O Show de Truman (1998). Viver é um risco necessário, mas…

O-Show-de-Truman_Jim-CarreyPor Mariel Fernandes.
Bom, um dia me convidaram pra ver uma comédia. A pessoa já tinha visto, fazia questão de me levar, riríamos do inicio ao fim. Ok, era uma boa proposta, gosto de rir. Pipoca ok, tiket ok, tudo ok.

escolhasComeça o filme e um spot cai, era um sinal de que a realidade seria talvez um cenário que aos poucos, dependendo do grau de opressão que causa, acaba ruindo? Ninguém conclui isso aos 10 minutos do filme. De qualquer forma, a cena nunca mais saiu da minha cabeça e serve como um tipo de guia em momentos importantes. Sou eu mesmo quem está tomando a decisão ou montei uma cena?

O último take de “O Show de Truman” é uma explosão, a descoberta que sempre há uma saída, que encontra-la não será um passeio, que viver é um risco necessário, mas que o verdadeiro perigo é alguém ligar a TV e perguntar “quem está passando agora?”. Tento viver de forma que a resposta não seja o meu nome.

O Show de Truman (The Truman Show. 1998)
Ficha Técnica: na página do IMDb.

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O Show de Truman (1998). A manipulação pela inaptidão de se questionarem.

o-show-de-truman-o-show-da-vida_1998Por Giovana Natale.
O filme “O Show de Truman: O Show da Vida“, dirigido por Peter Weir, conta a história de um homem comum que nasceu em um ambiente de estúdio. Sem perceber que sua vida inteira era filmada e transmitida ao vivo, 24 horas por dia, Truman seguia um papel realista entre figurantes que participavam da primeira experiência de um reality show. Seguindo fielmente um roteiro ao longo de seus dias, Truman, o personagem vivido pelo ator Jim Carrey, passou uma boa parte de sua história sem ao menos perguntar e se questionar sobre seu cotidiano.

o-show-de-truman-o-show-da-vida_1998_01Esse longa metragem é baseado na obra “A República“, do livro VII de Platão, que apresenta a ideia do Mito da Caverna, onde poucos conseguem distinguir entre o mundo das aparências e o mundo da realidade autêntica, sem se questionar se vivem em um jogo de fantoches.

No decorrer do filme é nítida a crítica feita a mídia que consegue manipular não somente o personagem real, como também a quem assistia, influenciando o consumo e o hábito dos telespectadores, por meio da publicidade que era feita pelos personagens secundários que vendiam seus produtos, criando um enfoque principal na indústria cultural.

A ideia que a obra transmite, é a manipulação que assistimos entre a mídia e a falta de capacidade das pessoas se interrogarem e criarem seus próprios sensos críticos, sobre o que é verdade ou mentira. E também essa grande vontade do consumo que é ocasionado pelas grandes publicidades midiáticas.

O Show de Truman: O Show da Vida (The Truman Show. 1998)
Ficha Técnica: na página do IMDb.

Série: The Newsroom (2012/2014). Por Um Jornalismo Mais Ético!

the-newsroom_serie-de-tvthe-newsroom_01Por: Valéria Miguez (LELLA).
Ele é um âncora que acredita que mesmo um programa sem ter um cunho jornalístico possa se manter íntegro e ter audiência sem ter que apelar para o sensacionalismo ou mesmo inverdades. Avesso a fama advinda de polêmicas… Ele se vê saindo de uma hibernação ao ser contratado justamente para trazer a audiência de volta a um telejornal no horário nobre de um canal a cabo. Ele é Will McAvoy, personagem muito bem interpretado por Jeff Daniels! Afastado das mídias também por problemas pessoais… Mas mais por uma participação num programa onde McAvoy juntamente com outros convidados foram entrevistados por jovens estudantes. Esses, cientes até deu seu posicionamento político – o tinham como alguém em cima do muro… focam nele as perguntas… Bem, McAvoy até tentou se segurar… Mas num certo ponto, ele “explodiu”… Mas como um professor tentando colocar ordem na classe! Não para se calarem, mas sim para que raciocinassem até com o que estavam falando. Assim, e se valendo de uma das perguntas – “Por que a América é o melhor país do mundo?” – McAvoy então deixa a sua marca! Antológica, por sinal! Que até me fez lembrar de uma cena do filme “Obrigado por Fumar“, de 2006. Se nesse outro a lição fora para o filho… Neste, McAvoy sem querer acabou dando até para o mundo…

Como McAvoy passou a dominar a tudo e a todos no tal programa, de certa forma mostrou o paradoxo em sua personalidade. O saber falar em público, pensamentos próprios ou não, há de se ter que ponderar até por princípios éticos. Se carisma e até eloquência pode levar alguém a uma certa notoriedade, também pode levá-la a um domínio manipulador. Algo que McAvoy abominava! Algo que também não gostava, de até irritasse, era em não ver outra pessoa fazendo uso da própria inteligência. Que dirá então diante de uma platéia de jovens mais afeitos às celebridades! Um prato feito para ele! Como numa onde devolve uma pergunta com outra já emplacando um questionamento: “Privatizar? Eu não gostaria de que o Corpo de Bombeiros só fosse apagar as chamas na minha casa se eu estivesse com as mensalidades em dia!” E por ai segue… Mesmo mantendo a atenção para si, ele queria levá-los a se questionarem sempre, que não se mantivessem fechados a uma só “ideologia”, menos ainda a do “individualismo”, que se mantivessem abertos ao “socialismo”… O que acaba lhe uma nova legião de fãs. Pois mesmo que a princípio ele tenha ferido a exagerada xenofobia dos americanos: eles “se acham”… Agradando a muitos ou não… Mesmo não gostando, ele polemizou sim no tal programa. Até por já se mostrar contrário a tal pergunta no início desse texto. Aproveitando de tudo que fora falado até então, ele dá uma verdadeira aula para aqueles jovens! Englobando Geo-Política, Humanismo, História, Economia… McAvoy os conduziu ao seus próprios cérebros… Que estudassem mais antes de fecharem uma questão… Que questionassem sem aceitar de imediato uma informação dada vinda de quem vier… Porque o mundo não é só bem e mau, feio e bonito… Enfim, atônitos e êxtases… McAvoy deu uma grande aula para aqueles jovens!

the-newsroom_02Aula essa que também ficou memorável para uma outra pessoa. Que mesmo contrariando a CEO de próprio canal (ACN), a Leona Lansing (Jane Fonda), fora mais do que por estar atrás de audiência, fora por um olhar romântico dos bastidores de uma redação, que o presidente da divisão de notícias desse mesmo canal, Charlie Skinner (Sam Waterston, numa ótima atuação) que levara McAvoy para estar ser o âncora e o editor-chefe dando uma cara nova ao “News Night“. E para comandar toda a estrutura a dar base para ele, é contratada a produtora Mackenzie MacHale (Emily Mortimer, numa ótima atuação e que deu química com Daniels). Ambos também traziam na bagagem uma história pessoal e mal resolvida… Que acaba dando um tempero a mais na então nova relação profissional de ambos. Do qual Skinner não abria mão em tê-los no “News Night“. MacHale ciente do desafio, aceita! Ciente também da batalha diária, sabe que precisará de uma equipe bem compromissada também.

Assim, ao contabilizar quem estará junto com ela, MacHale se vê com algumas baixas levadas mais por conflitos com o McAvoy. Ele também não facilita nada nessa “seleção”. Entre os aceitos temos: Neal Sampat (Dev Patel) – escritor do blog de McAvoy e que vasculha a internet procurando por notícias; Jim Harper (John Gallagher Jr.) – o produtor sênior do “News Night” e que se verá entre dois chefes para lá de exigentes; Maggie Jordan (Alison Pill) – uma estagiária em busca de se tornar também uma produtora; Sloan Sabbith (Olivia Munn) – a analista financeira do “News Night“. Também no elenco fixo, entre outros tem: Don Keefer (Thomas Sadoski) – o antigo produtor executivo do tal telejornal saindo então para trabalhar em um outro programa na emissora.

Com a velocidade das informações dadas atualmente por conta da internet, a Série “The Newsroom” também vem como um remember com fatos ocorridos e há bem pouco tempo. Já que ela também levava no contexto da trama, acontecimentos reais. À contar de quando começou a produção, em 2011, até o cancelamento dela, em 2014. Mesmo eu que amo o Gênero Comédia, me levo a questionar do porque um Série com conteúdo sério é cancelada! Custo a crer que não dê audiência por lá, nos Estados Unidos. Tem tantas e sem relevância que duram tanto tempo… Enfim, mesmo ciente que esta teve vida curta… Para quem não tem os canais da HBO, mas tem o sinal aberto do Cinemax, aproveitem! A série está sendo exibida por ele, nas noites de sexta-feiras. Ainda no início da 1ª Temporada.

E mesmo dando para notar meu entusiasmo em mostrar o perfil do protagonista, o McAvoy… Vale ressaltar o quanto estou gostando de “The Newsroom“! Com acontecimentos reais como pano de fundo para os bastidores de um telejornal, intercalados com a história dos personagens. Com pinceladas de um humor bem inteligente! Uma pena mesmo que não teve vida longa! Enfim… Fica a sugestão dessa Série Nota 10!

The Newsroom (2012 – 2014)
Ficha Técnica: na página no IMDb.

Curiosidades:
– O cenário de “The Newsroom” estava localizado no Sunset Gower Studios, em Hollywood. Mas o fictício prédio da Atlantis World Media, na realidade, foi a torre do Bank of America no cruzamento da 6ª Avenida com a Rua 42 em Manhattan, com efeitos visuais utilizados para alterar o nome do prédio acima da entrada.

– Âncora – O termo âncora (anchorma) surgiu em 1948 nos Estados Unidos para definir o profissional que centralizava todas as informações de uma cobertura jornalística. Tudo isso aconteceu em uma Convenção realizada na cidade de Philadelphia nos Estados Unidos, transmitida pela CBS.
A partir dessa definição de âncora, o termo foi se difundindo e se consolidando como o principal mediador dos telejornais, através dos quais as notícias seriam difundidas. Existem muitos mitos sobre a profissão, entre eles está o mito de que o âncora só trabalha na hora em que está gravando na bancada, que é muito diferente da realidade destes profissionais da televisão, que são antes de qualquer coisa jornalistas que fazem de tudo para transmitir a informação para os telespectadores.

– E um vídeo com a tal aula que McAvoy dá:

Teatro: Chacrinha, O Musical (2014)

Chacrinha-O-Musical_Teatro-Joao-Caetano_RJ-14nov14Por: Carlos Henry.
Na direção, brilha o nome de Andrucha Waddington que já havia provado o talento em filmes bem feitos como “Casa de Areia” e “Gêmeas”. O roteiro é assinado por outro nome famoso: Pedro Bial, cuja figura esteja impossível de desassociar a um detestável programa de “Reality show” na TV a esta altura, mas que também criou boas obras para o cinema como “Outras Estórias” e “Jorge Mautner, o Filho do Holocausto”. O tema é a vida de Abelardo Barbosa, o mais famoso apresentador de programas de auditório da TV brasileira, mais conhecido como Chacrinha, que também virou sinônimo de anarquia e festa. O projeto foi transformar a vida deste ícone que lançou e promoveu um monte de artistas até os anos 80, num musical – uma boa ideia, visto que o gênero vem atingindo considerável qualidade no cenário nacional. Para arrematar, o papel título coube ao excelente ator Stepan Nercessian, um artista nato de inegável talento.

chacrinha-o-musical_stepan-nercessianOs ingredientes pareciam conduzir a uma receita infalível, mas na hora de finalizar, talvez pelo excesso de alguns ingredientes e falta de outros, o resultado não foi dos melhores. A aridez do nordeste, região que o artista nasceu, não justifica a (longa) primeira parte da peça ter aquele tom monocórdio amparado por cenários estilizados pintados em tintas econômicas. Outro problema é ausência de vozes realmente extraordinárias no time de cantores, a ponto de Stepan, que não é cantor, conseguir se nivelar no meio das canções com o restante do elenco em resultados que oscilam entre o aceitável e o sofrível com direito a alguns acordes desafinados que a orquestra somente correta não conseguiu disfarçar. A falha é nítida num primeiro medley musical que parece não terminar. A coisa piora quando um ou outro artista arrisca um solo. Há muitos momentos desperdiçados como “secos e molhados” que surge como se fosse um único cantor.

Apesar do corte abrupto no espaço de tempo entre um programa de rádio mequetrefe de começo de carreira até uma sofisticada aparição na televisão, o segundo ato abre já num cenário exuberante do famoso programa de auditório anunciando melhores momentos e animando a plateia. O visual é colorido e detalhado reproduzindo o clima de bagunça do cassino e da discoteca do bufão Chacrinha. Infelizmente, os problemas básicos da produção evidentes no primeiro ato começam a deteriorar os bons efeitos do início do segundo, fechando num nível que pouco consegue ultrapassar três estrelas.

Chacrinha-O-Musical_Chacretes_Teatro-Joao-Caetano_RJ-14nov14Para quem estava na plateia em estreia aberta ao público, uma grata surpresa numa cena que não voltará a acontecer em outras apresentações: Sob o olhar de Pedro Bial, a chacrete (Como eram chamadas as dançarinas do apresentador) mais famosa do programa, Rita Cadillac, que estava assistindo a peça, é chamada ao tablado junto com Russo, um histriônico assistente de palco que trabalhou o tempo todo com Abelardo. Stepan, incorporado no personagem, simulou brincadeiras típicas da época levando Rita às lágrimas e aos risos quando pediu que a voluptuosa artista dançasse sensualmente a “pantera” diante de um Russo emocionado.

Chacrinha morreu em 1988 e certamente nunca será esquecido. Embora até agora não tivesse acontecido uma obra que homenageasse o velho guerreiro em sua plenitude, ainda há tempo. É como ele mesmo dizia: O programa só acaba quando termina.

Carlos Henry

OLHO NU (2014). O Ney Matogrosso dos Palcos e da Vida.

ney_matogrossoO documentário de Joel Pizzini sobre a trajetória do prolífico artista Ney Matogrosso, foge aos padrões comuns. Para começar, não há depoimentos de outras pessoas sobre o cantor, salvo um ou outro pequeno comentário sempre sem legendas ou marcações de tempo, que parece não ter importância alguma na narrativa habilmente fragmentada. É o próprio Ney quem fala de si mesmo o tempo todo. Ele critica e analisa suas imagens de arquivo e falas do passado com a autoridade de seus mais de setenta anos.

ney-matogrossoControversamente à sua aparente sisudez, Ney aparece despudorado, com roupas e maquiagem extravagantes que o tornaram famoso, ou completamente nu, integrado a uma natureza selvagem de lagos, matas e bichos que diz fazer parte, como sintetiza a bela imagem do imenso caracol que lhe acaricia o rosto. É curioso assisti-lo falando afirmações conhecidas como quando diz que não acha o próprio corpo bonito, mas usa como se fosse. E até acreditam. Complementa.

A narrativa recheada de trechos de letras que ele já cantou e comentários quase sempre muito sérios e fortes ilustra uma vasta produção musical de qualidade, incluindo as músicas do lendário grupo Secos & Molhados com cenas inéditas do antológico show no Maracanãzinho nos anos 70.

Nem mesmo as suas eventuais e desastrosas declarações políticas, sob a justificativa de uma suposta subversão congênita, conseguem arranhar uma carreira íntegra, rica e bela que o filme consegue registrar em cada fotograma. Ney é vencedor e sua força não teme as rugas ou a morte, como na cena que mostra Paulete e Cazuza numa reunião e se pergunta por que não foi embora na leva de uma doença que matou tantos amigos nos anos 80. Às vezes, mais de um funeral por dia, lembra entristecido na condição de sobrevivente.

Como já cantou tantas vezes com seu sangue latino: O que me importa é não estar vencido.

Carlos Henry.

Os Premiados com o Globo de Ouro 2013

Golden-Globe-AwardsA 70ª edição do Globo de Ouro (Golden Globe Awards) aconteceu na noite deste domingo (13), em Los Angeles. A cerimônia premiou os melhores filmes e séries do ano de 2012, segundo votação da pela Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood (Hollywood Foreign Press Association). Sendo então um prêmio concedido pelos críticos o que o difere do Oscar e do Emmy que são prêmios da própria indústria (Cinema e Televisão). Até então diziam ser uma prévia do Oscar, mas esse nesse ano de 2013 divulgou antes a lista com os indicados. Deixando alguns indicados ao Globo de Ouro de fora. Enfim, agora fiquemos mesmo com os premiados ao Globo de Ouro.

Onde os Melhores do Cinema com o Globo de Ouro 2013 foram:
– “Os Miseráveis” saiu com três estatuetas: de Melhor Filme Comédia ou Musical; de Melhor Ator Comédia ou Musical para Hugh Jackman e Melhor Atriz Coadjuvante para Anne Hathaway.
– “Argo” levou a estatueta de Melhor Filme Drama e de  Melhor Diretor para Ben Affleck.
– “Django Livre” também saiu com duas estatuetas, Melhor Roteiro para Quentin Tarantino e Melhor Ator Coadjuvante para Christoph Waltz.
– “Lincoln” saiu com o de Melhor Ator Drama para Daniel Day Lewis.
– “A Hora Mais Escura” levou o de Melhor Atriz Drama para Jessica Chastain.
– “O Lado Bom da Vida” saiu com o de Melhor Atriz Comédia ou Musical para Jennifer Lawrence.
– “Valente” ganhou o de Melhor Animação.
– “As Aventuras de Pi” o de Melhor Trilha Sonora para Mychael Danna.
– “Skyfall” o de Melhor Música Original com o tema “Skyfall”, de Adele e Paul Epworth.
– “Amor” o de  Melhor Filme Estrangeiro.

E os Melhores da Televisão com o Globo de Ouro 2013 foram:
– “Homeland” de Melhor Série Drama; de  Melhor Ator Drama para Damian Lewis e Melhor Atriz Drama para Claire Danes.
– “Game Change” o de Melhor Minissérie ou Filme para TV; Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para TV para Julianne Moore e Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie, Série ou Filme para TV para Ed Harris.
– “Girls” de Melhor Série Musical ou Comédia e o Melhor Atriz Musical ou Comédia para Lena Dunham.
– “House of Lies” o de Melhor Ator Musical ou Comédia para Don Cheadle.
– “Hatfiles & McCoys” de Melhor Ator em Minissérie ou Filme para TV para Kevin Costner.
– “Downtown Abbey” o de Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie, Série ou Filme para TV para Maggie Smith.

contact_1997A atriz Jodie Foster foi a homenageada com o prêmio Cecil B. DeMille pelo conjunto de sua obra. Merecido! Num discurso emocionado até brincou com a platéia, mas mais direcionado aos votantes, ou seja, aos jornalistas, disse: “Se vocês estão esperando meu discurso de “coming out” [algo como “sair do armário“], podem esquecer. Já fiz isso há muito tempo“. Jodie Foster começou sua carreira de atriz ainda criança. Com grandes performances. Poderão ver aqui algumas dessas atuações: “Deus da Carnificina“, “Contato“, “Valente“, “Um Novo Despertar“, “Um Plano Perfeito“,”O Silêncio dos Inocentes“.

Agora é esperar pelo Oscar 2013 e ver se o Globo de Ouro foi de fato uma prévia!:)

P.s: Poderão ver a lista com os indicados ao Globo de Ouro 2013, aqui.