Sinais (Signs. 2002). Fé de Mais! Mas no Establishment Americano…

sinais-2002_filmePara mim faltou em “Sinais” que M. Night Shyamalan, que além da Direção também assina o Roteiro, uma co-parceria com um cético, ou mesmo com um agnóstico para um distanciamento maior da religiosidade. E mais ainda das religiões de cada povo inserido na trama. Diferente do que fez em “O Sexto Sentido”, Shyamalan nesse aqui não se distanciou da Religião como Instituição, que o faria focar de fato na . “Na que move montanhas“… E apenas para constar: não tenho religião.

M-Night-Shyamalan_e_Mel-Gibson_Sinais-2002Que leu alguma sinopse antes de ver o filme ficou ciente de que “Sinais” abordaria a “Fé” e não propriamente em “ETs” como os invasores aterrorizantes. Seria o questionamento da fé vinda de alguém cuja missão maior seria de propagá-la: o ex-Pastor Graham Hess, personagem de Mel Gibson. Então foi com esse intuito que eu assisti ao filme. Mas tão logo começou o que me vinha à mente era uma sensação de que o que transparecia ali era de um “trauma pós-11 de Setembro“, e no tocante ao pensar dos norte-americanos. Com isso mudei o viés com que eu assisti todo o filme, fui por um teor político. Ficava aquele ar de superioridade, de salvado da pátria… bem típico em filmes made in usa. Os sinais disso estavam por ali. Como no bio-físico de quem dirigia o carro o qual vitimou a mulher do pastor. No caso foi o próprio Shyamalan, que nasceu na Índia quem o interpretou. Também no lance da água; ou da escassez dela em terras do invasor… Que nos remete ao Oriente Médio… Por aí. Pelo o que dizem, Shyamalan é um crítico ao pensamento republicano que vigora por lá. Talvez por aí não soube pesar bem esse tema no filme. Até por isso mais alguém no Roteiro teria encontrado o tom certo. Assim, por essas e outras, o filme perdeu o foco num tema interessante: a perda e/ou a recuperação da fé.

sinais-2002_01Todos têm o direito de acreditar no que quiser. De ficarem recitando: “Deus quis assim“; “Deus fez isso…“; “Deus fez aquilo…“. Por outro lado também têm direito os que não creditam um valor as crenças religiosas. Mais! Em seguirem em frente mesmo diante dos percalços da vida e sem tentar “responsabilizar” alguém. Nem quando o que se propôs a fazer não saiu como o esperado. Ou até quando conseguiu o tento, o fez pelo esforço próprio e não por uma graça divina. Pois do contrário todos que orassem deveriam ser atendidos em suas preces. E a Fé pode até vir como um amigo invisível, como um afago. Não por algum ritual de histeria entre os fiéis.

Num detalhe a meu, a cena no Brasil passou uma inverdade, pois deveriam é terem mostrado que somos um país ecumênico. Além do que, creio que a maioria dos brasileiros não teriam fugido, mas sim convidado o tal “ET” para a festinha no quintal. Churrasquinho, cerva geladinha e logo todos estariam em altos papos filosóficos. E sem uma catequese.

Mesmo tendo mostrado a religiosidade em várias nações e a grosso modo de como veriam os sinais advindos de outros mundo, a tal “síndrome americana” passou mesmo uma ideia de: “nós somos superiores” (USA). Gostaria mesmo era de ter absorvido algo como: “somos todos irmãos“.

Enfim eu colocaria “Sinais” como um mediano-sessão-da-tarde.

Ah sim! Para quem ainda não viu, uma sinopse do filme: “Num condado da Pensilvânia vive Graham Hess (Mel Gibson), um viúvo com seus dois filhos, Morgan (Rory Culkin) e Bo (Abigail Breslin). Também mora com eles Merrill (Joaquin Phoenix), o irmão de Graham. Ele reside em uma fazenda e era o pastor da região. Abdicou da Igreja ao questionar sua fé por conta da morte da esposa, Colleen (Patricia Kalember); atropelada por Ray Reddy (M. Night Shyamalan), morador da região. Repentinamente surgem misteriosos e gigantescos círculos em sua plantação sem que haja o menor vestígio de quem os fez ou por qual motivo teriam sido feitos.”

Por: Valéria Miguez (LELLA).

Sinais (Signs. 2002). EUA. Direção e Roteiro: M. Night Shyamalan. Elenco: Mel Gibson (Graham Hess), Joaquin Phoenix (Merrill Hess), Rory Culkin (Morgan Hess), Abigail Breslin (Bo Hess), Cherry Jones (Oficial Paski), M. Night Shyamalan (Ray Reddy), Patricia Kalember (Collen Hess), Ted Sutton (SFC Cunningham), Merritt Wever (Tracey Abernathy), Lanny Flaherty (Sr. Nathan), Marion McCorry (Sra. Nathan), Michael Showalter (Lionel Prichard). Gênero: Drama, Sci-Fi, Thriller. Duração: 106 minutos.

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Corações Perdidos (Welcome to the Rileys. 2010)

coracoes-perdidos_2010Por Norma Emiliano.

A dor é suportável quando conseguimos acreditar que ela terá um fim e não quando fingimos que ela não existe”. Allá Bozarth-Campbell

A morte de um filho, principalmente jovem, bem como a da mãe quando se é criança, provoca sentimentos ambivalentes, nos quais a culpa, a raiva, o desalento constroem muros, isolando as pessoas até de si mesmo.

O filme Corações Perdidos cruza as vidas de um casal (Lois e Doug), que perdera sua filha adolescente, e de uma jovem órfã (Allison) que perdera a mãe desde os cinco anos.

O silêncio impera entre o casal que não fala da morte e de nada que os incomode; na casa, o quarto da filha mantém-se intacto sinalizando a negação da morte. Alisson vaga solitária pela vida sem amor a si própria, trabalhando como strip, sujeitando-se à prostituição.

Na trama, Lois, após a morte da filha, fica deprimida, não consegue sair de casa e sua relação com Doug é distante e conturbada. Ele vive uma relação extraconjugal, e a morte abrupta da amante o deixa sem direção. Porém, quando viaja à negócios, seu encontro com Allison lhe desperta os cuidados paternos e ele abandona a esposa.

Lois tenta superar seu pânico e vai ao encontro do marido e acaba também se envolvendo com as questões de Alison. No desenrolar do roteiro, Allison fará com que o casal lembre-se do real motivo que os uniu e sua relação com eles transforma suas vidas.

O luto é inevitável; superar a dor da perda é um processo cujo tempo é subjetivo, pois cada pessoa tem um “tempo emocional”. No filme os personagens encontram-se aprisionados à negação, “dormência emocional”. O cruzamento das histórias (casal e jovem prostituta) dispara o movimento para cura através da quebra do silêncio, da recuperação da autoestima e da mudança de hábitos.

Violência Urbana: Onde Vamos Parar?

the-brave-oneAtualmente se sai de casa, mas sem a certeza de que irá retornar. Cruel? É. Mas o nível chegou ao ponto de ser morto até por tiras. Onde o certo, ou o esperado, seria ser salvo por eles. Como exemplo um fato desagradável ocorrido recentemente (2008) no Rio de Janeiro onde uma pessoa fora seqüestrada, e ainda em poder do bandido, em vez de ser socorrida pelos tiras foi morta por eles. Mas fatos como esse outros Blogs poderão desenvolver melhor. Pois nosso papo é sobre filmes. Vem comigo!

Como citei antes, o de não saber se volta são e salvo para casa. Em “Valente” (The Brave One) o casal de noivos ao levar o cachorro para uma caminhada no parque são brutalmente espancados. Ele não resiste morrendo no local, ela, personagem de Jodie Foster, sobrevive. E após um tempo vai atrás dos assassinos. Até por conta da indiferença dos policiais. Filmaço!

irreversibleEsse outro filme é bem forte. A mim, ficou um não querer rever. É o “Irreversível“. Onde à saída de uma festa, uma jovem é brutalmente estuprada e espancada. Um outro, onde após sofrer um estupro, uma jovem grávida morre, mas no hospital conseguem salvar a criança. Onde uma enfermeira para tentar achar parentes da jovem acaba indo parar no centro da máfia russa. Um inferno, mas ela está disposta a só sair dela com o bebê. O filme é “Senhores do Crime” (Eastern Promises).

Há também um outro tipo de violência, que é no trânsito. Onde num descuido pode não apenas tirar uma vida, como também traumatizar toda uma família por conta dessa perda. Descuido ou relapso? Um atender o celular, ou trocar um cd, ou outra coisa onde achando que será rapidinho, pode vir a resultar numa tragédia. Um onde isso ocorre é em “Traídos pelo Destino” (Reservation Road).

Por outro lado, filme é filme! Logo, também quero vê-lo assim. Principalmente com os vilões que por vezes são prejudicados pelo politicamente correto. Que em alguns filmes estadunidenses exageraram no pós 11 de Setembro. Um deles, até fiquei com vontade de lançar uma campanha. Essa: ‘Salvem os Vilões dos Filmes!’. O filme é o “Ponto de Vista” (Vantage Point).

Por querer tentar entender o que se passa na cabeça de um homem-bomba, eu assisti “Paradise Now“. Recomendo! Até por tirar a visão esteriotipada que a mídia lança sobre ele. Não que com isso iremos aprovar, ou mesmo abonar esse ato para lá de violento. Mas é sempre bom ver a outra versão do fato.

folegoAlgo que também gostaria de entender é o porque de certas mulheres sentirem fascínio por criminosos. Por conta disso, uma simples leitura numa sinopse, foi o ponto de partida para assistir “Fôlego” (Soom). Onde uma dona de casa vai procurar um criminoso que se encontra no corredor da morte, após saber que o marido a trai. Como citei em meu texto, esse é um filme para um olhar mais maduro.

Por vezes, a violência está dentro de casa. Quer ela seja física, ou em atos contra o patrimônio dos pais. Como no “Antes que o Diabo descubra que você está morto“. Onde o filho mais velho alicia o caçula para assaltarem a joalheria dos pais. Como trabalharam nela sabiam de todos os detalhes da segurança. Mas imprevistos acontecem…

boncopbadcop4Eu gosto de filmes policiais, também. Não apenas por vê-los em ação, como também em conhecer seus dramas pessoais. No mais recente que eu vi, fiquei pensando se também não teria feito o mesmo que o personagem do Keanu Reeves fez com os pedófilos. Pois ele é um tira do tipo: ‘se houve flagrante para que ter despesas com júri e tudo mais‘. O filme é “Os Reis da Rua” (Street Kings). Subindo o mapa um pouco, um canadense que me fez rir bastante. É o “Bon Cop, Bad Cop“. Onde dois tiras, cujo métodos de investigação são antagônicos se vêem obrigados a trabalharem juntos para desvendarem um crime em série.

Bem, esse tema também me fará voltar a ele. Sendo assim, como fã de Daniel Auteuil, termino por aqui deixando a sugestão de “O Adversário“. Um filme que nos deixa perplexos pelo o que o personagem dele fez. E tudo por querer manter o status quo.

Que o final de semana seja sem violência para Todos nós! Que fique nos filmes!
See You!

Por: Valéria Miguez (LELLA). (Em 18/07/08)

Missão Madrinha de Casamento (Bridesmaids. 2011)

Não indo muito na onda de que seria uma versão feminina de “Se Beber, Não Case“. Vencida a resistência de mostrarem que para as mulheres o que importa é estarem casadas, mesmo ficando infelizes. Como também em ver que o filme está mais para uma leve Comédia Dramática, do que uma Comédia rasgada. Tem muito o que curtir o filme até o final. E até me fez querer ver uma continuação. Como também em ver outros filmes, mas com o principal personagem masculino, e que por acaso não é o noivo, mas um policial.

Focando-se mais em “Damas de Honra” do que propriamente em “Madrinhas de Casamento“, o filme ganha uma outra dimensão. Porque mais do que serem escolhidas pela noiva para compartilhar esse momento ao lado dela, ele mostra o que representa um passo como esse, o de – “Até que a morte os separe!“, para cada uma delas. E é por ai, que o deixa como um ótimo filme. Até em mostrar que duas delas descobrirão algo em comum, mas que não terão coragem em divulgar pelo peso da sociedade num passo como esse. No fundo, todas irão pesar mais no que os outros irão pensar, do que em seguir pelos seus próprios pensamentos.

O foco maior recair numa delas, Annie (Kristen Wiig). Primeiro, porque é uma grande amiga sua, desde a infância, que irá se casar: Lillian (Maya Rudolph). Uma sensação de perda que veio se somar a outras mais. Tentando sufocar tudo, Annie acaba metendo os pés pelas mãos porque era a hora que mais a amiga precisava. Acontece que Lillian se encontra deslumbrada com todo o luxo que vem junto com esse seu casamento – um conto de fadas se realizando -, complicando ainda mais a já bem complicada cabeça dessa sua amiga. Annie e Lillian se vêem separadas pela primeira vez, mas por diferenças sociais. E nesse mundo, Annie não se vê pronta para ele.

Depois, porque Annie é alguém orgulhosa, mas com critérios duvidosos. Um deles estaria no fato de que para se mostrar independente, em vez de morar com a própria mãe (Personagem de Jill Clayburgh), prefere alugar um quarto em casa de estranhos. Se não queria intromissões em sua vida, termina tendo com os moradores da tal casa. Com a mãe, ela tem algo em comum: o de se doar demais. Se para a mãe, é mais como ocupar o tempo, para Annie acaba sendo dívida de honra, e sem medir as consequências. Pausa para os Aplausos finais para Jill Clayburgh, nesse que pode ter sido o seu último trabalho!

Annie também sufoca, ou melhor, vem sufocando o fato de querer um relacionamento duradouro. Dai, o se posicionar como alguém totalmente livre, acaba fazendo dela alguém fechada para um olhar de quem não a vê apenas como alguém para transar. Uma fera ferida ferindo também alguém que seria um presente do céu: o policial Rhodes (Chris O’Dowd). E no campo das amizades, essa fera vai querer duelar com aquela que está levando Lillian para os deslumbres do que o dinheiro pode comprar: Helen (Rose Byrne). Com essa, Annie não tem chances nenhuma de competir no quesito organização de festa, até por ser muito rica. Por focar nisso, Annie não enxerga que em um seria a Helen que não teria a menor chance. Já que essa está mais voltada ao espetáculo como o todo, e com a sua assinatura.

Além de Rhodes, um outro “Acorda!”, e mais peso-pesado, vem de uma outra das Damas. Da irmã do noivo: Megan (Melissa McCarthy, da Série de Tv Mike & Molly). Annie tão focada na perda da amiga Lillian, não viu que em todo esse preparativo estaria ganhando uma outra amiga: Megan.

Missão Madrinha de Casamento” tem uma cena sem graça nenhuma, com sabor é de despeito, por mostrar uma Churrascaria brasileira como um local de comida suja e barata, e ainda colocando o dono falando espanhol. Fora isso, tem cenas divertidas; outras hilárias. E como o filme rendeu uma boa bilheteria nos Estados Unidos, isso pode gerar uma continuação. Se isso vier a acontecer, que façam a Megan vir a ser sócia da Annie em sua falida lojinha de doces. Gostei! Nota 8.

Por: Valéria Miguez (LELLA).

Missão Madrinha de Casamento (Bridesmaids. 2011). EUA. Direção: Paul Feig. +Elenco. Gênero: Comédia, Drama. Duração: 125 minutos.

Corações Perdidos (Welcome to the Rileys. 2010)

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A vida é uma história contada por loucos, cheia de som e de fúria, que nada significa.” (Macbeth – Cena V, Ato V)

Logo no início do filme me veio uma fala já ouvida tantas vezes: “Ruim com ele, pior sem ele!“. É! Ela é dita por uma escolha de tantas mulheres casadas. Por talvez terem medo da solidão, terminam fechando os olhos às puladas de cerca do marido. Mas também por ainda amá-lo como antes. Sem saber o que fazer ao certo, termina por afastá-lo de vez. Mais ainda há um outro fator que em muita das vezes acaba roubando toda a sua atenção: os filhos. Um filho é para somar a uma relação. Mas se a balança está pendendo toda para ele, mais a frente virá uma cobrança.

Em “Corações Perdidos” me deixei pensar no porque de um homem estando casado, e ainda amando sua esposa, teria uma amante cativa. Uma relação sem cobranças. Mantida há 4 anos. Onde tendo um único dia da semana para se encontrarem e transarem. Algo também estagnado. Sem paixão. Sem tesão pela vida por estarem vivos.

Assim conhecemos um pouco do casal Rileys: Doug Riley (James Gandolfini) e Lois (Melissa Leo). Que após a perda da única filha pareciam não ter mais um sentido na vida. Ambos, sentiam-se culpados. Lois por ter se intrometido demais na vida da filha. Doug pelo contrário, por ter ficado ausente demais.

Se uma morte os fez ficarem assim apenas sobrevivendo, uma outra leva Doug a acordar. Mas ainda sem saber que novo rumo vai dar a sua vida, aproveita uma viagem de trabalho para pelo menos ficar longe da esposa. Vai a uma Convenção Anual em Nova Orleans. E ali, em meio a rostos conhecidos, vendo todos fazendo tudo igual, Doug foge também dali.

Nessa fuga, até de si mesmo, Doug conhece uma jovem stripper. Ela é Mallory (Kristen Stewart). Alguém a quem o destino também lhe tirou algo caro: sua mãe. Levando-a a enfrentar às ruas bem cedo. Onde para sobreviver, coloca uma couraça em seu coração. Ainda não sabendo ao certo o que estava fazendo, Doug resolve cuidar de Mallory. Tentar dar a ela uma outra expectativa de vida. Mas Mallory não estava acostumada a gentilezas. Nem muito menos em ter um homem querendo apenas ser um pai. Que não queira transar com ela.

Doug então comunica a mulher que vai ficar em Nova Orleans. Vendo que estaria perdendo de vez o marido, Lois tenta vencer o pânico de sair de casa, e viaja até lá dirigindo um carro. Ela também estará acordando para a vida nesse longo trajeto. E será o contraponto na relação entre Doug e Mallory.

Entre fazer uma longa análise com esses três corações perdidos, o que levaria a spoilers, eu preferi traçar apenas um breve perfil e de como o destino levou suas vidas se cruzarem, e ter algum sentido. E com isso motivá-los a assistirem. Pois o filme é ótimo! Com atuações brilhantes!

Por: Valéria Miguez (LELLA).

Corações Perdidos (Welcome to the Rileys. 2010). Reino Unido / EUA. Direção: Jake Scott. Gênero: Drama. Duração: 110 Minutos.

As Mães de Chico Xavier (2011)

O filme conta a história de três mulheres que enfrentam problemas na vida pessoal. Ruth (Via Negromonte) que tem problemas com seu filho usuário de drogas. Elisa (Vanessa Garbelli) que tenta compensar a falta do marido dando toda a atenção ao filho. Lara (Tainá Muller) é uma professora, que enfrenta uma gravidez indesejada. As três mães se encontram quando cada uma decide procurar a ajuda de Chico Xavier.”

As Mães de Chico Xavier é o filme que faz terminar os festejos do centenário do aniversário deste grande brasileiro que só fez o bem para as pessoas, e para o nosso País. Digo isto por não ser Espírita, sou católico, mas por ter uma grande admiração pela figura de Chico Xavier.

O filme é muito bom, até por que, ao contrário do filme que abriu os festejos “Chico Xavier”, se baseava mais na figura do médiun, como ele foi crescendo e desenvolvendo este dom. Já neste, as principais atrizes são as mães, cujas histórias de dor e sofrimento as levaram ao conhecimento e a sebedoria deste grande personagem.

Vale, demais na minha opinião, ver este filme extremamente comovente e sensível.

Por: Júlio Calazans Maia.

As Mães de Chico Xavier. 2011. Brasil. Direção: Glauber Filho, Halder Gomes. Gênero: Drama. Duração: 90 minutos.