Nem Tudo é o que parece (Layer Cake. 2004)

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Até boa parte desse filme, eu pensei nessa frase acho que de uma música do Bezerra da Silva: “malandro é malandro, mané é mané“. Mas com o desenrolar da trama, a coisa mudou de figura, “é cobra comendo cobra“. O filme prende atenção. E foge do estilo hollywood.

O personagem do Daniel Craig é um traficante que sempre conseguiu se manter no anonimato. Não deixava rastro dos seus atos. Sabia respeitar a hierarquia. Aceitava a sua parte sem reclamar. Ao longo dos anos montou todo um aparato para não se pego pela polícia; tinha até onde lavar seu dinheiro.

Até que resolve se aposentar. Mas sair de cena assim, ainda mais sendo o melhor no que faz, teria um preço. A princípio, essa última missão até lhe pareceu estranha. Pois seria algo que até um mané poderia fazer. Achando que por ser algo fácil e que logo estaria livre para então curtir a sua aposentadoria em alto estilo aceita a tal incumbência.

É aí que começa o jogo… E um jogo de cartas marcadas!

E no final… no final eu exclamei um pqp!!

Ah! Nesse filme, vi a melhor definição para meditação: “Meditar é concentrar parte da mente numa tarefa mundana para que o restante encontre a paz.

Nota: 10.

Por: Valéria Miguez (LELLA).

Nem Tudo é o que parece (Layer Cake). Inglaterra. 2004. Direção: Matthew Vaughn. Com: Daniel Craig, Colim Meaney, Francis Magee, Kenneth Cranham, Tom Hardy, Jamie Foreman, Sally Hawkins, Burn Gorman, George Harris, Tamer Hassan, Marcel Iures, Dimitri Andreas, Garry Tubbs, Nathalie Lunghi, Marvin Benoit. Gênero: Ação, Aventura, Drama, Suspense. Duração: 105 minutos. Classificação: 18 anos.

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