a qualifica em cada episódio, como: Drama, Comédia, Suspense, além é claro Musical. Este item por sinal, contém uma Trilha Sonora vibrante e emocionante. Um Roteiro impecável mostrando os bastidores nas montagens de Peças Teatrais de cunho Musical. As dificuldades dentro e fora dos teatros. Os dramas pessoais dos envolvidos. As puxadas de tapetes. As alegrias pelas conquistas diárias até a estreia… Tudo em histórias que nos levam do riso às lágrimas. Onde as emoções de fato variam em cada episódio. Todo o Elenco em uníssono! Há química entre eles. Onde cada um deles transpira todo o perfil do próprio personagem com tanta naturalidade que até parecem reais. Que estão por ali caminhando pela Broadway.

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Angelica Huston, Debra Messing e Katharine McPhee

Encabeçando esse Elenco maravilhoso temos uma das Grandes Divas do Cinema: Angelica Huston. Que esbanja talento com a sua Eilen. Atriz de presença marcante, mas que não se deixa eclipsar aos demais em cena com ela. Levando a todos a dividirem o estrelato com ela. Passando então para Debra Messing. A doce e estabanada Grace de “Will e Grace” que nessa dá lugar para a emocionalmente em conflitos pessoais e profissionais, mas também doce: Julia. Roteirista de Musicais, e com grandes sucessos na bagagem. Completando esse trio maravilhoso, há Katharine McPhee, vencedora de um dos American Idol. Ela empresta sua voz e talento para sua personagem Karen. Esta mesmo ao declinar de uma ascensão meteórica para até vivenciar as emoções de quase um início de carreira onde se sonha atingir o apogeu, parece ter mesmo seu destino traçado rumo ao topo.

Bem, há muito mais para se falar não apenas do elenco feminino, como também do masculino. Mas preferi focar nessas três porque nelas há a tônica em se fazer uma produção teatral. Em se tentar criar um grande Musical e levá-lo até Broadway. Partindo desse trimônio: cash + história + talentos.

A Broadway é a meca dos Grandes Musicais nos Estados Unidos, e que virou até roteiro turístico: o Musical “Cat” que o diga. Se Los Angeles atrai os sonhos das produções cinematográficas com sua Hollywood… A Big Aple tem na Broadway os sonhos dos que amam fazer teatro.

Ter e manter uma peça ali com toda certeza traz, mesmo que desconhecidos pelo público maior, histórias incríveis. Até com atos nada éticos, quando não criminosos. E é isso que “Smash” vinha mostrando em cada episódio até o último da 2ª Temporada, quando então foi cancelada. Contrato não renovado para outras temporadas. Deixando saudades em seu público cativo, e com um forte desejo de que esse show tem que continuar!

Please! Voltem com novas Temporadas de SMASH!

Mulher Nota 1000 (Weird Science. 1985)

mulher-nota-mil_1985Por Francisco Bandeira.
John Hughes e seus estereótipos, a desconstrução dos mesmos e o uso disso para dar sacadas brilhantes ao roteiro quase sempre cheio de furos. E talvez sejam suas imperfeições que tornem seus filmes tão divertidos, sinceros, nostálgicos e adoráveis.

Ilan Mitchell-Smith, Robert Downey Jr. e Anthony Michael Hall

Ilan Mitchell-Smith, Robert Downey Jr. e Anthony Michael Hall

O cineasta aqui cria quase que uma espécie de Frankestein versão femme fatale, para mostrar que não importa qual rótulo a sociedade lhe dá, se você é popular ou nerd, todos nós temos a nossa MULHER IDEAL.

Mulher Nota 1000” está longe de ser um dos melhores dessa safra, mas é inegavelmente um dos mais divertidos da década de 80 e um dos trabalhos mais simples de John Hughes, onde o mesmo mostra um entendimento único daquela geração.

Mulher Nota 1000 (Weird Science. 1985). Ficha Técnica: pagina no IMDb.

Curiosidade: Trilha Sonora do grupo Oingo Boingo.

Gatinhas & Gatões (Sixteen Candles, 1984)

gatinhas-e-gatoes-1984Por Francisco Bandeira.
John Hughes começaria aqui seu estilo único que marcou sua carreira, mesclando com perfeição comédia e romance, transformando os problemas adolescentes em comédias bobas e divertidas, como somente ele sabia fazer.

Molly Ringwald e Anthony Michael Hall

Molly Ringwald e Anthony Michael Hall

Gatinhas & Gatões é sim um filme repleto de clichês, mas que nunca deixa de prender a atenção do público, e que é capaz de causar um misto de sentimentos deliciosos, sejam eles lacrimosos ou sorridentes.

O filme tem a marca registrada de Hughes, da desconstrução dos estereótipos, onde os personagens do começo do filme vão mostrando quem realmente são e, ao final, são notórias suas mudanças. Mas não só deles, pois o público começa a ver melhor quem eles são de verdade. E talvez isso que torne Gatinhas & Gatões tão especial, pois é impossível não torcer por um final feliz para cada personagem de seu filme. Lindo, inocente, divertido e bobo, como todo bom filme desse cineasta que entendia os jovens dessa geração como poucos.

Gatinhas & Gatões (Sixteen Candles. 1984). Ficha Técnica: página no IMDb.

À Procura do Amor (Enough Said. 2013)

a-procura-do-amor_2013_capaPor Pedro H. S. Lubschinski.

a-procura-do-amor_diretora-nicole-holofcener_e-atoresIsso vai soar bobo, mas você partiu meu coração e eu estou velho demais pra essa merda.”

À Procura do Amor é um filme sobre pessoas comuns, como eu, você ou alguma pessoa que conheça. Da mesma forma, as situações vividas por essas pessoas não fogem dessa banalidade: uma adolescente acaba de ser aceita na universidade; marido e mulher vivem o dilema em torno da demissão de uma empregada; e o casal protagonista, divorciados de meia-idade que se conhecem e começam uma relação. Não existe nada de espetacular acontecendo nessa produção de Nicole Holofcener. Por outro lado, por trás de todo esse viés de normalidade, existe algo mágico acontecendo: a vida, ora embalada pela doce música de um riso, ora amargurada por um choro salgado.

Assim, não espere ao longo da narrativa cenas marcantes e frases de efeito. As situações vistas aqui podem até vir a tornarem-se marcadas em sua memória, mas isso será muito mais pela empatia com os personagens do que por alguma abordagem inovadora. Albert (James Gandolfini) e Eva (Julia Louis-Dreyfus) são “gente como a gente”: quando percebem estar se apaixonando mal conseguem esconder o nervosismo ao lado do companheiro, o medo de tropeçar nas palavras que faz hesitar durante a fala e aquela ânsia em finalmente beijar os lábios que estão ao seu lado, finalmente libertando-se de um desejo ainda temeroso de não ser retribuído. Da mesma forma, quando os dois embarcam na primeira transa, muito antes de se preocupar com o prazer daquele ato ou com tornar tudo romantizado e inesquecível: o que preocupa é não deixar o parceiro ver as gordurinhas sobressalentes e arriscar um término pela falta de boa forma. Poderiam ser mais humanos que isso?

a-procura-do-amor_2013_02Os textos a seguir contém spoilers.
Mas me precipito. Antes de falar das figuras que habitam esse À Procura do Amor, vamos às devidas apresentações: Eva é uma massagista que está divorciada há alguns anos e convive com a proximidade da partida da filha para a faculdade. Em uma festa ela conhece o divertido – e não atraente, como diz em um primeiro momento – Albert, que tal qual ela, é divorciado e logo verá a filha viajar para a universidade. Logo eles passam a sair juntos e se interessar um pelo outro, descobrindo-se, finalmente, apaixonados. Porém, logo eles enfrentarão um complicador nessa relação, já que na mesma festa Eva conheceu e se tornou massagista e amiga de Marianne (Catherine Keener), que logo começa a revelar diversos detalhes não-agradáveis sobre o ex-marido – e que logo a protagonista descobre ser Albert.

Nas mãos de Nicole Holofcener, que assina o roteiro e a direção da obra, À Procura do Amor se torna um dos filmes mais agridoces do ano. Rimos com seu casal de protagonistas que tanto valor dá ao riso ao lado da pessoa amada – não são poucos os momentos em que os personagens dizem se sentir bem por rir ao lado do parceiro -, mas também sentimos o gosto amargo que o desgaste das pequenas coisas inflige ao cotidiano daquelas duas figuras. Dito isso, por mais leves e simpáticos – ou exatamente em função disso – que sejam os personagens e situações do longa, não deixamos de sentir o peso que determinadas ações despertam, assim, ver Albert em certo ponto se esforçando para deixar sair as palavras que iniciam esse texto é algo dolorido para os dois personagens principais e para o espectador, que precisa ver aquele sujeito com quem se afeiçoou dizer uma frase que impacta não pela intenção de causar o impacto, mas por revelar um sujeito de prosa simples que faz da própria dor um pequeno lapso de poesia.

a-procura-do-amor-2013_julia-louis-dreyfus-e-james-gandolfiniConduzido com mão leve por Holofcener, que jamais tenta chamar a atenção para sua câmera, À Procura do Amor valoriza os diálogos e os atores que os encenam, sendo assim, é uma enorme vantagem contar com dois atores em tamanha sintonia como Louis-Dreyfus e Gandolfini. A primeira prova que há lugar para seu talento também na telona – vale lembrar que a atriz é colecionadora de elogios e prêmios pela participação em três seriados de comédia: Seinfeld, The New Adventures of Old Christine e Vice -, equilibrando com precisão comédia e drama em uma personagem que, muito em função do carisma gigantesco da atriz, logo ganha toda a empatia e torcida do espectador. Já Gandolfini, aqui em seu último papel no cinema, já que veio a falecer pouco tempo antes da estreia da produção, oferece um belíssimo canto de cisne em um desempenho brilhante, que pode ser menosprezado por o ator não se entregar a muletas dramáticas em um papel à primeira vista simples. Basta olhar atentamente para perceber o quanto Gandolfini valoriza os pequenos gestos e expressões na pele de Albert, da timidez palpável do sujeito nos primeiros encontros às pequenas pontadas de decepção que tomam seu rosto em diversos momentos, passando pelo excepcional trabalho vocal do ator, que utiliza sua pesada respiração como forma de evidenciar os sentimentos do personagem ao espectador. Uma performance bonita e recheada de carisma, que merecia muito mais reconhecimento ao longo da temporada de premiações – e digo isso sem em momento algum me deixar levar pela morte do ator, já que considero seu trabalho aqui muito superior ao de Bradley Cooper e Barkhad Abdi.

Derrapando por vezes em uma ocasional quebra de ritmo e na falta de desenvolvimento dos personagens coadjuvantes – Marianne parece viver apenas para reclamar do ex-marido; a relação de Chloe (Tavi Gevinson) e a mãe encontra uma resolução abrupta e insatisfatória; o casal de amigos de Eva, Sarah (Toni Collette) e Will (Ben Falcone), acaba jamais ganhando a empatia desejada do espectador -, À Procura do Amor é um filme leve e despretensioso, mas que ao seu término deixa o espectador se sentindo bem e com um gostinho de “quero mais”, ansiando por mais tempo ao lado dos simpáticos protagonistas que acompanhara ao longo dos poucos mais de noventa minutos de projeção.

Por Pedro H. S. Lubschinski.

Meu Malvado Favorito 2 (Despicable Me 2. 2013)

meu-malvado-favorito-2_2013Meu Malvado Favorito 2” entra para a lista das continuações que deram muito certo! E mais! Com história bastante para outras continuações, e não estou falando do com os “amarelinhos”, os Minions, que está em fase de produção. Afinal, como o título original denota esse lado malvado no protagonista Gru (voz de Leandro Hassum) ainda pode entrar em várias terapia. Os personagens de Woody Allen que o digam. Fora que além dos minions há as três filhas do coração desse não tão vilão assim: Agnes, Edith e Margo.

Nesse segundo filme Gru de vilão passa a ser espião. O que faz aumentar a admiração que as filhas já sentia por ele. Afinal, ter um pai “007” aumenta também a fantasia nelas: a casa ganha mais movimentação. Só que em se tratando de Gru, até o “convite” vem de um jeito meio torto: colocam uma “estagiária” para isso. A jovem agente Lucy (voz de Maria Clara Gueiros). Que resolve já ir demonstrando todos os seus dotes e apetrechos para uma importante missão.

meu-malvado-favorito-2_os-minionsGru é levado até a Liga Anti-Vilões. Seu feito do “roubo da lua” o qualificou para um grande mistério: encontrar um laboratório que foi roubado por inteiro. Porque com ele foi uma fórmula em estudos, e meio ao estilo “Dr Jekyll e Mr Hyde“. Reforçando o que eu falei no início: “que bem e mal existem em todas as pessoas“. Ainda sem um antídoto, a vacina criaria uma legião de criaturas “do mal”. Mesmo tentado, Gru recusa. Afinal ele agora tinha uma família de fato para zelar. Mas as circunstâncias seguintes o levam a aceitar o novo desafio. Uma dessas consequências me fez lembrar do filme “Baby Boom” (1987), mas diferente do personagem da Diana Keaton, a produção de geleia de Gru nem saiu do laboratório: tinha um gosto intragável. O que foi a gota d’água para que o Dr. Nefario ir embora. Com um ego nas alturas, esse cientista “do mal” ainda queria uma vida de ação. Assim, Gru cancela sua aposentadoria e segue em missão com a Lucy: uma dupla que promete! Gru leva alguns minions, deixando outros cuidando das filhas.

meu-malvado-favorito-2_as-filhas-de-gruClaro que as três meninas – Agnes, Edith e Margo – também pontuam e muito nessa continuação. Margo, a irmã mais velha vai vivenciar o primeiro amor. Que nem tanto como “Romeu e Julieta”, mas que o pai do jovem é o suspeito principal. Fazendo Gru se dividir entre a espionagem: ora no vilão (voz de Sidney Magal), ora no jovem casal. Edith, a irmã do meio, vê essa vida dupla de Gru como uma herança paterna. Seu gosto por brincadeiras “de menino” ganha mais intensidade. Ela ama as invenções e as armas usadas pelo pai. Agnes, a irmã caçula, está na expectativa de sua primeira festa de aniversário, com direito a Princesa do Mundo Encantado. Como também da sua primeira apresentação de um evento para o Dia das Mães na escola. Levando Gru se dividir nisso também com ela declamando sua fala.

Meu Malvado Favorito 2” é diversão garantida! Diferente do primeiro, esse eu assisti em 3D. Mas creiam, o uso dessa tecnologia para esse filme é como a pipoca que se come durante o filme. Diverte, mas não entra como um coadjuvante de peso. O 3D será lembrado mesmo nos créditos finais com alguns minions tentando tocar o público. Falando neles, eles continuam divertindo e encantando! Até nas cenas musicais, indo da romântica “I Swear” à alegre e performática “YMCA“. Show! Um filme para ver e rever!

Nota 10!

Por: Valéria Miguez (LELLA).

Meu Malvado Favorito 2 (Despicable Me 2. 2013). EUA. Direção: Pierre Coffin e Chris Renaud. Gênero: Animação, Comédia, Crime, Família. Duração: 98 minutos.